Morte de garoto [Vítor] traz à tona vulnerabilidade dos povos que migram ao litoral. ‘As prefeituras dizem que lugar de índio é em aldeia’, diz servidora da Funai.
Mariana de Ávila, do G1 SC
A morte do menino indígena Vítor Pinto, de 2 anos, assassinado com uma faca no pescoço na rodoviária de Imbituba há uma semana, levanta uma questão que vai além da violência gratuita: a vulnerabilidade dos índios que, no verão, migram de suas aldeias de origem para o litoral catarinense. “Eles não registram boletim de ocorrência, mas a violência acontece”, diz a socióloga Azelene Kaingang. Continue lendo “‘Eles não fazem B.O., mas a violência acontece’, diz ativista indígena em SC”








