Saiu a Revista Tellus ano 16, n. 31, jul./dez. 2016

UCDB

A Revista Tellus está voltada para a publicação de resultados de pesquisa e documentação sobre as populações indígenas, especialmente sul-americanas, e é vinculada ao Núcleo de Estudos e Pesquisas das Populações Indígenas (NEPPI) da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Continue lendo “Saiu a Revista Tellus ano 16, n. 31, jul./dez. 2016”

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O sistema das Sesmarias permanece no Brasil moderno. Entrevista especial com Katia Maia

IHU On-Line

O recente estudo “Terrenos da desigualdade: terra, agricultura e desigualdades no Brasil rural”, publicado pela Oxfam Brasil, demonstra, a partir da “análise dos Censos Agropecuários”, que “apenas 1% das fazendas ou estabelecimentos rurais” na América Latina “concentra mais da metade (ou 51,19%) de toda a superfície agrícola” da região, diz Katia Maia à IHU On-Line, na entrevista a seguir, concedida por e-mail. Continue lendo “O sistema das Sesmarias permanece no Brasil moderno. Entrevista especial com Katia Maia”

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Juízo mostra que Governo brasileiro fiscaliza mas não pune trabalho escravo

Embora crime seja cometido por uma fazenda privada, o Brasil é considerado negligente por não aplicar as próprias leis

Regiane Oliveira – El País

O Brasil tentou se defender da acusação de trabalho escravo na Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) argumentando que o Estado não teria obrigação de indenizar por danos morais as violações na fazenda Brasil Verde, uma vez que elas foram cometidas por particulares e não pelo Governo diretamente. Foi uma tentativa que mostrou-se desastrada, uma vez que no sistema internacional, o Estado, ou seja, o Governo responsável por cuidar de seus cidadãos, vira réu e é julgado ao não prevenir as violações e não punir os culpados. E após 12 fiscalizações na Brasil Verde, em que foram encontradas irregularidades em todas elas, não há como o Estado afirmar que fez sua parte, aos olhos da Corte internacional. Assim, o Brasil foi julgado negligente. Continue lendo “Juízo mostra que Governo brasileiro fiscaliza mas não pune trabalho escravo”

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“Ningún pueblo indígena es copia de otro pueblo”

Antropólogo Mario Zúñiga analiza experiencias latinoamericanas de gobiernos autónomos en el marco de la I Cumbre Shipibo Conibo: Pueblo shipibo konibo xeteba hacia la autodeterminación. 

Por Patricia Saavedra – Servindi

19 de diciembre, 2016.- El camino que algunos pueblos han emprendido buscando una autonomía no es un escenario lejano. Continue lendo ““Ningún pueblo indígena es copia de otro pueblo””

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Por que a capa da “Time” sobre Trump é uma obra subversiva de arte política

IHU Online

“Como fotografia, é um feito raro. Como capa, é uma declaração”, escreve Jake Romm sobre a capa da revista Time que traz estampada Donald Trump. O artigo foi originalmente publicado em inglês no site Forward.com em 8/12/2016. Traduzido e reproduzido por revistazum, 15-12-2016. Eis o artigo:

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Jornada móvel de trabalho? Por que não revogamos de uma vez a Lei Áurea?, por Leonardo Sakamoto

Blog do Sakamoto

Fico pensando o que deve passar pela cabeça de uma pessoa que mora no interior do país, trabalha até não aguentar mais, recebendo um salário de fome, tendo que depender de programas de renda mínima para comprar o frango do aniversário do filho, quando vê na sua TV empresários culpando a jornada de trabalho pelas desgraças planetárias. Continue lendo “Jornada móvel de trabalho? Por que não revogamos de uma vez a Lei Áurea?, por Leonardo Sakamoto”

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Quando se imaginaria que veríamos o Congresso sob domínio de aventureiros?, por Janio de Freitas

Na Folha

Dois em cada três brasileiros desejam a renúncia de Michel Temer. Só dez em cada cem lhe concedem a graça de um apoio, proporção verificada ainda antes dos “vazamentos” da Lava Jato sobre Temer. Única preocupação que de fato o inquieta e mobiliza, essa fragilidade crescente será revertida em grande parte, na opinião de Temer e ao seu redor, com o aproveitamento promocional durante o recesso parlamentar e judicial, de agora a fevereiro. Providências nesse sentido já estão em curso, dirigidas a setores da imprensa e da TV. Mas não falta o “outro lado”. Continue lendo “Quando se imaginaria que veríamos o Congresso sob domínio de aventureiros?, por Janio de Freitas”

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O Livre Mercado é a chave para a prosperidade? A Noruega prova que não

Por Leandro, no Voyager

A Noruega é um país gelado localizado no extremo norte da Europa e considerado por alguns o mais próspero do mundo.

Esse título é comumente atribuído a essa nação devido aos diversos indicadores econômicos invejáveis, estando sistematicamente entre os melhores do mundo em itens como PIB per capita [1] (indicador de geração de riqueza, maior = melhor), IDH [2] (indicador de desenvolvimento social, maior = melhor), índice GINI [3] (indicador de desigualdade social, menor = melhor), índice de homicídios [4] (menor = melhor), desemprego [5], dentre diversos outros (praticamente qualquer indicador de desenvolvimento tem a Noruega entre as primeiras posições). Continue lendo “O Livre Mercado é a chave para a prosperidade? A Noruega prova que não”

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Um ano depois de conflitos e invasão de aldeias, madeireiros retomam suas atividades na Terra Indígena Alto Turiaçu, Maranhão

Por Cani

Há mais de 1 mês as lideranças do Conselho de Gestão Ka’apor e Guardas Florestais idenificam a presença ou retorno de madeireiros para antigos ramais fechados por ocasião das constantes operações realizadas pelo próprio povo. Mas, nesses últimos meses, com um contexto de divisão entre o povo incentivado por servidores da FUNAI Maranhão, opondo-se um pequeno grupo de lideranças ao Conselho de Gestão Ka’apor que tem acompanhado o conselho de 14 aldeias. Continue lendo “Um ano depois de conflitos e invasão de aldeias, madeireiros retomam suas atividades na Terra Indígena Alto Turiaçu, Maranhão”

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Eram escravos no Brasil e não sabiam. Agora o mundo todo ficou sabendo

Governo terá de pagar quase 5 milhões de dólares para 128 trabalhadores rurais que foram escravizados na Fazenda Brasil Verde, no Pará

Por Regiane Oliveira, em El País

Luis Sicinato de Menezes, 64, mais conhecido como Luis Doca, é um trabalhador rural aposentado, da cidade de Barras, no interior Piauí, a 130 quilômetros da capital, Teresina. Em seus 30 anos como peão de trecho (o famoso bico, que quer dizer trabalho temporário), andando de fazenda em fazenda no Norte do país, ele trabalhou no corte da juquira, uma mata rasa, considerada um estorvo para a expansão da agricultura e criação de gado. O trabalhador vive por um código de honra: um homem sempre cumpre sua palavra e nunca foge. Demorou muito para que ele entendesse que aqueles que buscavam seus serviços não compartilhavam de seus valores. A vida de Luís Doca é marcada por aliciamentos, ameaças de morte, trabalhos em situações desumanas, frequentemente sem receber. Não foram poucas as vezes em que voltou para casa sem nada. Só com a vida. “Antes, eu não entendia. Mas aí meti na cabeça. Todos os trabalhos que fiz na vida eram trabalho escravo”, conta. Continue lendo “Eram escravos no Brasil e não sabiam. Agora o mundo todo ficou sabendo”

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