Exploração de ouro e diamantes na Amazônia não traz desenvolvimento à região, mostra estudo

  • Indicadores como PIB per capita, saúde e educação não têm alteração significativa para quem vive nos municípios onde se explora ouro e diamante na Amazônia Legal.
  • A mineração também deixa um rastro de destruição socioambiental, elevando o desmatamento nos lugares onde se instala.
  • Alternativas baseadas na bioeconomia, no extrativismo e na tecnologia aplicada à floresta são um caminho possível.
  • Imposto pago pela mineração tem vida breve, sugado pela má gestão, pela falta de transparência e pela corrupção.

Por: Maurício Angelo, em Mongabay

Uma análise dos indicadores sociais e econômicos de munícipios da Amazônia Legal onde houve exploração de ouro e diamantes mostra que a mineração não trouxe desenvolvimento humano para a população.

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A fatura da política antiambiental de Bolsonaro começa a chegar

ClimaInfo

A pressão internacional contrária à política ambiental de Bolsonaro está se intensificando – e, para desalento do agronegócio brasileiro, ameaçando criar problemas sérios para o comércio exterior do país nos próximos anos. Falamos ontem aqui das propostas apresentadas por ex-negociadores e lideranças climáticas dos EUA ao presidente Joe Biden, que buscam impor restrições à importação de produtos associados com o desmatamento ilegal.

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Trancoso, Arraial D’Ajuda, Caraíva: os jatinhos voaram, o coronavírus ficou

Levantamento indica o aumento expressivo dos novos casos de Covid-19 em Porto Seguro após o réveillon de aglomerações e festas em algumas das praias mais procuradas do país

Por Anna Beatriz Anjos, Bianca Muniz, Agência Pública

Ao longo de 2020, a moradora de Porto Seguro (BA) Firmiana Martins de Jesus Santos, de 64 anos, passou oito meses em quarentena na tentativa de se proteger da Covid-19. Diabética e hipertensa, deixou de trabalhar como cozinheira em um hotel da cidade, mas não conseguiu ficar parada em casa: criou um pequeno negócio de produção e venda de massas artesanais.

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D. Leonardo Ulrich Steiner, arcebispo de Manaus: “O presidente perdeu a sua humanidade”

No TUTAMEIA

Não houve preparação. Houve descaso, houve ignorância, houve negação da ciência, e nós estamos atualmente numa situação de muita dor. Existe muito sofrimento. Aqui na arquidiocese de Manaus, vieram a óbito, nesta segunda onda, quatro sacerdotes. Quatro! Também lideranças nossas, nas comunidades; ministros que levam a Palavra, a Eucaristia, também vieram a óbito. É difícil encontrar uma família que não tenha sofrido com o falecimento de algum ente querido. A situação é de imensa gravidade. Há filas de pessoas para serem internadas; há filas de pessoas para serem colocadas em UTIs, há filas de pessoas para serem levadas para outros Estados.”

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Agrofloresta ajuda a regenerar território indígena em Aracruz

Na aldeia tupinikim de Pau-Brasil, casal trabalha para regenerar floresta destruída e garantir soberania alimentar

Por Vitor Taveira, Século Diário

“Quando ia para a escola de ônibus, olhava o entorno da estrada de Aracruz e sonhava em ver tudo aquilo como floresta de novo”, conta Bárbara Favalessa Almeida, nascida e crescida na aldeia tupinikim Pau-Brasil, no município de Aracruz, litoral norte do Espírito Santo. Hoje, junto com seu companheiro Luiz Cláudio Santos, desenvolve a implantação de um sistema agroflorestal na área que foi usada para monocultivo de eucalipto para a indústria, mas foi retomada pela luta dos indígenas tupinikim e guarani décadas atrás. Uma estratégia para aliar a regeneração do território com a produção de alimentos.

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Em São Luís (MA), população sofre efeitos da contaminação da água em região de atuação da Vale

Em reunião com lideranças do bairro Gapara, MAB recebeu denúncias sobre má qualidade da água causando doenças aos moradores

por Movimento dos Atingidos por Barragens/MA

Famílias atingidas responsabilizam a Vale pelos casos de contaminação da água que abastece mais de 15 mil moradores da região do Itaqui Bacanga, em São Luís, capital do Maranhão.

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A pedido do MPF, Justiça declara inconstitucional norma que incentiva grilagem em terra indígena

IN da Funai contrariava direito dos indígenas às suas terras porque excluía dos cadastros públicos áreas em processo de demarcação, reivindicadas por grupos indígenas, e declaradas em estudo ou em processo de revisão de limites

Ministério Público Federal em Rondônia

Após ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal declarou que a Instrução Normativa 09 (IN 09) da Fundação Nacional do Índio (Funai) é inconstitucional e ilegal. A IN excluía as terras indígenas não homologadas do Sistema de Gestão Fundiária (Sigef) – incentivando a grilagem em terras indígenas –, porque permitia que posseiros tivessem declaração emitida pela Funai de que os limites de determinado imóvel não estavam dentro de terra indígena homologada.

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Dados de Bolsonaro e ministros do STF estão à venda na internet após megavazamento

O hacker está oferecendo informações em 37 categorias. Bolsonaro aparece com dados em 20, Maia, em 15, e Alcolumbre, 16. Entre os ministros do STF, Ricardo Lewandowski é o mais afetado

Por Estadão, no Agora RN

Após o megavazamento de dados de 223 milhões de CPFs, 40 milhões de CNPJs e 104 milhões de registros de veículos, dados de algumas das maiores autoridades do País estão à venda na internet. Entre os afetados estão o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) , o presidente do Senado, David Alcolumbre (DEM-AP), e os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). 

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Assessoria Jurídica do Cimi divulga nota técnica sobre resolução da Funai que restringe autodeclaração indígena

Ao atribuir para si o papel de definir quem é ou não indígena, Funai estabelece uma política integracionista que visa extirpar direitos indígenas e barrar demarcações, aponta nota

Por Cimi

A Assessoria Jurídica do Conselho Indigenista Missionário – Cimi produziu uma nota técnica sobre a Resolução nº 4, que foi publicada pela Fundação Nacional do Índio (Funai) no dia 22 de janeiro e estabelece “critérios complementares para a autodeclaração indígena”. Na avaliação da assessoria, a resolução é inconstitucional, viola dispositivos da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e contraria definições do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Manaus: as digitais de Pazuello na grande tragédia

Ministério da Saúde agiu para quebrar a força da quarentena no Amazonas. Pouco depois, começou o tsunami de internações e mortes. E mais: Brasil pode ter vacinas da Sputnik e Janssen — mas só se a negligência do governo terminar

por Maíra Mathias, em Outra Saúde

MEIO TERMO AO INVÉS DE LOCKDOWN
 O Ministério da Saúde atuou pela flexibilização das medidas de isolamento social no Amazonas quatro dias antes do colapso do sistema de saúde do estado. A informação é do jornal O Globo, e se refere a um debate que aconteceu em uma reunião entre autoridades estaduais e membros da equipe de Eduardo Pazuello no dia 10 de janeiro. Duas pessoas presentes no encontro relatam que o governo federal pediu a adoção de um “meio-termo” ao lockdown, medida defendida por especialistas há tempos. Coincidência ou não, no dia 14 de janeiro o governador Wilson Lima (PSC) assinou um decreto mantendo atividades não essenciais e circulação nas ruas, tendo como restrição mais severa um “toque de recolher”. Naquele momento, a crise da falta de oxigênio e vagas nos hospitais já estava explícita.

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