A constante atuação de Jair Krischke no Uruguai e na América Latina, investigando os casos relacionados à Operação Condor durante a ditadura uruguaia, é, na avaliação dele, a principal razão que explica a ameaça de morte que ele e outras doze pessoas receberam em meados de fevereiro. O trabalho de investigar e denunciar militares que violaram direitos humanos durante a ditadura uruguaia, diz, fez “aumentar o ódio contra a minha pessoa entre os militares”. Continue lendo ““Nenhum suicídio mais” quer dizer “não nos processem mais”. Entrevista especial com Jair Krischke”










