OAB-AM cria Comissão Indígena e empossa advogada da etnia Kanamari

OAB AM

A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Amazonas (OAB-AM), criou a Comissão Indígena e empossou como presidente uma advogada da etnia Kanamari. O ato aconteceu na noite de quinta-feira (21/07), na sede da instituição, localizada no bairro Adrianópolis, zona sul. Na ocasião, Adriana Inori e Fernando Cruz foram nomeados como presidente e vice-presidente da comissão, respectivamente.

Para o presidente da OAB-AM, Jean Cleuter Mendonça, o objetivo da comissão é assegurar a proteção dos direitos dos povos indígenas, fiscalizar as pautas  análogas em todo estado, estando sempre atento para defender os povos e as comunidades, pautados no princípio da constituição federal, que garante proteção a todos.

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Caso Bruno e Dom: 10 perguntas que a denúncia deixa no ar

Por Cicero Pedrosa Neto, na Amazônia Real

Belém (PA) – Finalizada com a data de 21 de julho e aceita já nesta sexta-feira (22) pela Justiça Federal de Tabatinga, a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) deixa pelo menos dez perguntas no ar em relação aos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips. Pela denúncia, os réus Amarildo da Costa Oliveira, o “Pelado”, Oseney da Costa de Oliveira, seu irmão, e Jefferson da Silva Lima cometeram o duplo homicídio por “motivo fútil, mediante emboscada”. O motivo, segundo o MPF, seria o pedido do indigenista para que o jornalista britânico tirasse uma foto de “Pelado”, um dia antes, ou mesmo uma imagem tirada pelo indigenista no dia do crime.

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Depois de abrir pós-graduação da Taurus Armas, universidade fecha pós-graduação em História

Para que referências nacionais em estudos sobre escravidão e povos originários, se temos gestores da Taurus Armas simulando em sala de aula demandas gerais da companhia?

Por Hugo Souza, em ComeAnanás

Uma das maiores instituições privadas de ensino do Brasil, a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), irá fechar ainda em 2022 seu Programa de Pós-Graduação em História, que será extinto após 35 anos de existência. As demissões do corpo docente já começaram.

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O medo precisa mudar de lado. E isso não é um chamado a vingança


“René, por favor, ajuda. Meu pai foi baleado dentro de casa e não consigo sair. Moro no Areal e tá dando muito tiro”
(Relato tweetado por René Silva, do Voz das Comunidades)

René, por favor, ajuda. Meu pai foi baleado dentro de casa e não consigo sair. Moro no Areal e tá dando muito tiro” 
(Relato tweetado por René Silva, do Voz das Comunidades)

“É muito grave a realidade do que está acontecendo na favela. Mortes aos montes. Violências de diversas formas direcionadas ao morador. Falta de luz. Há pessoas feridas dentro de casas tentando encontrar formas de serem socorridas, nos pedindo socorro. Que desespero!”
(Relato tweetado por Raull Santiago)
 

Por Jessica Santos, Newsletter da Ponte

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Corregedoria do TRF-3 edita recomendação sobre povos indígenas 

Na Conjur

A Corregedoria Regional da Justiça Federal da 3ª Região editou nesta semana a Recomendação 8.851.728, que trata de procedimentos a serem adotados por magistrados do Tribunal Regional Federal da 3ª Região em processos envolvendo indígenas. 

A norma determina a observância, nos processos cíveis e criminais, das Resoluções CNJ nº 287/19 e CNJ nº 454/22, especialmente quanto à nomeação de intérpretes e realização de perícias antropológicas.

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Bolsonaro atende às demandas do crime organizado

Sabemos que, em nome das grandes propriedades de terras, a fronteira agrícola consome a vegetação nativa e instaura o pastoreio e a monocultura de soja. A exploração da Floresta Amazônica também conta com inúmeras mineradoras estrangeiras. Porém, no governo Bolsonaro a escala da destruição foi além

Por Gabriel Dantas Romano, no Diplomatique Brasil

O século XXI é um século de prestação de contas com a natureza. A humanidade sofre cada vez mais as consequências do aquecimento global causado pelos efeitos acumulados da atividade econômica que, há quase dois séculos, libera gases do efeito estufa à atmosfera.

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Em carta, lideranças indígenas e instituições denunciam omissão do atual governo perante questões socioambientais

O documento é fruto do encontro “Escuta Sinodal, Reflexões e Perspectivas de Ações em Defesa da Amazônia”, que ocorreu entre os dias 18 e 20 de julho de 2022, em Porto Velho (RO)

Cimi

Entre os dias 18 e 20 de julho de 2022, foi realizado o encontro “Escuta Sinodal, Reflexões e Perspectivas de Ações em Defesa da Amazônia”, no Centro Arquidiocesano de Formação, em Porto Velho (RO). Durante os três dias de atividades, os participantes compartilharam reflexões sobre as condições das organizações sociais, dos defensores de direitos humanos e das lideranças indígenas perante a atual conjuntura política do país.

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“Governador Cláudio Castro busca política de chacina”

Em entrevista à DW sobre o massacre no Complexo do Alemão, diretora executiva da Anistia Internacional, Jurema Werneck, classifica silêncio do MP, do Legislativo e do Judiciário como “ensurdecedor”.

Por Fábio Corrêa, Deutsche Welle

Operações policiais como a desta semana no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, que deixou pelo menos 19 mortos, são chacinas e fazem parte da política de segurança pública do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). Quem diz isso é a diretora executiva da Anistia Internacional Brasil, Jurema Werneck, para quem o silêncio do Ministério Público, o poder Legislativo e o Judiciário no caso é “ensurdecedor”.

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Decisão judicial proíbe manifestações de atingidos pelo rompimento da barragem de Mariana (MG)

Decisão favorece Renova; população luta por reparação desde 2015

Ana Carolina Vasconcelos, Brasil de Fato

Uma decisão judicial tem causado polêmica e insatisfação entre os atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco/Vale, em Mariana (MG). Na última semana, a 2ª Vara Cível da Comarca do município proibiu protestos que impeçam a Fundação Renova de usar vias de acesso ao reassentamento do Novo Paracatu de Baixo.

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MPF visita comunidades Pataxó e Tupinambá e escuta demandas sobre insegurança e violência nas TIs

Lideranças relatam que possíveis milícias têm provocado clima de terror nas comunidades indígenas

Ministério Público Federal na Bahia

O Ministério Público Federal (MPF) realizou, na última semana, uma série de reuniões em comunidades indígenas da região Sul da Bahia, para debater sobre os direitos dos povos tradicionais e a atual insegurança vivida por eles, após constantes episódios de violência na região.

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