Cléber Buzatto: “Ódio e violência contra indígenas tem relação com bancada ruralista no Congresso”

Rede Brasil Atual / CIMI

Sobre o crescimento da violência contra os povos indígenas nas últimas semanas, com os chocantes casos da morte do menino Vitor, da etnia Kaingang, assassinado no colo da mãe enquanto era amamentado em frente à rodoviária do município de Imbituba, em Santa Catarina, e de outro indígena não identificado morto também em uma rodoviária, no centro de Belo Horizonte, espancado enquanto dormia, o secretário-executivo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Cléber Buzatto, afirma ter relação direta com os ataques aos direitos indígenas promovidos pela bancada ruralista no Congresso Nacional. Continue lendo “Cléber Buzatto: “Ódio e violência contra indígenas tem relação com bancada ruralista no Congresso””

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Após 16 anos, pescadores ainda não foram compensados por vazamento da Reduc

Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil

Após 16 anos, completados nesta terça-feira (18), o segundo maior acidente ambiental na Baía de Guanabara ainda não foi devidamente compensado. Os principais afetados são os cerca de 20 mil pescadores artesanais, que foram obrigados a interromper suas atividades e até hoje não receberam a indenização judicial de R$ 1,23 bilhão, correspondente a R$ 500 por mês durante dez anos para cada pescador ou família.

A denúncia é do ambientalista Sérgio Ricardo, fundador do Movimento Baía Viva. No dia 18 janeiro de 2000, um oleoduto que liga a Refinaria Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras, ao Terminal da Ilha D´Água, vizinho à Ilha do Governador, se rompeu, derramando 1,3 milhão de litros de óleo na região. O maior acidente ambiental da Baía de Guanabara ocorreu em 1975, quando o navio iraquiano Tarik Ibn Ziyad rompeu o casco e derramou 6 milhões de litros de óleo no corpo d’água. Continue lendo “Após 16 anos, pescadores ainda não foram compensados por vazamento da Reduc”

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Terra Indígena Pataxó já reconhecida no DOU é invadida e destruída pela polícia no sul da Bahia

Tania Pacheco – Combate Racismo Ambiental

Ontem à tarde, posto de saúde, casas e a escola do Território Pataxó Comexitibá, no sul da Bahia, foram destruídos numa ação de ‘reintegração de posse’, realizada pela polícia. Cabe destacar que a Terra Indígena já foi oficialmente reconhecida, com Relatório Circunstanciado de Identificação e Delimitação publicado pela FUNAI no Diário Oficial da União de 27 de julho de 2015.

Abaixo, a denúncia do ataque em carta de Sandro Tuxá, da Apoinme; no depoimento de Francisco Cancela, professor na Universidade do Estado da Bahia; e em vídeo postado por Joelia Braz.

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Como polícias da Europa agem diante de manifestações de rua?, por Leonardo Sakamoto

Blog do Sakamoto

São Paulo tem sido palco, nas últimas semanas, de manifestações contra o aumento das tarifas de metrô, trens e ônibus –  o Movimento Passe Livre (MPL) agendou mais uma para esta terça (19). Junto com elas, temos assistido a cenas de repressão policial violenta, como as da última terça (12), que deixou manifestantes e jornalistas feridos.

Pedi a jornalistas brasileiros que moram na Alemanha, Espanha, França e Inglaterra para contarem como a polícia desses países da Velha Europa, acostumada a manifestações de rua, age diante de momentos de tensão. Sabemos que o contexto social é diferente, mas entender como democracias mais experientes respondem a essas tensões e lidam com a integridade dos envolvidos pode ser didático para nós. Pelo relatos, apesar da violência policial acontecer por lá também, o poder público nesses países reage melhor à pressão popular e/ou a polícia pensa mais antes de agir. Continue lendo “Como polícias da Europa agem diante de manifestações de rua?, por Leonardo Sakamoto”

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Nunca más un Perú de espaldas a los pueblos indígenas

Servindi – En el marco de la campaña presidencial, la organización nacional amazónica Aidesep manifestó su rechazo total a los candidatos que amenazan con no hacer respetar la Ley de Consulta Previa, aprobada por unanimidad en el Congreso de la República, el año 2011.

A través de un pronunciamiento, la organización sostuvo que “rechaza categóricamente a los candidatos que se atrevan a insinuar que ‘no implementarán’ o ‘reinterpretarán'” este derecho ganado por el movimiento indígena.  Continue lendo “Nunca más un Perú de espaldas a los pueblos indígenas”

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AGU dá mais prazo para Samarco depositar R$ 2 bilhões

Advogado-geral da União afirma que empresa terá tempo maior para depositar parcela, que venceria nesta quarta-feira. Ideia é firmar acordo para que mineradora e sua controladoras (Vale e BHP) paguem por ações de recuperação ambiental

Por  Paulo Henrique Lobato, no Estado de MInas

A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Samarco fecharam um acordo nesta terça-feira estendendo o prazo para que a mineradora deposite os R$ 2 bilhões determinados pela Justiça Federal para serem usados na recuperação dos estragos causados pelo estouro da Barragem do Fundão, em Mariana, em 5 de novembro de 2015, no maior desastre socioambiental do país. O prazo original vence nesta quarta-feira. Continue lendo “AGU dá mais prazo para Samarco depositar R$ 2 bilhões”

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Pare de sofrer: os segredos da Igreja Universal no Chile

O site de jornalismo investigativo Ciper acompanhou durante um mês como a igreja brasileira oferece milagres em troca de dinheiro em seus templos chilenos, negócio que ninguém fiscaliza no país

Em 13 de dezembro terminou a campanha de arrecadação de recursos que a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) faz entre seus fiéis com a promessa de que, se fizerem sacrifícios, superarão a miséria e multiplicarão seus bens. Nesse dia, o bispo Couto viajou para a Fogueira Santa, em Israel, com os pedidos dos doadores. O fundador da Iurd, Edir Macedo, um dos homens mais ricos do mundo, segundo a revista Forbes, construiu um império milionário no Brasil. Continue lendo “Pare de sofrer: os segredos da Igreja Universal no Chile”

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Indígena é assassinado em Belo Horizonte

Cimi Regional Leste

No dia 15/01/2016 mais um indígena foi assassinado em Belo Horizonte, na rua 21 de Abril, na região central da Capital. O indígena de aproximadamente 55 anos de idade, ainda sem identificação, sobrevivia naquela região como morador de rua, reconhecido como uma pessoa tranquila e pacífica, sem antecedentes criminais. Ele dormia na calçada quando um jovem se aproximou e iniciou um ataque covarde e cruel com um chute e mais 20 pisadas em sua cabeça. O indígena ficou agonizando na calçada durante cinco horas. Levado ao hospital, não resistiu aos ferimentos e faleceu. O assassino é um jovem bem apessoado que agiu por ódio, preconceito e racismo, comportamento este que está se tornando comum em nossa sociedade, principalmente contra indígenas, negros, prostitutas, homossexuais, todos cidadãos. Continue lendo “Indígena é assassinado em Belo Horizonte”

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Comunidade indígena de Aracruz desocupa os trilhos da ferrovia da Vale (ES)

Lívia Francez, Século Diário

Os índios Tupinikim e Guarani de Aracruz, no norte do Estado, desocuparam os trilhos da ferrovia da Vale, que corta a aldeia de Comboios, na tarde da última sexta-feira (15) depois de uma negociação mediada pelo Ministério Público Federal (MPF) entre a comunidade indígena e representantes da empresa. Os índios cobravam providências sobre o desastre que se abateu sobre a as comunidades ribeirinhas com a chegada da lama de rejeitos de minério proveniente do rompimento da barragem da Samarco/Vale-BHP em Mariana, Minas Gerais, há mais de dois meses.

De acordo com o cacique Toninho, da aldeia Tupinikim Tekoá Porã (Boa Esperança), a intenção do protesto era chamar a atenção da Vale para os impactos com a chegada da lama e cobrar soluções das empresas responsáveis pelo crime ambiental. Ele ressalta que, como foi marcada uma reunião para a próxima quinta-feira (21) para debater a compensação dos impactos, a comunidade indígena resolveu sair dos trilhos. Continue lendo “Comunidade indígena de Aracruz desocupa os trilhos da ferrovia da Vale (ES)”

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Iema nega licenciamento para mineradora que pretendia extrair areia de Camburi

Nerter Samora, Século Diário

O Instituto Estadual do Meio Ambiente (Iema) indeferiu os requerimentos de Licença Prévia (LP) e de Instalação (LI) feitos pela Mineradora Vila Rica, que pretendia extrair área na Praia de Camburi, em Vitória. As motivações da recusa não foram informadas, apesar de a reportagem ter solicitado uma cópia da Decisão nº 116/2015 ao órgão ambiental que sequer respondeu ao pedido. O indeferimento só foi conhecido após o arquivamento de um procedimento instaurado pelo Ministério Público Estadual (MPES), que apurava a denúncia feita pela Associação dos Amigos da Praia de Camburi (AAPC).

Na representação protocolada no MPES, a entidade alertava sobre o processo de implantação da empresa. O temor dos moradores era de que com a exploração da região sobrariam poucos espaços para contemplação da área natural em Camburi. A entidade denunciou que a mineradora pretendia extrair seis milhões de metros cúbicos de areia para comercialização. A Vila Rica chegou a ter o aval do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Uma audiência pública chegou a ser realizada em 2012 para discutir a proposta. Continue lendo “Iema nega licenciamento para mineradora que pretendia extrair areia de Camburi”

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