NOTA PÚBLICA – Nota sobre a prisão do advogado José Vargas Junior e sobre o desaparecimento de Cícero José Rodrigues de Souza em Redenção, sul do Pará

Organizações e Movimentos Sociais, entre elas a CPT regional Pará, divulgam Nota sobre a prisão do advogado José Vargas Junior, ocorrida em 1 de janeiro desse ano, e o desaparecimento de Cícero Rodrigues, em Redenção, no Pará. O documento destaca que: “Na necessária busca pela justiça no caso Cícero, cautelas têm que ser adotadas para que injustiças não sejam praticadas”. Confira a Nota na íntegra:

CPT

Nota sobre a prisão do advogado José Vargas Junior e sobre o desaparecimento de Cícero José Rodrigues de Souza em Redenção, sul do Pará

As entidades e movimentos que assinam a presente Nota acompanham com atenção e preocupação a prisão do advogado José Vargas Júnior, ocorrida no último dia 01 de janeiro, na cidade de Redenção-PA, bem como o desaparecimento de Cícero José Rodrigues, ocorrido em 20 de outubro de 2020, no mesmo município.

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Vacina chega após arrogância e erros homéricos de uma diplomacia brasileira limitada. Por Jamil Chade

Brasil deixou de aderir inicialmente a uma coalizão global pelas vacinas em abril, que daria prioridade aos brasileiros com vacinas. Optou por uma política que minava a confiança na Coronavac e investiu num pacote negacionista que explica o colapso de Manaus e a dor de milhares de famílias

em El País

Aqui jaz os restos conceituais da política externa do governo de Jair Bolsonaro, responsável por isolar o país do grupo das grandes democracias do mundo e destruir a reputação de uma nação. Na lápide da diplomacia do Brasil, essa bem poderia ser a descrição para quem um dia for visitar o memorial dedicado às ideias, projetos e políticas que não sobreviveram à pandemia.

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A esperança de Mônica e o silêncio constrangido de Jair

por Raquel Torres, no Outra Saúde

Após onze meses de um acúmulo de más notícias, ontem o Brasil pôde se permitir um suspiro de alívio ao ver a primeira pessoa sendo vacinada contra a covid-19 no país: a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, negra, obesa, diabética e hipertensa, que trabalha desde maio na UTI no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. Ela foi voluntária nos testes de fase 3 com esse imunizante, mas havia ficado no grupo que recebeu o placebo em vez da vacina. 

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Com decisão da Anvisa, governo foi encurralado pela ciência

Ex-ministro José Gomes Temporão diz que resta ao governo coordenar o processo de vacinação. Ministro da Saúde sofre pressão de governadores e anuncia que vacinação começa a partir de hoje

Por Redação RBA

Com a decisão deste domingo (17) pela Anvisa, de autorizar o uso imediato das vacinas do Instituto Butantan e da Fiocruz, o governo foi encurralado pela ciência, frente à sua postura ‘negacionista’. Essa é a avaliação do médico sanitarista e ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão, em entrevista ontem ao programa Brasil TVT.

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Chefe do Itamaraty rejeita mudanças nas políticas externa e ambiental e espera “compreensão” de Biden

No Climainfo

Ao que tudo indica, o Brasil não pretende mudar uma vírgula de sua estratégia diplomática com os EUA de Joe Biden, mesmo sob o risco de intensificar o isolamento político do país. Em entrevista à Bloomberg, o chanceler Ernesto Araújo refutou qualquer mudança por parte do governo brasileiro e disse esperar um esforço de “compreensão mútua” para evitar problemas no relacionamento bilateral. Ele também minimizou as preocupações ambientais da comunidade internacional com o Brasil, “exageradas pela mídia local e internacional”. O Valor publicou uma tradução da entrevista.

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Bolsonaro e ruralistas usam informações falsas para contestar Macron

No Climainfo

E segue a choradeira do governo federal pelas críticas feitas pelo presidente francês Emmanuel Macron ao impacto da produção de soja no desmatamento na Amazônia. Depois de Mourão e do chanceler Araújo dispararem os primeiros desaforos, Bolsonaro assumiu a linha de frente da reação do governo: no estilo “a melhor defesa é o ataque”, ele acusou Macron de fazer “politicalha” e de insistir fazer “campanha” contra o Brasil. “A França produz de soja 20% do que a cidade de Sorriso produz aqui em Mato Grosso. Fica falando besteira aí, ô, seu Macron, não conhece nem o seu país e fica dando pitaco aqui no Brasil”, disse Bolsonaro. Deutsche WelleEstadãoExameMetrópoles e O Globo repercutiram as declarações.

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Nota da Diretoria da KAMURI sobre a segunda onda da COVID-19

No IHU

“O que se tem, de fato, é falta de oxigênio e outros recursos indispensáveis em larga escala, falta de leitos, falta de profissionais de saúde e, principalmente, falta de coordenação nacional, por absoluta incapacidade do atual ocupante da pasta da saúde e pelo caráter obtuso e pelo exemplo negativo do ocupante da Presidência da República, liderando as atitudes de descaso e desrespeito de parte da população à recomendações dos profissionais de saúde”, escreve a diretoria da Associação KAMURI.

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Pandemia e violência doméstica: um beco sem saída se não houver políticas públicas efetivas de proteção às mulheres. Entrevista especial com Fernanda Vasconcellos

De acordo com a pesquisadora, o enfraquecimento das redes de proteção às mulheres torna a situação brasileira, que historicamente é ruim, urgente e dramática

Por Ricardo Machado, no IHU

No Brasil a violência de gênero é uma das indeléveis marcas de como nossa civilização foi construída, também, sobre os alicerces da violência. A crise sanitária global, combinada com políticas públicas conservadoras em relação à proteção das mulheres, produziu novos contornos em relação a esta problemática no Brasil. “A situação brasileira é realmente lastimável no que se refere a estratégias de proteção e enfrentamento da violência contra as mulheres durante a pandemia: apenas foram ampliados serviços online e telefônicos para o atendimento de mulheres em situação de violência. Um reflexo disso, unido à dificuldade de acessar os serviços físicos de atendimento, é o aumento de 3,9% de procura pelos serviços de atendimento das polícias militares, o disque 190”, explica a professora e pesquisadora Fernanda Vasconcellos, em entrevista por e-mail à IHU On-Line.

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O pacto entre traficantes e milicianos evangélicos proibindo religiões afro-brasileiras no Rio

Em vídeo, o professor de História Contemporânea, Francisco Teixeira, explica o novo poder das milícias.

Por Jornal GGN, no IHU

Um inquérito da Polícia Civil do Rio, obtido pelo Globo nos primeiros dias de 2021, revelou o tal pacto fechado entre traficantes e milicianos do Quitungo, em Brás de Pina, para integrar a quadrilha e a comunidade ao “Complexo de Israel”, que já abrangia Vigário Geral, Parada de Lucas e Cidade Alta.

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Dois anos de desgoverno – a extinção do Ministério do Trabalho

Quem mais perdeu no caótico jogo de forças da atual conjuntura brasileira foram os trabalhadores

Por José Raimundo Trindade, em A Terra é Redonda

Encerrado o segundo ano de governo de Bolsonaro poderíamos afirmar com boa certeza que quem mais perdeu no caótico jogo de forças da atual conjuntura brasileira foram os trabalhadores. Essa conclusão introdutória poderia ser tratada como um prévio desfecho das inumeráveis perdas de direitos e, como iremos expor, precarização das relações de trabalho vicejantes nos últimos anos, porém o buraco parece ser ainda mais profundo, ao que tudo indica temos de fato em movimento forças de ataque total ao trabalho minimamente organizado.

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