Com Bolsonaro, 1º de abril é todo dia; presidente diz 3 mentiras por dia de mandato

Levantamento mostra que presidente não se constrange em mentir; em 820 dias de governo, foram 2.662 declarações falsas

Por Igor Carvalho, no Brasil de Fato

Desde que assumiu, em 1 de janeiro de 2019, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já mentiu 2.662 vezes, uma média de 3,2 declarações falsas por dia de mandato. Os dados são de um  levantamento realizado pelo site Aos Fatos.

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Feirinha da Pavuna, Patrimônio da População Negra do Rio de Janeiro

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Por Ingra Maciel, no Rio On Watch

Enquanto tomo um café, ouço no fundo um samba e o canto dos pássaros que passeiam todas as manhãs pelas palmeiras que arejam meu quintal. Não fosse a pandemia, com certeza essa semana eu já teria frequentado algumas vezes, um dos pontos mais movimentados do bairro: a Feirinha da Pavuna. De um lado, feirantes e suas barracas de legumes, frutas e verduras. Do outro, um pouco de tudo o que é necessário em um lar.

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Defensores de tratamento precoce contra a covid-19 atacam perfil Sleeping Giants

Campanha que associa genocídio a Sleeping Giants envolveu perfis com alta probabilidade de automação e sites acusados de desinformação, aponta levantamento

Por Ethel Rudnitzki, na Agência Pública*

No dia 24 de março, quando o Brasil atingiu a triste marca de 300 mil mortes por Covid-19, uma hashtag no Twitter associou o movimento Sleeping Giants a um termo que vinha sendo utilizado para criticar as ações do presidente Jair Bolsonaro na pandemia: a palavra genocida.

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Frente Parlamentar Indígena manifesta apoio a Apib e a Sônia Guajajara

Na Apib

A Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas (FPMDDPI) manifesta seu repúdio à carta do grupo intitulado “agricultores e produtores indígenas”, publicada no dia 29 de março no site da Fundação Nacional do Índio (Funai). O documento traz ataques e inverdades contra a coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Sônia Guajajara.

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EUA sabiam da tortura na ditadura brasileira e poderiam intervir se quisessem

Documento oficial aponta pela primeira vez possível destino do militante Stuart Wright, filho de missionários norte-americanos, desaparecido em 1973. Texto diz que, se Washington manifestasse interesse, talvez pudesse “salvá-lo de algumas horas de tortura”

Por Eduardo Reina, no El País Brasil

Mais que influenciar o Governo durante o golpe de Estado em 1964 no Brasil e a ditadura, os Estados Unidos acompanhavam todos os detalhes nos porões militares durante os piores anos da repressão nos anos 1960 e 1970. Promoviam intervenções em casos que envolviam seus interesses diretos. Principalmente se o opositor tivesse cidadania norte-americana. É o que revela documento de dezembro de 1973, apontando que o militante da Ação Popular Marxista Leninista (APML) Paulo Stuart Wright, desaparecido desde então, “foi preso no final de setembro em São Paulo e removido para a Cenimar (Centro de Informações da Marinha) no Rio”. É a primeira vez que um documento oficial aponta o possível destino de Stuart Wright.

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Átila Rohrsetzer pode ser o primeiro brasileiro condenado por crime da ditadura na operação Condor

Assassinato do ítalo-argentino Lorenzo Viñas Gigli em 1980 está em julgamento em tribunal na Itália sem presença do acusado, que vive no litoral de Santa Catarina. Juízo internacional dribla a lei da Anistia que protege militares de prestar contas sobre crimes no regime de exceção

Por Aiuri Rebello, no El País Brasil

Os agentes da Polícia Federal já sabiam que o montonero ítalo-argentino Lorenzo Ismael Viñas Gigli, à época com 25 anos, estava no ônibus vindo de Santa Fé naquela noite de 26 de junho de 1980, na fronteira entre Paso de Los Libres e Uruguaiana. De acordo com o relato do motorista à esposa dele, os agentes foram direto até sua poltrona, a de número 11, reservada com um nome falso dias antes, e o retiraram do veículo sem perguntas. Perseguido pela ditadura militar da Argentina e pai de uma menina recém-nascida 20 dias antes, desapareceu na Operação Condor quando tentava viabilizar uma fuga para a Itália com a família a partir do Brasil. Mais de 40 anos depois, esse crime com vítima argentina e algozes brasileiros deve ser julgado definitivamente na justiça italiana até o final do mês.

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Em meio a desmonte de proteção ambiental, Adote Um Parque tem cara de “greenwashing”

Empresas verdadeiramente comprometidas com o meio ambiente não devem aderir ao programa do governo, que tenta mascarar os sucessivos ataques feitos à proteção das Unidades de Conservação

Por Antonio Oviedo, Nurit Bensusan e Silvia Futada, no ISA

O programa federal Adote um Parque parece mais uma cortina de fumaça para encobrir o desmonte da área ambiental do Estado brasileiro. Lançado no início de fevereiro, o programa permite que empresas “adotem” uma Unidade de Conservação, doando um aporte de dinheiro para aquela área. O envolvimento da sociedade brasileira com a manutenção dos parques nacionais e outras unidades de conservação é um desejo nutrido por todos que trabalham com essas áreas. Assim, pode parecer que o “Adote um Parque” é uma ótima ideia. Mas não é.

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Nota Técnica da FSP/USP: a expectativa de imunidade coletiva por contágio causa milhares de mortes de brasileiros

Na Abrasco

Diante das mais de 310 mil mortes evitáveis em decorrência da Covid-19 no Brasil, a Congregação da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP), divulgou, nessa semana (29/3) uma Nota Técnica, reivindicando uma coordenação nacional no enfrentamento à pandemia de Covid-19 responsabilização das autoridades que não estão assumindo seu dever constitucional de proteger a saúde das brasileiras e brasileiros. Leia, abaixo, trechos da Nota Técnica, e acesse o site da FSP/USP para conferir o documento na íntegra:

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O rato ruge

Mauro Iasi analisa a possibilidade de ruptura institucional por parte do presidente miliciano diante das consequências dramáticas do caos pandêmico, dos acordos com o centrão e da crise com as forças armadas.

Por Mauro Luis Iasi, no Blog da Boitempo

“Todo homem nasce original e morre plágio”
“Nunca tantos deveram tanto a tão porcos”
Millôr Fernandes

É inegável que o presidente miliciano sempre teve como intencionalidade a ruptura institucional, uma espécie de saudosismo do golpe de 1964 e da ditadura que se seguiu. Temos afirmado com certa insistência em nossas colunas que o bufão na presidência contava com certos recursos para, pelo menos, dar uma base aos seus arroubos, principalmente no suposto apoio de segmentos das forças armadas, sua base social apoiada nas milícias e nas organizações ditas religiosas, além da base eleitoral que lhe auferiu os mais de 57 milhões de votos.

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Crise militar no Brasil entra no radar internacional por temor de ruptura democrática. Por Jamil Chade

Queda do ministro e de comandantes das Forças Armadas acende alertas sobre o tamanho do conflito institucional no país que já registra retrocessos significativos

No El País Brasil

“Teste de estresse”. Esse é o termo que diplomatas estrangeiros passaram a usar para descrever a situação que vive a democracia brasileira. Os eventos dos últimos dias acenderam os alertas internacionais em relação a uma eventual crise institucional no país, enquanto governos buscam saber se os gestos políticos por parte do Palácio do Planalto representam um risco real de ruptura democrática.

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