Após intervenção da Defensoria, comunidade caiçara do Vale do Ribeira obtém autorização para instalação de energia elétrica

Por DPE/SP

A reivindicação das famílias que residem na comunidade caiçara de Juruvauva, no Vale do Ribeira, que pediam a instalação de energia elétrica no local, finalmente foi atendida. Diante da iminência de um indeferimento da solicitação, uma vez que a Fundação Florestal já havia elaborado relatório preliminar projetando impactos ambientais negativos na área em caso de implementação da rede, a comunidade solicitou a atuação da Defensoria Pública de SP. Continue lendo “Após intervenção da Defensoria, comunidade caiçara do Vale do Ribeira obtém autorização para instalação de energia elétrica”

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Comunidade de Campo Formoso sofre com a ausência e deficiência das políticas públicas

Por Comunicação Irpaa

A comunidade de Atalho, no interior de Campo Formoso, na Bahia, carrega ao longo de sua história um processo de negação aos direitos sociais, direitos como acesso a educação, água em quantidade e qualidade, moradia, segurança alimentar, ao trabalho entre outros direitos que são essenciais para garantir uma vida digna a população. Na última terça-feira (04), a equipe do Irpaa esteve reunida com a comunidade para apresentar o projeto Pró-Semiárido, que está sendo executado no município de Campo Formoso e Atalho é uma das 36 comunidades contempladas. Continue lendo “Comunidade de Campo Formoso sofre com a ausência e deficiência das políticas públicas”

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Perus, um encontro de histórias para preservar a memória

Bairro da periferia paulistana, cenário da vala clandestina com mais de mil ossadas, abriga histórico de mobilização social. Mudanças políticas preocupam grupo responsável pelos trabalhos de análise

por Vitor Nuzzi, RBA

Em Perus, na região noroeste da cidade de São Paulo, a 30 quilômetros do coração da capital, surgiu, em 1926, a Companhia Brasileira de Cimento Portland. A Cimento Perus foi a primeira fábrica do setor no Brasil. Dali, na década de 1960, se desencadeou o movimento conhecido como greve dos sete anos (1962-1969). O episódio marcante da luta operária do século 20 entrou para a história da cidade tanto quanto o pioneirismo da fábrica para o desenvolvimento econômico local. Continue lendo “Perus, um encontro de histórias para preservar a memória”

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Chacina de Pau D’Arco, no Pará, não pode ficar impune, dizem ativistas

Por Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil

A morte de dez camponeses, dia 24 de maio deste ano, em uma operação policial em Pau D’Arco, no Pará, não pode cair no esquecimento nem ficar impune. O pedido foi feito por lideranças sociais que acompanham o caso e parentes das vítimas, durante ato público na noite desta quarta-feira (5), na sede regional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Rio de Janeiro. Continue lendo “Chacina de Pau D’Arco, no Pará, não pode ficar impune, dizem ativistas”

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Por que a PM é tão avessa aos direitos humanos?

Almir Felitte – Justificando

Na última terça-feira (27), o centro de São Paulo foi testemunha de mais um assassinato pelas mãos da Polícia Militar. Em ação na Favela do Moinho, Leandro de Souza Santos, 18 anos, acabou sendo morto por policiais da ROTA. Segundo a Ouvidoria da PM, há denúncias de que, antes de morto, ele teria sido torturado com o uso de um martelo. O caso se soma às mais de 3 mil mortes anuais decorrentes de ações policiais no país. Continue lendo “Por que a PM é tão avessa aos direitos humanos?”

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Sociologia e o mundo das leis: racismo, desigualdades e violência

Paulo Ramos* – Justificando

Foi com muita satisfação que recebi o convite do Justificando para ser colunista no portal. Senti que escrever aqui seria uma forma de retribuir o gosto de poder receber regiamente as reflexões que a equipe vem produzindo desde que surgiu. Mas, o que seria um sociólogo falando ao mundo das leis, uma vez que o Justificando surgiu de um coletivo de advogados? Continue lendo “Sociologia e o mundo das leis: racismo, desigualdades e violência”

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Sobre realidades que escapam às palavras

Ou sobre palavras que não podem comportar a vida…

Por: Raial Orotu Puri – Crônicas Indigenistas

Para entender esse texto, gostaria de propor uma pequena analogia: se você tem em suas mãos apenas um filete de palha, você só consegue riscar o chão. Agora se você junta uma quantidade considerável de filetes, e o ata em um feixe, e depois junta outros mais em número adequado, e então faz uma vassoura, e com ela você pode varrer um terreiro. Pois bem, o processo dessa reflexão que aqui proponho é parecido com este, visto que com ele, tenho intenção de fazer uma pequena faxina na minha cabeça, limpando-a de certa quantidade de ideias que, no fim, podem ser atadas em um conjunto, visto que estão ligadas a uma mesma questão problemática para mim, qual seja, a impossibilidade de decodificação de certas coisas da vida em palavras, sobretudo em textos, mais ainda em textos acadêmicos. Continue lendo “Sobre realidades que escapam às palavras”

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Festival de cinema exibe produção indígena em Salvador

O Festival Cine Kurumin acontece de 12 a 16 de julho em Salvador, com produções audiovisuais com temáticas indígenas, mostras e debates com realizadores dos filmes

Durante cinco dias do mês de julho, o Cine Kurumin traz à Salvador uma programação completamente voltada às questões indígenas. O evento acontecerá na Saladearte Cinema do Museu, com filmes que participam das mostras competitivas de curta e longa-metragem, incluindo produções internacionais, a maior parte inédita no Brasil e com a mostra “Cinema das Mulheres Indígenas”, que retrata a produção audiovisual realizada por mulheres indígenas no continente americano. Uma programação paralela acontece no Palacete das Artes, com a Mostra Nordeste Indígena e a Sessão Especial Volta Grande do Xingu. Continue lendo “Festival de cinema exibe produção indígena em Salvador”

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Crivella Divulga Plano Estratégico de Sua Gestão: Como Fica o Plano para as Favelas?

RioOnWatch

A prefeitura entregou nesta terça-feira dia 4 de abril, com alguns dias de atraso, a proposta de Plano Estratégico para a gestão municipal 2017-2020. São quatro grandes dimensões temáticas–Economia, Social, Urbano-Ambiental e Governança–cobertas por 65 iniciativas estratégicas e 101 metas. O plano é muito mais robusto que o programa de governo do candidato Marcelo Crivella, que possuía apenas 50 metas e não mencionava a palavra “favela”, onde vive pelo menos 23% da população da cidade. No Plano, são 13 as menções, ainda que seja possível argumentar que as definições utilizadas reforcem de certa forma o estigma de favela como um problema a ser resolvido, uma abordagem que por natureza limita o potencial de deslanchar soluções baseadas no potencial destes territórios. É o caso das nomenclaturas “assentamentos informais precários” e “comunidades carentes”, e da definição de favela assumida no Plano Estratégico: Continue lendo “Crivella Divulga Plano Estratégico de Sua Gestão: Como Fica o Plano para as Favelas?”

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Brasil não tem alma, não tem caráter, não tem dignidade e não tem um povo

“Continuamos sendo um povo abastardado, somos filhos de negras e índias engravidadas pela violência dos invasores, das elites, do capital, das classes políticas que fracassaram em conduzir este País a um patamar de dignidade para seu povo.”

Por Aldo Fornazieri, na Caros Amigos Continue lendo “Brasil não tem alma, não tem caráter, não tem dignidade e não tem um povo”

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