Depois de ter sido censurado, filme que conta os últimos dias de um dos principais nomes da resistência armada no Brasil chega às salas de cinema nesta quinta (4)
Gil Luiz Mendes, em A Ponte
Na entrevista coletiva, dada logo após a exibição de Marighella para jornalistas nesta sexta-feira (29/10) em São Paulo, Wagner Moura fazia questão de repetir que seu primeiro trabalho como diretor era um filme sobre amor. O sentimento aparece na relação entre pais e filhos, maridos e esposas. Amor pela causa revolucionária, amor pela dor e pela tortura. Amor por um país, seja de que lado for da trincheira que é apresentada durante as duas horas e 40 minutos de filme.
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