No TaquiPraTi
“Por favor / Pare agora! / Senhor juiz / Pare agora!”.
(Versão de Wanderléa. A. Resnik / K. Young. 1965)
Por que Maluzinha, com seis meses de idade, choramingou durante audiência virtual no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) na segunda-feira (22)? Que choro era aquele? O que ela estava querendo dizer? Por que o desembargador Elci Simões deu um esporro na mãe, a advogada Malu Borges Nunes, de 29 anos? O magistrado comparou o choro da criança com latido de cachorro e exigiu sua retirada do ambiente, alegando que o “barulho” atrapalhava o julgamento. Ele atribuiu a categoria de “ruído” a uma fala, a um som humano. Desrespeitou aquilo que é sagrado. Sequer suspeitou que se tratava de um diálogo entre mãe e filha. Não entendeu bulhufas. Continue lendo “A resposta da bebé ao desembargador do TJ-AM. Por José Ribamar Bessa Freire”










