Nota Pública: “PGR cumpre com seus deveres constitucionais em meio à pandemia”

“O Decreto Legislativo 6, de 20 de março de 2020, reconheceu o estado de calamidade pública no país até 31 de dezembro de 2020. Em 30 de dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) estendeu a validade dos dispositivos da Lei 13.979/2020, que estava vinculada ao prazo do Decreto Legislativo 6, mantendo em vigor as medidas sanitárias para combater a pandemia da covid-19.

O estado de calamidade pública é a antessala do estado de defesa. A Constituição Federal, para preservar o Estado Democrático de Direito e a ordem jurídica que o sustenta, obsta alterações em seu texto em momentos de grave instabilidade social. A considerar a expectativa de agravamento da crise sanitária nos próximos dias, mesmo com a contemporânea vacinação, é tempo de temperança e prudência, em prol da estabilidade institucional.

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Colóquio de Mudanças Climáticas e Territórios Negros (2021)

O Colóquio de Mudanças Climáticas e Territórios Negros é uma atividade que integra o projeto piloto “Mudanças Climáticas em face do Reconhecimento dos Territórios Negros” realizado pela Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) – ABPN, em parceria com o Instituto de Clima e Sociedade (ICS).

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Estimuladas por Bolsonaro, 97 áreas indígenas foram invadidas em 2020

A Comissão Pastoral da Terra registrou 178 invasões, bem mais que as 9 de 2019. Foram invadidas também 21 áreas quilombolas e 19 de famílias posseiras

Por Redação RBA

Dados preliminares da Comissão Pastoral da Terra (CPT) indicam a invasão de 97 áreas indígenas em 2020 pelo setor privado. Com o apoio do governo de Jair Bolsonaro, 21 áreas quilombolas e 19 ocupadas por posseiros também foram invadidas. Ao todo foram registradas 178 invasões, com uso de violência, contra 55.821 famílias.

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Brasil precisa de mais que uma vacina para evitar múltiplos colapsos como o de Manaus. Por Miguel Nicolelis

Capital do Amazonas anunciou em alto e bom som para todo país: eu sou você amanhã. Sem ‘lockdown’, um grande número de municípios corre o risco de sofrer uma crise de abastecimento de insumos médicos e evoluir para uma falência funerária

No El País Brasil

Neste domingo, milhões de brasileiros acompanharam o passo a passo da maior decisão científica de que se tem notícia na história do Brasil, pelo menos no que tange ao potencial impacto na vida nacional num momento de crise. Com se assistissem aos votos dados por jurados de um desfile das escolas de samba, a maioria dos nossos compatriotas foi repentinamente introduzida, sem nenhum preparo prévio, ao lingo técnico, às pompas, e a todo o processo deliberativo empregado há década pela Anvisa para aprovar um nova vacina ou medicamento. Pouco entendendo o conteúdo dos votos, muitos sabiam apenas que pelo menos três dos cinco diretores da Anvisa precisariam aprovar as vacinas para que elas pudessem ser usadas em território nacional.

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“Nossa reserva de oxigênio está zerada e estamos entrando em desespero”. Colapso atinge cidade do Pará

No município de Faro, casos de covid-19 após o fim de ano e a escassez de infraestrutura levaram ao limite o serviço de atendimento da cidade, que recorre a cidades vizinhas e doações

Por Eloísa Mendonça, no El País Brasil

O colapso do sistema de saúde do Amazonas, onde faltam leitos e oxigênio para atender pacientes, em meio ao avanço de casos de coronavírus, começa a se replicar na região da fronteira com o Estado do Pará. No município de Faro, no oeste paraense, a alta de registros de covid-19 após as festas de fim de ano e a escassez de infraestrutura e equipamentos levaram ao limite o serviço de atendimento do local, que já precisa pedir ajuda às cidades vizinhas e recorrer a doações. 

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Defensor de ocasião da saúde pública, Doria tem histórico de atuação contra o setor

Durante pandemia, governador enfatizou o papel do Instituto Butantan e dos hospitais públicos, mas nem sempre foi assim

Redação Brasil de Fato

Após a aprovação da Coronavac pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no domingo (17), o governador João Doria afirmou que “a vacina é uma lição para vocês, autoritários que desprezam a vida”, numa referência às ações negacionistas diante da pandemia de covid-19, frequentemente endossada pelo presidente Jair Bolsonaro. 

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Os 25 anos do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)

Frei Sérgio relembra o surgimento do MPA, a evolução das pautas e os desafios atuais

Frei Sérgio Antônio Görgen*, Brasil de Fato

Um forte grito ecoou nas beiras das estradas gaúchas 25 anos atrás, denunciando o abandono diante de uma severa estiagem e exigindo apoio governamental para sobreviver no campo.

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Conheça as mineradoras mais caloteiras do Brasil

Por trás dos calotes de mais de R$ 8,6 bilhões estão empresários, grandes herdeiros, políticos e grupos do exterior

Por Caio de Freitas Paes, Agência Pública

O tempo passa, mas a agonia de mais de 5 mil moradores nos arredores de Sarzedo (MG) permanece como legado do rompimento da barragem da Vale na vizinha Brumadinho. Duas semanas depois do ocorrido, a comunidade em torno do bairro Brasília agrupou-se para cobrar segurança em relação à barragem de outra mineradora, a Itaminas S/A, a 6 km do palco da tragédia. À época, não havia nem sirenes para avisá-los caso ela entrasse em colapso, segundo moradores ouvidos pela Agência Pública. “Primeiro veio o baque, a tristeza, mas depois saímos batendo de porta em porta, chamando o pessoal pra conversar sobre o que a Itaminas faz conosco”, diz Maria José Ramos Soares. Conhecida como dona Lia, ela e a comunidade vivem ressabiadas com a B4, uma das três barragens da empresa diante de suas casas, a 50 km de Belo Horizonte. 

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Famílias de Batateiras denunciam empresário por descumprimento de ordem judicial

Na CPT NEII

Apesar da existência de uma liminar concedida no dia 05 de janeiro, famílias camponesas da comunidade de Batateiras, em Maraial (PE), relatam que o empresário Walmer Almeida da Silva ainda segue turbando suas posses. Nesse domingo (17), elas afirmaram que o gado do empresário continua presente nos sítios, destruindo plantações e fontes de água da comunidade. Com isso, o empresário descumpre a ordem judicial que o proíbe de cometer qualquer perturbação nas posses, sob pena de multa de até R$30 mil.

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Artigo: Na pandemia, Exército volta a matar brasileiros

Pazuello e outros generais operam o projeto de Bolsonaro: fazer com que morra um número cada vez maior de pessoas

por Luiz Fernando Vianna, em Época

Em vários momentos da nossa história, o Exército brasileiro se pôs a matar a população em grande quantidade. Na Revolta de Canudos, por exemplo, destruiu um povoado de 25 mil habitantes, na Bahia, em 1897. Nem as crianças foram poupadas.

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