Assistência técnica em agroecologia fortalece a agricultura familiar no Nordeste

Propósito da Rede Ater Nordeste de Agroecologia é compartilhar conhecimentos entre os agricultores do semiárido

Lucila Bezerra e Rodolfo Rodrigo, Brasil de Fato

Entidades da sociedade civil têm dado assistência à famílias agricultoras na produção e comercialização de alimentos agroecológicos a fim de garantir a produção de uma alimentação saudável livre de agrotóxicos.

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Txai Suruí: “Não estão queimando só a Amazônia, estão queimando as pessoas de lá também”

Uma das principais liderança jovens de Rondônia, Txai falou sobre a mobilização da juventude indígena no Estado e a importância das eleições de 2022 para preservar a floresta

Por Laura Scofield, em Agência Pública

Txai é um apelido para Walelasoetxeige, nome que significa “mulher inteligente” em Tupi Mondé, a língua falada pelo povo Paiter Suruí, que vive em Rondônia. Filha de duas lideranças históricas de seu estado — o cacique Almir Suruí e a ativista Ivaneide Bandeira, fundadora da organização de defesa etnoambiental Kanindé —, a jovem ativista se destacou no ano passado ao discursar na 26º Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 26), que aconteceu em Glasgow, na Escócia. Além de representar os povos brasileiros em eventos nacionais e internacionais, Txai hoje coordena o movimento da juventude em defesa dos direitos dos povos tradicionais em seu estado.

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Destruição de Terras Indígenas pelo garimpo cresceu quase 500% em dez anos

Pará, Amazonas e Roraima perderam as maiores áreas para a mineração, mostra levantamento do MapBiomas, divulgado nesta terça, Dia do Índio

Por: Cristiane Prizibisczki, em O Eco

A área ocupada pelo garimpo dentro de Terras Indígenas cresceu 495% entre 2010 e 2020, sendo que os maiores saltos foram registrados principalmente durante o governo Bolsonaro.

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Abril vermelho de urucu!

Por MÁRCIO MEIRA*, em Terapia Política

Retomando o Brasil: Demarcar Territórios e Aldear a Política

Em memória do jurista Dalmo Dallari, defensor e aliado decisivo dos indígenas na Constituinte, denuncio: a aposta deste governo genocida é a destruição do conjunto de políticas públicas voltadas aos povos originários do Brasil.

Brasil vivencia um abril vermelho de urucu. Mais de 7 mil mulheres e homens indígenas, de vários povos e de todas as regiões do Brasil, marcaram um novo recorde de presença em Brasília, com a pauta ‘Retomando o Brasil: Demarcar Territórios e Aldear a Política’. Para quem passou pela esplanada dos ministérios foi impossível ignorar os corpos pintados de vermelho, em sinal de luta.

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Organizações pedem que governo brasileiro convide ONU para investigar racismo estrutural e violência de Estado no país

Carta organizada pela Human Rights Watch solicita visita do recém criado mecanismo sobre justiça e igualdade racial na segurança pública das Nações Unidas, que depende de convite do Itamaraty; “Brasil deveria ser priorizado”, diz pesquisador

por Gil Luiz Mendes, na Ponte

Em uma carta encabeçada pela Humans Rights Watch, mais de cem entidades da sociedade civil pedem para que o governo braslieiro convide o novo mecanismo da Organização da Nações Unidas (ONU) sobre justiça e igualdade racial na segurança pública para realizar uma visita oficial para examinar o problema do racismo estrutural no país.

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A periferização do mundo e o ecossistema das esquerdas no Brasil. Entrevista especial com Edemilson Paraná e Gabriel Tupinambá

Os pesquisadores refletem sobre os impasses e desafios da prática política das esquerdas no mundo contemporâneo

Por: João Vitor Santos, em IHU

Na atual conjuntura social, em que crescem as incertezas acerca do futuro e aumentam as desigualdades sociais e a pobreza, “não é possível falar das tarefas e desafios das esquerdas contemporâneas sem nos voltarmos para a correlação disso com as transformações socioeconômicas que definem nossa situação (aquilo que chamamos de ‘condição periférica’ ou ‘periferização do mundo’) porque a atual profusão de esquerdas diferentes reproduz dinâmicas e tendências características do terreno social periférico no qual estamos inseridos hoje”, adverte o sociólogo Edemilson Paraná.

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Secretaria da Cultura aprovou livro sobre história das armas no Brasil pela Lei Rouanet

Produção do livro, que tem previsão para ser distribuído no Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, foi patrocinado pela Taurus, a maior empresa de armas leves do país

Por Alice Maciel, Bruno Fonseca, em Agência Pública

A Secretaria Especial de Cultura do Governo Federal aprovou, por meio da Lei Rouanet, a edição de um livro sobre a história das armas no Brasil. A Taurus — a maior fabricante de armas de fogo leves do país e uma das principais fabricantes de revólveres do mundo — é a financiadora do projeto e receberá, em troca, os benefícios fiscais previstos na Lei de Incentivo à Cultura. A Taurus está investindo R$ 336 mil na produção do livro. Até o momento, ela é a única empresa a apoiar financeiramente o projeto pela Lei Rouanet, segundo os dados da Secretaria da Cultura.

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Com luta, teimosia e esperança, os povos indígenas resistem

Apesar de toda a violência no passado e no presente, os povos indígenas continuam mobilizados em defesa de seu direito a existir, com terra, diversidade e dignidade

Cimi

Neste dia 19 de abril de 2022, Dia dos Povos Indígenas, devemos continuar refletindo a situação dos povos originários e suas lutas no Brasil. Ainda não podemos comemorar, principalmente em um momento em que seus direitos fundamentais, reconhecidos na Constituição Federal de 1988 após muita luta e mobilização, estão sendo questionados e agredidos pelas elites econômicas e pelo próprio Estado.

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Semana dos Povos Indígenas 2022: “Povos Indígenas e Educação”

A Semana dos Povos Indígenas 2022 traz o lema “Educação é um direito, mas tem que ser do nosso jeito”. Acesse o material especial

Cimi

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) completa 50 anos de existência neste mês de abril de 2022. Durante toda sua história, o Cimi tem atuado no apoio à luta dos povos indígenas no Brasil, e na divulgação da causa indígena para a sociedade – um dos seus princípios e missão.

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Grileiros foram responsáveis por 13% dos conflitos por terra em 2021, diz relatório

Segundo a CPT, fazendeiros, empresários e governos são os principais agentes por trás dos atos de violência no campo registrados no ano passado; situação piorou nos governos Temer e Bolsonaro, com desmonte de políticas públicas e aumento da concentração fundiária no país

Por Mariana Franco Ramos, em De Olho nos Ruralistas

Os grileiros, pessoas que se apossam ilegalmente de áreas públicas (devolutas) e privadas, foram responsáveis por 162 dos 1.242 conflitos por terras registrados em 2021 no Brasil, o que corresponde a 13%. Os dados constam do relatório anual divulgado nesta segunda-feira (18), em Brasília, pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). O lançamento ocorre historicamente em abril, mês da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária.

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