5 anos do Massacre de Iúna (BA): “Sobre a terra, há de prevalecer justiça”

Homenagem às vítimas do Massacre de Iúna ocorre no próximo sábado (6), denunciando a ausência de justiça e a continuidade dos conflitos agrários em territórios quilombolas da Chapada Diamantina

CPT

No próximo sábado (06), será realizado o ato em homenagem às vítimas do massacre em Iúna, no município de Lençóis-BA. O ato tem como objetivo denunciar a ausência de justiça no Massacre de Iúna, ocorrido em 06 de agosto de 2017, quando seis pessoas foram assassinadas na Comunidade Quilombola de Iúna, em Lençóis, Bahia. 

Continue lendo “5 anos do Massacre de Iúna (BA): “Sobre a terra, há de prevalecer justiça””
Ler mais5 anos do Massacre de Iúna (BA): “Sobre a terra, há de prevalecer justiça”

Júri do Tribunal Permanente dos Povos condena Estados e empresas por genocídio de povos do Cerrado; estado e PM do MS estão na lista pelo massacre do Povo Guarani e Kaiowá

Veredito foi apresentado ao vivo na tarde do dia 10 de julho, e seu resumo acaba de ser divulgado

TPP / Cimi

Desde maio desse ano, pelo menos três indígenas Guarani e Kaiowá foram brutalmente assassinados dentro e fora de seus territórios. O primeiro foi o jovem Alex Recarte Vasques Lopes, de 18 anos, em 21 de maio. O segundo foi Vitor Fernandes Guarani Kaiowá, de 42 anos, assassinado dia 24 de junho pela Polícia Militar (PM) a serviço de fazendeiros que invadiram terras dos povos indígenas. O episódio, que tirou a vida de Vitor e deixou dezenas de pessoas feridas, ficou conhecido como o “Massacre de Guapoy”.

Continue lendo “Júri do Tribunal Permanente dos Povos condena Estados e empresas por genocídio de povos do Cerrado; estado e PM do MS estão na lista pelo massacre do Povo Guarani e Kaiowá”
Ler maisJúri do Tribunal Permanente dos Povos condena Estados e empresas por genocídio de povos do Cerrado; estado e PM do MS estão na lista pelo massacre do Povo Guarani e Kaiowá

Nota do Cimi Sul em decorrência da entrega de territórios indígenas, pelo estado do Rio Grande do Sul, à iniciativa privada

As áreas ocupadas pelos indígenas, agora pertencem a empresa vinculada à exploração madeireira e de minério; a entidade questiona como ficará a relação dos indígenas e os empresários

Cimi

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Regional Sul, manifesta profunda preocupação com a definitiva privatização da Companhia Estadual de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul (CEEE) e as consequências desta mediada aos povos Kaingang e Guarani.

Continue lendo “Nota do Cimi Sul em decorrência da entrega de territórios indígenas, pelo estado do Rio Grande do Sul, à iniciativa privada”
Ler maisNota do Cimi Sul em decorrência da entrega de territórios indígenas, pelo estado do Rio Grande do Sul, à iniciativa privada

Em julho, Bolsonaro dedicou 40% da sua agenda para evangélicos

Por Mariama Correia, Agência Pública

Em pré-campanha, o presidente Jair Bolsonaro (PL) dedicou 40% de sua agenda oficial para compromissos focados no eleitorado evangélico. Em julho, dos 25 dias com programações oficiais divulgadas pelo Planalto, o presidente separou dez para participações em cultos e eventos gospel; reuniões com pastores e marchas para Jesus — eventos que reuniram multidões nos estados de São Paulo, de Minas Gerais, do Rio Grande do Norte, do Ceará e do Espírito Santo. 

Continue lendo “Em julho, Bolsonaro dedicou 40% da sua agenda para evangélicos”
Ler maisEm julho, Bolsonaro dedicou 40% da sua agenda para evangélicos

Brasil, onde algozes são transformados em vítimas

A história da “mulher da casa abandonada”, acusada de manter uma mulher negra em condições análogas à escravidão, me fez pensar sobre a perversidade do racismo no Brasil, um país construído sob privilégios dos brancos.

Por Ynaê Lopes dos Santos*, na Deutsche Welle

Podemos contar histórias por meio de pessoas, objetos, coisas, memórias. Recentemente, uma casa em um dos bairros mais ricos de São Paulo causou um verdadeiro furor. Uma casa decadente, num bairro nobre, que chamou atenção de um jornalista investigativo. Uma casa decadente, num bairro nobre, da qual saíam odores estranhos e desagradáveis, colocando em questão as condições sanitárias da pessoa e dos animais que habitavam a casa.

Continue lendo “Brasil, onde algozes são transformados em vítimas”
Ler maisBrasil, onde algozes são transformados em vítimas

Acadêmicos Indígenas recebem a sonhada colação de Grau dentro de seu Território

Pela primeira vez, de forma inédita um reitor da Ufam realiza colação de Grau dentro do território indígena juntamente com a sua comitiva, no total foram 28 novos educadores indígenas das turmas Tukano e Baniwa.

Na Foirn

Os novos professores indígenas dos povos originários de São Gabriel da Cachoeira receberam, nesta semana, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), seus diplomas de Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável durante a cerimônia de colação de grau. A formatura aconteceu em dois dias e teve a presença de comunidade local no Alto Rio Negro. Clique aqui.

Continue lendo “Acadêmicos Indígenas recebem a sonhada colação de Grau dentro de seu Território”
Ler maisAcadêmicos Indígenas recebem a sonhada colação de Grau dentro de seu Território

Livro de Josué: “líderes espirituais precisam ser pobres”. Por Gilvander Moreira[1]

Vem aí Mês da Bíblia de 2022, setembro, com o livro de Josué com o lema: “Seja firme e corajoso porque Javé teu Deus estará contigo, onde quer que vás” (Js 1,9), na luta pela terra e pelos territórios. Após três pequenos artigos com “chaves de leitura” para o livro de Josué, queremos socializar aqui mais algumas “chaves de leitura” para lermos de forma libertadora e profética o livro de Josué, que contém narrativas que, se bem entendidas, podem nos inspirar muito na luta pela terra e pelos territórios e no jeito de administrá-los de forma democrática e sustentável, exorcizando a tentação de recair no mito da propriedade privada capitalista.

Continue lendo “Livro de Josué: “líderes espirituais precisam ser pobres”. Por Gilvander Moreira[1]”
Ler maisLivro de Josué: “líderes espirituais precisam ser pobres”. Por Gilvander Moreira[1]

Governo descumpre decisão internacional sobre Dom e Bruno, denunciam grupos. Por Jamil Chade

O governo Bolsonaro respondeu à decisão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que concedeu medidas cautelares diante da morte de Bruno Pereira e Dom Phillips, na Amazônia, em junho. Em resposta enviada pelo Brasil ao órgão internacional, o governo omitiu o trabalho de indígenas nas buscas iniciais pelos dois homens e ignorou o fato de que o ex-servidor da Funai estava sendo alvo de ameaças.

Continue lendo “Governo descumpre decisão internacional sobre Dom e Bruno, denunciam grupos. Por Jamil Chade”
Ler maisGoverno descumpre decisão internacional sobre Dom e Bruno, denunciam grupos. Por Jamil Chade

Sob militares, distritos sanitários indígenas perderam eficiência

Indicações políticas têm representado ameaça à saúde de povos originários no Brasil

Por Agência O Globo, no Portal IG

No fim de junho, na  terra indígena Yanomami, em Roraima, duas crianças de 3 anos foram diagnosticadas com verminose. Sem remédios para tratamento, as duas morreram dias depois. Um mês antes, uma mulher da etnia mayoruna, picada por cobra na aldeia Nova Esperança, na terra indígena Vale do Javari, no Amazonas, morreu antes de receber o soro antiofídico, que estava em falta. As mortes nas duas aldeias são o retrato do drama de cerca de 800 mil indígenas no país, que estão com atendimento médico precário. Os indígenas denunciam que metade dos 34 distritos sanitários especiais (DSEIs) do país, ligados à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, está aparelhada e perdeu eficiência.

Continue lendo “Sob militares, distritos sanitários indígenas perderam eficiência”
Ler maisSob militares, distritos sanitários indígenas perderam eficiência

Indígenas denunciam abuso de poder, constrangimento ilegal, intimidação e preconceito contra mulher indígena por agentes da PRF na BR 101 em Osório (RS)

Clarice Mbya Guarani, da comunidade indígena de Barra do Ouro, foi constrangida e agredida por policiais rodoviários após abordagem ao motorista da Uber de quem usufruía os serviços; os indígenas cobram providencias das autoridades

No Cimi

Lideranças Mbya Guarani denunciam abuso de poder, constrangimento ilegal, intimidação e preconceito contra mulher indígena por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do posto policial localizado na BR 101, em Osório, no Rio Grande do Sul (RS). Na tarde do dia 20 de julho de 2022, entre às 15 e 16 horas, Clarice Mbya Guarani da comunidade indígena de Barra do Ouro se dirigia de Uber para a Comunidade Sol Nascente, na mesma localidade, quando, após abordagem ao motorista da empresa de transporte privado Uber, de quem usufruía os serviços, foi constrangida e agredida por policiais rodoviários.

Continue lendo “Indígenas denunciam abuso de poder, constrangimento ilegal, intimidação e preconceito contra mulher indígena por agentes da PRF na BR 101 em Osório (RS)”
Ler maisIndígenas denunciam abuso de poder, constrangimento ilegal, intimidação e preconceito contra mulher indígena por agentes da PRF na BR 101 em Osório (RS)