DOF atua como segurança privada em terra indígena, diz deputado Paulo Pimenta

Por Izabela Sanchez, em Top Midia News

Em visita a terras indígenas nas regiões de Juti e Caarapó, interior do estado, o deputado federal e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara de Deputados (CDHM), Paulo Pimenta (PT), afirmou que a DOF (Departamento de Operações de Fronteira), polícia estadual, “atua como segurança privada de maneira ostensiva, pra intimidar lideranças com fazendeiros”.

Paulo Pimenta esteve pela manhã no tekoha, lugar onde se é, Taquara, na região de Juti, onde a comunidade denuncia diariamente ataques de pistoleiros e ações da DOF. Essa semana, uma das lideranças, Valdelice Veron, afirmou que havia encaminhado denúncia à CDHM. A comissão já tinha realizado visita a comunidade no final de 2015. Continue lendo “DOF atua como segurança privada em terra indígena, diz deputado Paulo Pimenta”

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Indígenas ocupam sede da Funai em Atalaia do Norte

Cimi Regional Norte I (AM/RR)

Por volta das nove horas de ontem (19), um grupo de aproximadamente 40 indígenas do povo Matis ocupou a sede da Coordenação Técnica da Fundação Nacional do Índio – Funai, na cidade de Atalaia do Norte, localizada a 1.100 quilômetros em linha reta  de Manaus, no extremo oeste do Amazonas, na fronteira com o Peru. Os oito funcionários do órgão e o coordenador local, Bruno Pereira de Araújo, foram levados a deixar o prédio. Continue lendo “Indígenas ocupam sede da Funai em Atalaia do Norte”

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Presidente da Funai se reúne com associações indígenas de Roraima

Reuniões ocorreram nesta quarta-feira (20), na sede da Funai em Boa Vista. Associações levaram problemas como garimpo e falta de infraestrutura.

Inaê Brandão, do G1 RR

O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), João Pedro Gonçalves, se reuniu nesta quarta-feira (20) com representantes de associações indígenas de Roraima para tratar das demandas apresentadas pelas comunidades. O encontro foi realizado na sede da Funai em Boa Vista. Continue lendo “Presidente da Funai se reúne com associações indígenas de Roraima”

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Em debate sobre saúde mental, participantes pedem mudanças no ministério

Camila Maciel – Enviada Especial da Agência Brasil

Críticas à nomeação de Valencius Wurch para o cargo de coordenador nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde foram a principal tônica dos debates de hoje de uma das roda de conversa do Fórum Social Temático, que ocorre em Porto Alegre.

Nas últimas semanas, o movimento pela reforma psiquiátrica tem feito protestos em várias cidades no país para pedir a saída de Valencius, que foi diretor do manicômio Casa de Saúde Doutor Eiras. Continue lendo “Em debate sobre saúde mental, participantes pedem mudanças no ministério”

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Amputar a mão por Deus, festejar bandidos mortos: o sangue lava os pecados, por Leonardo Sakamoto

No Blog do Sakamoto

Fundamentalismo se manifesta das mais diferentes maneiras.

Um jovem de 15 anos amputou a própria mão após ter sido acusado de blasfêmia. Ele havia se confundindo e levantado o braço após um clérigo perguntar, em uma mesquita, quem não acreditava nos ensinamentos de Maomé. Em desgraça, cortou fora a própria mão para provar seu amor ao profeta, entregando-a ao líder religioso. Sua aldeia entrou em êxtase com sua atitude e ele vem sendo homenageado em sua região do Punjab paquistanês. Entrevistado, não se arrepende. Continue lendo “Amputar a mão por Deus, festejar bandidos mortos: o sangue lava os pecados, por Leonardo Sakamoto”

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Trabalho infantil e exploração alimentam produção de baterias para Apple, Sony e outras empresas

Anistia Internacional

Grandes empresas mundiais de tecnologia como a Apple, a Samsung e a Sony não estão tomando as medidas mais básicas necessárias para garantir que o cobalto minerado na República Democrática do Congo, através de trabalho infantil e uma brutal exploração, não seja usado nos seus produtos, revela a Anistia Internacional e a Afrewatch em novo relatório.

“This is what we die for: Human rights abuses in the Democratic Republic of the Congo power the global trade in cobalt” (Morremos para isto: violações de direitos humanos na República Democrática do Congo alimentam o comércio mundial de cobalto) – publicado esta terça-feira, 19 de janeiro – mapeia o comércio global de cobalto, mineral usado nas baterias de lítio, desde a sua extração nas minas onde crianças, até com sete anos, e adultos trabalham em condições extremamente perigosas. Continue lendo “Trabalho infantil e exploração alimentam produção de baterias para Apple, Sony e outras empresas”

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Outro mundo só é possível com debate sobre população negra, diz ativista

Camila Maciel – Enviada Especial da Agência Brasil

O cabelo crespo, o turbante e a estética africana nas roupas são exemplos de como a resistência e a história das mulheres negras se apresentam no cotidiano. Durante o Fórum Social Temático, que ocorre em Porto Alegre, elas trouxeram para uma roda de conversa as diversas experiências que marcaram as vidas delas e o processo de construção da própria identidade.

“Assumi meu cabelo há dois anos. Antes, eu alisava. Engraçado que ninguém disse que ficou bom. As pessoas dizem que ficava melhor antes. Quem me disse o contrário foram vocês [mulheres negras], fomos nós”, relatou Ana Carla Vidal, da Associação Cultural de Mulheres Negras (Acemun). Continue lendo “Outro mundo só é possível com debate sobre população negra, diz ativista”

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MPF questiona proposta de acordo judicial da União e estados com Samarco, Vale e BHP

Um dos itens questionados diz respeito à fixação de valores para indenizar danos que até o momento sequer foram mensurados, bem como sobre a forma de participação da Vale e da BHP nessa indenização

MPF/MG

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Força-Tarefa que investiga o desastre socioambiental causado pelo rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana/MG, oficiou ao representante dos autores da Ação Civil Pública nº 69758-61.2015.4.01.3400 pedindo informações sobre os termos do acordo judicial que esses órgãos intencionam firmar com as empresas Samarco, Vale e BHP Biliton. Continue lendo “MPF questiona proposta de acordo judicial da União e estados com Samarco, Vale e BHP”

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Incra reconhece território da comunidade quilombola Mangueiras (MG)

Incra/MG

A comunidade quilombola Mangueiras, situada no município de Belo Horizonte (MG), obteve o reconhecimento de seu território. A portaria que declara 18,6 hectares como terras remanescentes de quilombos foi publicada pelo Incra no Diário Oficial da União de 14 de janeiro. Essa é mais uma fase do processo de regularização fundiária da área, no qual vivem 35 famílias.

Os procedimentos visando à titulação do território foram iniciados no Incra em janeiro de 2008, com a elaboração do Relatório Antropológico de Caracterização Histórica, Econômica e Sociocultural pelo Núcleo de Estudos de Populações Quilombolas e Tradicionais (NuQ) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), contratada pela Superintendência Regional do Incra/MG. O Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) foi publicado em março de 2009. Continue lendo “Incra reconhece território da comunidade quilombola Mangueiras (MG)”

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“O fracasso da educação brasileira é justamente porque nunca se aplicou Paulo Freire”: José Eustáquio Ro­mão

“No Brasil, a carreira do magistério está vinculada ao grau que você leciona. Então, quem leciona na educação infantil tem um salário pequeno. Ora, isso é genocídio pedagógico.”

Por Jornal Opção/Revista Pazes

O professor José Eustáquio Ro­mão tem muitas histórias para contar. Basta dizer que ele acompanhou de perto o pedagogo brasileiro Paulo Freire por 11 anos, de 1986 até 1997, quando morreu o autor de “Pedagogia do Oprimido”, considerado por muitos um dos maiores pensadores da educação no mundo. Graduado em História pela Universidade Federal de Juiz de Fora (MG) e com doutorado em His­tó­ria Social pela Universidade de São Paulo (USP), Romão trabalhou com Freire, quando este foi secretário de Educação da Prefeitura de São Paulo, durante a gestão de Luiza Erundina [eleita pelo PT e prefeita de 1989 a 1992]. Continue lendo ““O fracasso da educação brasileira é justamente porque nunca se aplicou Paulo Freire”: José Eustáquio Ro­mão”

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