À frente do Teatro Schaubühne, encenador dá palestra no Rio nesta segunda
Por Luiz Felipe Reis, em O Globo
RIO – Palco de nomes como Brecht, Frank Castorf e outros ícones teatrais, a Alemanha assistiu, duas décadas atrás, à chegada de um novo gigante, Thomas Ostermeier. Com seus mais de 1,90m, aos 28 anos ele começou a transformar o espaço Baracke, em Berlim, em um bunker de resistência e experimentação estética. Pouco tempo depois, em 1999, tornou-se o diretor artístico do importante Schaubühne, dando continuidade acima de qualquer expectativa ao trabalho do encenador Peter Stein, que consagrou aquele teatro nos anos 1970. Conhecido pela capacidade de transformar clássicos em radicais encenações contemporâneas, ele vê o teatro como um campo de observação e crítica social, e diz que busca se contrapor ao temor e ao terror que pesam o ar da capital alemã e os corpos de seus atores.









