Organizações e movimentos lançam observatório popular para assegurar o direito à Alimentação Escolar

Observatório surge para monitorar e incidir em defesa da garantia do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)

Da Página do MST

O Observatório da Alimentação Escolar (ÓAÊ) será lançado na próxima quarta-feira (10/2), às 17h, numa transmissão ao vivo, com o objetivo de mobilizar a sociedade sobre a importância do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

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MPF, indígenas e antropólogos questionam resolução da Funai que restringe autodeclaração indígena

Articulação dos Povos Indígenas do Brasil e Associação Brasileira de Antropologia apontam falta de embasamento científico e constitucional da medida

Cimi

Nesta semana, manifestações do Ministério Público Federal (MPF), de organizações da sociedade civil e de povos indígenas questionaram a constitucionalidade e o caráter integracionista da resolução da Fundação Nacional do Índio (Funai) que estabelece uma série de critérios para o processo do que define como “heteroidentificação indígena”.

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Quem tem autoridade para identificar indígenas? Por Manuela Carneiro da Cunha

Na Comissão Arns

Chegou-me há poucos dias o Parecer da Procuradoria Jurídica da FUNAI que teria fundamentado essa Resolução. Como o tal Parecer me cita extensa e elogiosamente, cabe-me declarar que as citações literais de meus textos são fiéis, mas que de nenhuma forma justificam a Resolução da FUNAI.

A questão central está posta: quem tem autoridade para identificar indígenas?

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Ação da Funai sobre identidade indígena retoma plano frustrado da ditadura. Por Rubens Valente

No Uol

A resolução criada pela Funai (Fundação Nacional do Índio) para estabelecer critérios de identificação de indígenas é a retomada de uma iniciativa da ditadura militar que acabou arquivada pelo próprio governo militar, tamanha a reação contrária que a ideia produziu na época. Em abril de 1982, o então presidente da Funai, o coronel-aviador reformado da Aeronáutica Paulo Moreira Leal, mandou suspender “toda e qualquer atividade” que tratasse, dentro do órgão, de “planos e critérios de indicadores de indianidade”.

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Rio Negro: recolhendo os passos dos nossos mortos. Por José Ribamar Bessa Freire

No Taqui Pra Ti

Isaías Baniwa, 53 anos, líder indígena de projeção nacional, nascido lá em Ucuqui Cachoeira, berço da humanidade e “umbigo do mundo”.

Valdomiro Arara, outro líder indígena Baniwa, guardião da floresta, saboreava sempre o mingau de farinha (kamokaa) e de tapioca (mitti).  

Valeriano Baré, 78 anos, sábio performático nascido no Rio Preto – Santa Isabel, gostava de contar histórias para seu neto Fidelis Baniwa.

Quintina Tuyuka, 74 anos, dona de mãos mágicas que temperavam como ninguém a quinhapira, o “prato nacional” do Rio Negro.  

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Há uma invasão evangélica com apoio da Funai para disseminar que a vacina é ‘obra do demônio’, denuncia liderança indígena

A líder indígena Cristiane Julião Pankararu denunciou à TV 247 no programa Giro das 11 o horror pelo qual diversas comunidades dos povos originários estão passando. Pastores e líderes evangélicos radicais estão atuando nas reservas com apoio da Funai para desencorajar os indígenas a tomarem a vacina contra Covid. Assista

Brasil 247

247 – A líder indígena Cristiane Julião Pankararu denunciou no Giro das 11, da TV 247, o horror pelo qual diversas comunidades vêm passando durante a pandemia da Covid-19. Além de serem um dos grupos sociais mais afetados, ela denunciou o abuso praticado por grupos evangélicos e pela própria Funai, com pastores e líderes evangélicos pressionando os indígenas a não tomarem a vacina, com um discurso negacionista.

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Após quebrar pedras sob viaduto, padre Júlio leva flores a população de rua

Sacerdote da Pastoral do Povo da Rua participou de ato em viaduto onde a Prefeitura de São Paulo havia colocado pedras para expulsar os moradores de rua e pediu uma ‘cidade mais humana’

Na Ponte

Quatro dias após arrancar a marretadas algumas das pedras fincadas pela Prefeitura da cidade de São Paulo sob o Viaduto Antonio de Paiva Monteiro, na Avenida Salim Farah Maluf, zona leste da capital paulista, o padre Júlio Lancellotti, sacerdote da Pastoral do Povo da Rua da Arquidiocese de São Paulo, espalhou e cobriu o concreto cinza do local com diversas flores coloridas neste sábado (6/2).

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Com recomendação de publicação da tese na íntegra, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social tem o primeiro doutor indígena

Por Irina Coelho, Ascom Ufam

O discente João Paulo Lima Barreto, indígena da etnia Yepamahsã  (Tukano), na tarde da última quinta-feira, 4 de fevereiro, via videoconferência, defendeu sua tese de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia  da Universidade Federal do Amazonas (PPGAS/Ufam). A banca, formada pelos professores da Ufam, Gilton Mendes dos Santos (orientador), Carlos Machado Dias Júnior e Deise Lucy Oliveira Montardo; pelo o professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), docente Geraldo Luciano Andrello, e a professora da Universidad Nacional Mayor San Marcos (Lima/Peru), Luisa Elvira Belaunde, apontou a contribuição do estudo para a Antropologia brasileira e recomendou a publicação do trabalho na íntegra.

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Eleição na Câmara e no Senado deixou Bolsonaro com centenas de dívidas. Por Janio de Freitas

Não sendo vitória política, dívida é igual a cobrança, e cobrança em política é incerteza e instabilidade

Na Folha

Os que viram o fim da possibilidade de impeachment na entrega da Câmara a comando bolsonarista, ou antes estavam esperançosos demais, ou agora estão conclusivos demais. Apesar da aparência, o que Bolsonaro obteve não foi uma vitória política. Antes e mais, está para negócio bem-sucedido, como podem ser os negócios que operam à margem dos formalismos legais.

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Justiça suspende demissões de trabalhadores da Ford em Taubaté e Camaçari; presidência da CDHM acompanha o caso

Por Pedro Calvi / CDHM

Na noite desta sexta-feira (5), a Justiça do Trabalho concedeu liminar que proíbe a demissão coletiva de trabalhadores da Ford da fábrica de Taubaté (SP). Mesma atitude foi tomada pela justiça baiana.

Em Taubaté, a decisão é da juíza de Taubaté Andréia de Oliveira em uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). A juíza determina que a empresa apresente, em 30 dias, um cronograma de negociação coletiva e que nenhum funcionário seja desligado antes disso.

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