Jovens indígenas podem deixar suas comunidades, o que enfraquecerá terras indígenas, alvo de invasões do agronegócio e mineração. Lideranças que ocupam a Seduc, há uma semana, querem a revogação de lei sancionada por Helder Barbalho.
Por Ismael Machado, no Amazônia Real
Belém (PA) – Lideranças indígenas no estado do Pará apontam que o recente e controverso episódio em que o governador Helder Barbalho (MDB) sinalizou – ainda que indiretamente – com o fim do Sistema Organização Modular de Ensino (Some) e do Somei (que atende aos povos indígenas), introduzindo um sistema de Educação à Distância, virtual, faz parte de uma estratégia política de esvaziamento dos territórios, condizente com outras ações de enfraquecimento do ‘espaço’ para esses povos, como o avanço do agronegócio, de mineradoras (clandestinas ou não) e poluição de rios com mercúrio. Continue lendo “Fim da educação indígena presencial é ato de esvaziar territórios no Pará”










