Escalada da violência no campo ameaça Comunidades Tradicionais

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A leniência do governo federal no combate a ilegalidades ambientais e na proteção dos Direitos dos Povos Indígenas tem se refletido nos números da violência armada no interior do Brasil. Isso é especialmente marcante no caso da Amazônia, região que se tornou epicentro de disputas e conflitos fundiários no país, com um aumento expressivo no número de ameaças, agressões e assassinatos nos últimos anos. Continue lendo “Escalada da violência no campo ameaça Comunidades Tradicionais”

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O Brasil e um “conto de dois ministros do meio ambiente”

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A diferença não poderia ser mais gritante. Na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados pelo estado de São Paulo, estão dois ex-ministros do meio ambiente que se tornaram nomes internacionalmente reconhecidos – ainda que por motivos completamente diferentes um do outro. De um lado, a ex-senadora Marina Silva, candidata à Presidência nas últimas três eleições, com um histórico respeitado de militância e defesa da Amazônia. Do outro, um ex-ministro do atual governo federal, que se transformou em sinônimo de “boiada” sobre as leis e as políticas ambientais no Brasil. Continue lendo “O Brasil e um “conto de dois ministros do meio ambiente””

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Lobista pró-garimpo financiou aliados e familiares de Bolsonaro

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Mensagens obtidas pela Polícia Federal no inquérito sobre atos antidemocráticos promovidos por aliados de Jair Bolsonaro em abril de 2020 identificaram repasses financeiros feitos por um empresário defensor do garimpo em Terras Indígenas para pessoas do círculo pessoal do presidente da República. Continue lendo “Lobista pró-garimpo financiou aliados e familiares de Bolsonaro”

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A pandemia, o cuidado, o que foi e o que será

Os afetos e o cuidar de si e dos outros não são lugar de submissão das mulheres, mas chave para novas lutas e processos emancipatórios. Diante do horror bolsonarista, sangue frio e coração quente são essenciais para enfrentar incertezas, lutos e fomes

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Desde que a pandemia se instalou, em 2020, nos demos conta da vertiginosa mudança que o distanciamento social, envolto na crise paradigmática, nos atirava enquanto ativistas, tanto do ponto de vista pessoal, quanto político. A linha de ação para o autocuidado e cuidado coletivo que o CFEMEA vinha desenvolvendo até então precisou se refazer, se adequar, ousar experimentar alternativas que fortalecessem a capacidade de resiliência pessoal e coletiva de uma militância aguerrida, feminista, popular, antirracista e anticapitalista. Outros recursos, outros encontros, novas trilhas, desde então vieram sendo traçadas, para criar oportunidades para que cada um@ pudesse cuidar melhor de si e que o cuidado entre ativistas se efetivasse. Novos espaços além dos presenciais foram criados para que a nossa presença no mundo, aqui e agora, seja força de resistência macropolítica e, ao mesmo tempo, possibilidade de transformação, no plano micropolítico. Continue lendo “A pandemia, o cuidado, o que foi e o que será”

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Por um feminismo camponês e popular

Elas estão no centro de várias ações pela reforma agrária. São quem melhor entende a Agroecologia, que remete à natureza e ao cuidado. Vivem jornadas insanas. Agora, enfrentam o patriarcado, que tenta inviabilizar seu trabalho e ação política

Por Iridiani Graciele Seibert, Lizandra Guedes e Kelli Mafort, em Outras Palavras

Naquele momento já não se ouvia mais a respiração, porque havia outros sons mais fortes, o som da quebra das correntes nos arrepiava, nos provocava gritos emocionados, como se aquelas correntes que identificavam o latifúndio não fossem só isso, e de fato não eram. É nessa concentração, nesse poder que se apresentam o tráfico, a exploração, a violência, e a apropriação de nossos corpos, de nossas vidas, de nosso trabalho e do poder de dominação.

Aquelas correntes de fato tão fortes, tão grossas, malditas, pesadas e cruéis tinham que ser quebradas, rompidas, estraçalhadas. O ‘tililim’ do impacto do machado e da marreta na quebra das correntes que nos aprisionam soava como uma música clássica aos nossos ouvidos tão desacostumados a escutar.

Witcel, 2019

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“Lei de Cotas tem graves problemas em relação aos negros”

Para pesquisador, lei em vigor há dez anos é “fundamental”, mas tem falhas quanto à subcota racial, incluindo permitir a autodeclaração como critério de acesso. Cenário político é desfavorável para uma revisão, diz

por Ana Paula Lisboa, em DW

Há dez anos, por força da chamada Lei de Cotas (Lei 12.711/2012), metade das vagas em universidades e institutos federais passou a ser reservada para quem cursou o ensino médio em escolas públicas. Dentro dessa reserva, 50% devem ser exclusivas para alunos de famílias com renda de até 1,5 salário-mínimo per capita. A lei prevê ainda subcota para pessoas autodeclaradas pretas, pardas, indígenas e com deficiência; em quantidade proporcional à presença dessas populações na unidade federativa de cada instituição. Continue lendo ““Lei de Cotas tem graves problemas em relação aos negros””

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Nota do Cimi Regional Sul em repúdio ao arrendamento de terras indígenas

Após o lançamento do Relatório de Violência, missionários e missionárias da entidade passaram a receber ameaças por denunciarem a prática criminosa, que viola os direitos indígenas garantidos pela Constituição

Cimi

O Conselho Indigenista Missionário – Cimi Regional Sul manifesta, de forma enfática, seu repúdio às práticas de arrendamento de terras indígenas em todo país. O Relatório Violências Contra os Povos Indígenas no Brasil – dados de 2021, publicado pela entidade, registrou casos de arrendamento em pelo menos nove terras indígenas, cinco das quais no estado do Rio Grande do Sul. Continue lendo “Nota do Cimi Regional Sul em repúdio ao arrendamento de terras indígenas”

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Brasil e a Agenda de DH: na mira do retrocesso

Coletivo RPU Brasil, coalizão de organizações da sociedade civil, monitora a situação do Estado brasileiro na Revisão Periódica Universal, mecanismo que cruza recomendações entre nações

POR COMUNICAÇÃO DO COLETIVO RPU / CIMI

A cada quatro anos e meio, o Brasil deve prestar contas sobre a situação dos direitos humanos ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, por meio da Revisão Periódica Universal (RPU), um mecanismo internacional que cruza recomendações sobre o tema entre as nações. A sociedade civil, articulada pelo Coletivo RPU Brasil, monitora esse dispositivo e fez o seu diagnóstico da situação. Os dados são gravíssimos e inéditos na história da participação do Brasil na Revisão: quase metade (47%) de todas as recomendações ultrapassaram o não cumprimento e estão em retrocesso. Somando os 34% que estão em constante pendência, chega-se ao total de 80% de pontos descumpridos. Somente 17% dos tópicos estão em implementação, mas parcialmente, e apenas uma das 242 recomendações está sendo, de fato, cumprida (esta situação pode ser conferida nos relatórios disponíveis aqui). Continue lendo “Brasil e a Agenda de DH: na mira do retrocesso”

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“Bispos unidos em Assembleia confirmam vocação da Igreja de anunciar Reino de Deus no coração do mundo”, afirma Dom Walmor

A 59ª Assembleia Geral da CNBB iniciou neste domingo, 28, e se estende até a próxima sexta-feira, dia 2 de setembro, no Santuário Nacional, em Aparecida (SP)

Por Assessoria de Comunicação da CNBB

O episcopado brasileiro se reúne desde a noite de ontem, dia 28 de agosto, até a próxima sexta-feira, dia 2 de setembro, no Santuário Nacional, em Aparecida (SP), para a realização da 59ª Assembleia Geral (AG) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A etapa presencial do encontro, teve seu início com a celebração da Santa Missa no altar central da Basílica. Continue lendo ““Bispos unidos em Assembleia confirmam vocação da Igreja de anunciar Reino de Deus no coração do mundo”, afirma Dom Walmor”

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Tribunal gaúcho planeja comprar pistolas importadas para seus juízes

Marca e modelo escolhidos são os mesmos do FBI e da Polícia Federal; os juízes que quiserem receberão uma pistola Glock

por Katia Marko e Ayrton Centeno, em Brasil de Fato

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ/RS) pretende armar seus juízes. Marca, modelo e calibre já foram escolhidos: os juízes que quiserem receberão uma pistola Glock, de fabricação austríaca. A corte informa que “a arma eleita pela equipe técnica é a pistola Cal 9 mm Luger, marca Glock G26 GEN5”. No mercado brasileiro, a pistola é oferecida por valores entre R$ 11,8 mil e R$ 15 mil. O tribunal fará a aquisição do arsenal – com dinheiro público – para reparti-lo entre os interessados. Continue lendo “Tribunal gaúcho planeja comprar pistolas importadas para seus juízes”

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