Vacinação pelo empregador joga contra a solidariedade e o Estado Social. Por Jorge Luiz Souto Maior e Valdete Souto Severo

Em meio a um processo de vacinação sem planejamento e insuficiente, muitas pessoas estão defendendo a possibilidade de comercialização privada das vacinas, o que, bem sabemos, atenderia apenas a pequena parcela da população brasileira que tem o dinheiro necessário para garantir a sua dose de imunização

No Le Monde Diplomatique Brasil

Certamente, a maioria de nós está bastante abalada por conta dos efeitos desastrosos da Covid–19. Todos temos amiga e amigos, conhecidas e conhecidos ou parentes que sofreram com a doença; muitos perdemos pessoas próximas. A pandemia afeta os corpos de modos diversos, atinge também as crianças, leva à morte pessoas que não estão em grupos considerados de risco, provoca sequelas neurológicas mesmo naquelas e naqueles em que os sintomas são considerados leves. Trata-se, portanto, de uma situação que traz desafios constantes para a nossa sanidade física e mental.

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A hipocrisia de fazer do ministro Pazuello o bode expiatório para tentar salvar Bolsonaro. Por Juan Arias

Esta história de querer fazer de Pazuello um bode expiatório leva a pensar se os militares não se sentirão humilhados ao ver um general da ativa investigado por crimes contra a vida

No El País

O fato de o Supremo Tribunal Federal ter acatado o pedido de inquérito  apresentado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, contra o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, por seus possíveis crimes no combate à pandemia em Manaus, enquanto poupou o presidente Bolsonaro, é uma grande hipocrisia. É fazer de Pazuello o bode expiatório para salvar seu chefe.

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Audiência Pública “Fusão ICMBio e Ibama”: assista ao vivo pelo canal do MPF no Amazonas no YouTube

Evento ocorrerá via plataforma online na próxima segunda-feira (1), às 9h (horário de Brasília); somente interessados em realizar intervenção oral nos debates deverão se inscrever previamente

Promovida pelo Ministério Público Federal (MPF), a audiência pública “Fusão entre ICMBio e Ibama: impactos sobre a Amazônia”, que ocorrerá na próxima segunda-feira (1), poderá ser acompanhada ao vivo pelo canal do MPF no Amazonas no YouTube, sem necessidade de inscrição. Com início previsto para as 9h (horário de Brasília), o público em geral poderá acessar a audiência e formular perguntas por escrito através da funcionalidade de chat do YouTube, por onde ocorrerá a transmissão on-line.

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Com Covid-19, Guerreiro Aruká Juma, último da etnia, está internado em hospital de Humaitá

Por Luciene Kaxinawá, no Amazônia Real

Porto Velho (RO) – O último guerreiro da etnia Juma, Aruká Juma, de 86 anos, está internado no setor de isolamento para pacientes de Covid-19 do Hospital Sentinela, em Humaitá, sul do Amazonas. O primeiro exame em 17 de janeiro deu negativo. Mas Aruká apresentou sintomas de gripe e febre no dia 22 e foi atendido pela primeira vez no Sentinela. Depois foi transferido para a Casa de Atendimento de Saúde Indígena (Casai).

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Garimpo em rios de Rondônia é regulamentado por decreto do governador coronel Marcos Rocha

Texto foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (29) e já está em vigor. Documento também revoga o decreto n° 5.197, que proibia extração de minério ou garimpagem no Rio Madeira.

Por G1 RO

O governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha (sem partido), assinou um decreto que regulamenta garimpo em rios do estado. O documento foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (29) e já está em vigor.

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Quintais produtivos: uma legítima ciranda agroecológica

Por Lígia Kloster Apel

“Minha ciranda não é minha só, ela é de todos nós”. Assim conta, canta e encanta Lia de Itamaracá, dançarina, cantora e compositora da ciranda brasileira. O que esse encanto da canção Minha Ciranda, de Lia, tem a ver com a vida das mulheres marisqueiras da Ilha Grande do Piauí, no Delta do Parnaíba? Justamente: o cantar, o contar e o ENcantar. Quando Lia canta sua Ciranda, nós, os brincantes, somos envolvidos por sentimentos de ternura, afeto, comunhão, solidariedade… HUMANIDADE. Da mesma forma, ao abrir suas portas para nos contar sobre suas vidas, essas marisqueiras nos encantam com suas histórias, afazeres, realidades e formas de vida.

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Nota à imprensa sobre conflitos na aldeia Limão Verde, em Amambai (MS)

MPF esclarece o caráter de mediação na atuação do órgão no tocante à disputa pela liderança da comunidade

Nesta sexta-feira (29 de janeiro) pela manhã, grupo de indígenas ligado ao capitão da aldeia Limão Verde, Alimer Nelson, fechou a rodovia MS-156, na entrada da referida comunidade. No conflito existente em tal aldeia pela disputa da liderança, o MPF atua somente como mediador, propondo soluções, apaziguando e conciliando os ânimos dos lados contrapostos. A Constituição Federal e a Convenção 169 da OIT garantem às comunidades indígenas autonomia interna e capacidade de auto-organização, e o MPF respeita totalmente tais direitos dos indígenas.

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Justiça determina atendimento em saúde para indígenas residentes em áreas urbanas de Campo Grande (MS)

Pedido foi feito pelo MPF em julho de 2020. União tem 90 dias para contratar equipes multidisciplinares de saúde indígena

A 2ª Vara Federal de Campo Grande (MS) atendeu a pedido formulado pelo Ministério Público Federal (MPF) e determinou que a União promova, no prazo de 180 dias, a identificação e o cadastramento de todos os indígenas residentes em áreas urbanas do município de Campo Grande sem acesso ao Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, com posterior distribuição do Cartão SUS. Também determinou que a União preste atendimento à saúde regular e efetivo aos indígenas em questão; e que contrate, no prazo de 90 dias, equipes multidisciplinares de saúde indígena para realizar os atendimentos.

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MG: Justiça manda Facebook excluir vídeo que imputa ‘ostentação’ a líder indígena

De Estadão Conteúdo, no Diário do Sudeste

A Justiça de Minas Gerais determinou que o Facebook tire do ar uma publicação ofensiva à uma liderança indígena de Manga, cidade localizada no Vale do São Francisco, a 574 km de Belo Horizonte. É que a página “Missões em Foco”, que não divulga quem são seus administradores, postou um vídeo que acusa a mulher de usar de sua posição no movimento social para custear “sua vida de ostentação”. A publicação foi feita em outubro do ano passado.

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Gabarito do Enem foi mudado porque tinha erro, não por questão de racismo, alega presidente do Inep

Resposta divulgada inicialmente afirmava que não aceitar alisamento de cabelo era ‘postura de imaturidade’. Inep mudou alternativa correta para ‘atitude de resistência’.

Por Shin Suzuki, G1

O presidente do Inep, que organiza o Enem, disse que a resposta do gabarito a uma pergunta que cita o livro “Americanah”, da nigeriana Chimamanda Ngozi Adichi, foi alterada porque tinha um erro, não por haver “questão de racismo”.

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