17 pessoas morreram na ‘reintegração de posse’ ocorrida em 2012, mas apenas camponeses estão no banco dos réus; repercussão do caso foi fundamental para a queda do ex-presidente Fernando Lugo
Leonardo Wexell Severo e Nicolás Honigesz | Assunção | Carta Maior / Opera Mundi
“O massacre de Curuguaty, onde morreram 17 pessoas, 11 camponeses e seis policiais, foi planejado pelos herdeiros políticos de Alfredo Stroessner. O objetivo das torturas e execuções dos sem-terra era inviabilizar a reforma agrária e a luta dos movimentos sociais no Paraguai”, denunciou o advogado Amélio Sisco, durante a Cúpula Social do Mercosul, realizada recentemente em Assunção. Integrante da equipe de defensores dos camponeses colocados pela “justiça” paraguaia no banco dos réus, Amélio Sisco concedeu esta entrevista no albergue Virgem das Mercedes. Continue lendo “‘Massacre de Curuguaty foi planejado pelos herdeiros políticos do ditador Stroessner’, diz advogado de camponeses”










