Privatização da Vale, 25 anos: lucros e crimes cometidos evidenciam mau negócio para o país

Mineradora brasileira foi vendida em 1997 e mostrou ter valor maior que o estimado pelo Governo à época

Vinicius Konchinski, Brasil de Fato

Há exatamente 25 anos, num leilão realizado em 6 de maio de 1997, o governo brasileiro vendeu a maior parte de suas ações da até então estatal Companhia Vale do Rio Doce (CVRD). O negócio envolveu, na época, cerca de R$ 3,3 bilhões. Transferiu o controle da companhia do governo para um grupo de empresas privadas e fundos de pensão.

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Câmara aprova criação de comissão externa para acompanhar caso da comunidade yanomami

Iniciativa vem dias após denúncia sobre estupro e morte de menina indígena de 12 anos atacada por garimpeiros

Cristiane Sampaio, Brasil de Fato

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (5), a criação de uma comissão externa para apurar a situação que envolve atos de violência por parte de garimpeiros na comunidade Aracaçá, localizada na Terra Indígena Yanomami, em Roraima.

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Massacre do Haximu: Após 29 anos, PF prende garimpeiro condenado por genocídio de indígenas Yanomami

Por Estadão Conteúdo, no Gaúcha ZH

A Polícia Federal (PF) prendeu na noite desta quinta-feira, 5, em Boa Vista (RR), o garimpeiro Eliézio Monteiro Neri, que foi condenado por envolvimento no genocídio de indígenas Ianomâmi conhecido como “Massacre do Haximu” e estava foragido. Segundo a Polícia Federal, Neri foi abordado pela Polícia Militar quando estava em um supermercado. A corporação pediu o apoio para a realização da prisão após receber a informação de que o garimpeiro chegaria na capital de Roraima pela rodoviária.

A chacina ocorreu em 1993, quando garimpeiros que atuavam em região próxima à fronteira com a Venezuela assassinaram 16 Ianomâmis. Entre os mortos havia mulheres, adolescentes crianças e um bebê. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o massacre chegou ao conhecimento das autoridades em agosto daquele ano, por meio de um bilhete escrito por uma freira que estava em missão na região.

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Caso Rubens Valente revela nova censura e põe em risco liberdade de imprensa

“É um atentado à liberdade de expressão e de informação”, diz jornalista, condenado por STJ e STF a indenizar ministro Gilmar Mendes pela publicação do livro “Operação Banqueiro”

Por Vasconcelo Quadros, em Agência Pública

Uma sentença reformada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em fevereiro de 2022, já em fase de execução, obrigou o jornalista Rubens Valente a pagar ao ministro Gilmar Mendes, decano do mesmo tribunal, cerca de R$ 310 mil por “danos morais” pela publicação do livro Operação Banqueiro, uma alentada reportagem sobre o banqueiro Daniel Dantas, preso em 2008 pela Operação Satiagraha da Polícia Federal. Numa punição sem precedentes, os dois tribunais ainda impuseram ao jornalista que inclua numa eventual reedição do livro, como direito de resposta, a sentença, acompanhada da transcrição integral e fiel da petição inicial interposta por Gilmar Mendes, algo em torno de 200 páginas que, uma vez enxertadas por força judicial, desfigurariam a obra.

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Serra do Curral: artistas e intelectuais lançam manifesto contra mineração

Carta reúne mais de 700 nomes como Milton Nascimento, Gilberto Gil, Djamila Ribeiro, Chico Buarque e será entregue ao governador Romeu Zema nesta sexta-feira

por Mariana Costa, em Estado de Minas

Nesta sexta-feira (6/5), será divulgada uma carta pela preservação da Serra da Curral, assinada por artistas, intelectuais e escritores de projeção nacional e internacional.

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A questão racial no modernismo brasileiro antes e depois da Semana de Arte Moderna. Entrevista especial com Deivison Campos

O pesquisador analisa como a representação de pessoas negras na arte brasileira do começo do século teve seus limites, mas também abriu espaço para outras leituras

Por: Ricardo Machado, em IHU

A questão racial na Semana de Arte Moderna e no modernismo antes e depois do evento no Theatro Municipal de São Paulo é repleta de partes delicadas e complexas. Isso porque ao mesmo tempo em que, à época, houve pouca representatividade, as representações – com seus limites e possibilidades – de pessoas negras e de regiões marginalizadas, como a favela, passaram a fazer parte da ordem do dia, entre outras artes da pintura modernista.

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Os herdeiros de Martin Bugreiro

Josué de Souza, do Informe Blumenau, criticou uma ação supostamente cometida pela Prefeitura de Blumenau (SC) contra uma família Kaingang; no episódio, os indígenas foram despejados e perderam todos os seus pertences

POR JOSUÉ DE SOUZA, DO INFORME BLUMENAU, no Cimi

Em uma das paredes de sustentação da ponte Gov. Wilson Pedro Kleinübing, conhecida na cidade como Ponte do Tamarindo, tem uma pintura de de uma pessoa vestida de traje típico alemão abraçada com um negro, um pouco ao lado, compõem a mesma imagem uma flecha e uma pena, imagino que represente a cultura indígena. Claro que também acompanhado de figuras de notas musicais, bandeirinhas de festas e copos de chope.  O lugar fica a alguns metros do terminal rodoviário e é um dos acessos à cidade para quem vem pelo norte.

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Semana de vivências de rituais na TI Taquaritiua resgata a cultura e relembra a resistência dos povos indígenas no Maranhão

Os rituais ocorreram entre os dias 25 de abril e 1º de maio, tendo como anfitrião o povo Akroá Gamella

POR JESICA CARVALHO, DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO CIMI REGIONAL MARANHÃO

Cantos, danças, brincadeiras, caminhadas e outras atividades fizeram parte da semana de vivências dos rituais Poohyh Pry Jõ´amjõh Quin, da Peteca de Milho, e Bilibeu, no Território Taquaritiua, na Baixada Maranhense. Os rituais ocorreram entre os dias 25 de abril e 1º de maio, tendo como anfitrião o povo Akroá-Gamella. Na ocasião, estiveram presentes crianças, jovens, adultos e idosos de outros sete povos: Krenyê, Krikati, Tremembé da Raposa e do Engenho, Krepym, Kariú-Kariri, Gavião e Memortumré.

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Grileiros ateiam fogo em acampamento do MST no DF; policiais assistem sem prestar socorro às vítimas

Cerco à ocupação segue apesar da justiça negar pedido de despejo; sem solução ao conflito, famílias Sem Terra clamam às autoridades por socorro

Da Página do MST

Desde o último sábado (30), mais de 300 famílias Sem Terra ocupam área localizada no núcleo rural Rio Preto, em Planaltina, DF, denominada ocupação Ana Primavesi. Desde então, essas famílias se tornaram reféns do bloqueio de fazendeiros e grileiros que reivindicam a posse da área, deixando acampados(as) sem água e comida.

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Ato no PR cobra justiça pelo assassinato de Lindolfo Kosmaski, nesta sexta-feira (6)

Após um ano do assassinato, o caso continua sem resolução e sem o julgamento dos culpados.

Por Setor de Comunicação e Cultura do MST-PR, na Página do MST

Nesta sexta-feira, (6/05), a partir das 14h30, será realizado um ato em memória e por justiça pelo assassinato do jovem camponês, professor, gay Lindolfo Kosmaski. O ato será no Calçadão em frente à Secretaria de Educação, no centro de São João do Triunfo, região sul do Paraná, cidade onde Lindolfo morava e trabalhava.

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