por Maíra Mathias e Raquel Torres, em Outra Saúde
RESPONSÁVEL DIRETO
Se o governo Bolsonaro tivesse aceitado de pronto a oferta de vacinas feita pelo Instituto Butantan em outubro do ano passado, o país poderia ter até agora 100 milhões de doses da CoronaVac; mas, como o acordo só foi assinado em janeiro deste ano, foram entregues 47,2 milhões. A informação foi dada pelo diretor do Butantan, Dimas Covas, à CPI: “Em janeiro, os parceiros internacionais, a Sinovac, já tinham outros compromissos. O ambiente internacional era outro, de falta de vacinas. Portanto, ainda era possível o fornecimento de 100 milhões de doses, mas num outro cronograma, não mais até maio. Nós já estávamos falando em agosto e setembro deste ano”, disse ele.
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