Lula acerta na economia? Por Paulo Nogueira Batista Jr.

em Terapia Política

Nas primeiras semanas de governo, o presidente da República agiu com rapidez na área econômica. Autorizou diversas medidas e emitiu opiniões sobre a política econômica, dando sequência ao que fez na campanha eleitoral. Se ele vem acertando ou não, é objeto de intensa controvérsia. Continue lendo “Lula acerta na economia? Por Paulo Nogueira Batista Jr.”

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Os Sentidos do Viver e Conviver em Democracia. Por Cândido Grzybowski

em Sentidos e Rumos

A renovação democrática que o Governo Lula apontou tem, sem dúvida, uma dimensão política, institucional e legal que cabe aos poderes impulsionar. Tarefa difícil porque exige ação exemplar, dentro do estrito respeito às regras constitucionais, dos que receberam os mandatos pelo voto democrático. No entanto, os poderes devem mover-se tendo presente os blocos históricos de correlações de forças, que exigem muita sabedoria política, liderança, determinação e muita negociação. Isto Lula tem de sobra. O resultado não é sempre o desejável, mas o possível no momento. Assim são os governos democráticos. Mas cabe à cidadania com sua ação ser ator decisivo no resultado. Continue lendo “Os Sentidos do Viver e Conviver em Democracia. Por Cândido Grzybowski”

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Marco temporal é abordado em encontro de lideranças, organizações indígenas e missionários

O encontro ocorreu nos dias 25 e 26 de janeiro, no Centro de Formação Vicente Cañas, em Luziânia (GO); espera-se que o STF julgue e derrube, ainda este ano, a tese anti-indígena

Cimi

Entre os dias 25 e 26 de janeiro, lideranças, organizações indígenas e missionários do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) participaram de um encontro para tratar da conjuntura política relacionada ao contexto dos povos originários do país. As reuniões foram realizadas no Centro de Formação Vicente Cãnas, em Luziânia (GO). Continue lendo “Marco temporal é abordado em encontro de lideranças, organizações indígenas e missionários”

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Quem é o deputado que recebeu George Washington, o terrorista nº 1

Financiado por mineradoras e por dono de frigoríficos, Joaquim Passarinho (PL-PA) defende o garimpo em terras indígenas, como a dos Yanomami; os dois se encontraram no dia 23 de novembro, um mês antes da tentativa de atentado no aeroporto de Brasília

Por Mariana Franco Ramos, em De Olho nos Ruralistas

“Nós temos um casamento com a mineração, não tem como fugir disso”. A frase é de Joaquim Passarinho (PL-PA), político de carreira, aliado de Jair Bolsonaro e um dos principais interlocutores dos garimpeiros no Congresso. Às 12h04 do dia 23 de novembro de 2022, ele recebeu em seu gabinete na Câmara o terrorista George Washington de Oliveira Sousa, de 54 anos, que um mês depois tentaria explodir um caminhão com querosene perto do Aeroporto Internacional de Brasília. Continue lendo “Quem é o deputado que recebeu George Washington, o terrorista nº 1”

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O mais grave dos crimes. Por Deisy Ventura

Não há dúvida de que a humanidade dos Yanomami foi negada

No Terapia Política

Genocídio e negacionismo andam juntos. Especialmente no século XX, as maneiras de destruir parcial ou totalmente determinados grupos humanos evoluíram tanto quanto as formas de negação da ocorrência destes crimes. É importante recordar que o negacionismo mais conhecido, o do holocausto, não foi inventado pelos líderes nazistas e colaboradores quando foram julgados logo após o final da Segunda Guerra. Nestes processos, os réus alegavam ignorar ou não ter responsabilidade pelos crimes praticados, mas não negavam a sua ocorrência. Continue lendo “O mais grave dos crimes. Por Deisy Ventura”

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O consenso das commodities. Por Marcio Pochmann

Na Teoria Política

O genocídio de yanomamis recentemente revelado ao grande público se encontra associado ao consenso das commodities que tomou conta das elites dirigentes no Brasil concomitante com o colapso da sociedade industrial. O consenso das commodities caracteriza o período econômico, social e político aberto desde o ingresso subordinado na globalização que rebaixou a condição periférica do Brasil na Divisão Internacional do Trabalho. 

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A ciência e as universidades com o povo Yanomami

Destruição de Bolsonaro atingiu povos indígenas e universidades; a reconstrução será para todos.

Por Maria Angélica Minhoto , Soraya Smaili e Pedro Arantes, no Brasil de Fato

Há alguns anos, quando estávamos na reitoria da Unifesp, tivemos uma experiência que não era nova na nossa universidade, mas que foi transformadora para aquele grupo que estava na gestão: utilizar a ciência desenvolvida em nossa universidade e por pesquisadores experientes, em prol das comunidades indígenas. Continue lendo “A ciência e as universidades com o povo Yanomami”

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Fundo Amazônia: o que falta para o desmatamento começar a cair no Brasil?

Programa será essencial para frear devastação, mas consolidar desenvolvimento sustentável exigirá mais recursos

Por Murilo Pajolla, no Brasil de Fato | Lábrea (AM)

O Fundo Amazônia é a maior política do mundo de transferência de recursos para iniciativas de preservação ambiental, regularização fundiária e desenvolvimento sustentável. O governo de Jair Bolsonaro (PL) paralisou a iniciativa, que foi retomada na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com ainda mais recursos. Continue lendo “Fundo Amazônia: o que falta para o desmatamento começar a cair no Brasil?”

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Exclusivo: Para a nova chefe da Funai, Joênia Wapichana, Bolsonaro quis extinção dos yanomamis

Ela planeja expulsão de garimpeiros e descreve cenário trágico entre crianças e idosos Yanomamis

Por Murilo Pajolla, no Brasil de Fato | Lábrea (AM)

A primeira presidenta indígena da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joênia Wapichana, viajou com o presidente Lula a Roraima, onde acompanhou as ações emergenciais do governo federal para atenuar a crise humanitária na Terra Indígena Yanomami. Continue lendo “Exclusivo: Para a nova chefe da Funai, Joênia Wapichana, Bolsonaro quis extinção dos yanomamis”

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Genocídio: existem mesmo esses Yanomami? Por José Ribamar Bessa Freire

No TaquPraTi

“Sabemos que os mortos vão se juntar aos espíritos de nossos antepassados
lá do outro lado do céu, onde a caça é abundante e as festas não acabam”.

(Davi Kopenawa. A Queda do Céu. 2010).

– Os Yanomami não existem, nunca existiram – afirmou o militar aposentado na fila de um banco, em Niterói, nessa sexta (27), enquanto o aparelho de TV da agência exibia cenas de horror protagonizadas por quem sonhava com festas e caça abundante do outro lado do céu. O milico queria convencer os demais clientes de que aquelas imagens hediondas eram falsas. “As provas do engano estão lá” – disse e citou Menna Barreto, autor de “A Farsa Ianomâmi”, editado com verbas públicas pela Biblioteca do Exército. Continue lendo “Genocídio: existem mesmo esses Yanomami? Por José Ribamar Bessa Freire”

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