MAB denuncia mortandade de peixes no Rio Araguari (AP) devido à operação da Hidrelétrica Cachoeira Caldeirão

Operação da hidrelétrica têm causado grandes prejuízos a populações tradicionais do município de Porto Grande (AP)

No MAB

Vídeos registrados na última terça-feira (9) no Rio Araguari, em Porto Grande (AP), mostram cardumes de várias espécies de peixes mortos às suas margens. O fato tem causado grande preocupação dos moradores locais. De acordo com os relatos, a morte dos peixes aconteceu após o nível da água baixar rapidamente por conta da operação da barragem da Hidrelétrica Cachoeira Caldeirão. O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) protocolou denúncias junto ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Ministério Público do Amapá (MP-AP) relacionando a seca do rio ao aumento de vazão na hidrelétrica, uma das três instaladas no Rio Araguari, nas proximidades da comunidade de Sapo Seco. O Rio Araguari é um dos mais importantes do Amapá, com aproximadamente 300 quilômetros de extensão e tem sua nascente no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e sua foz no Oceano Atlântico. Continue lendo “MAB denuncia mortandade de peixes no Rio Araguari (AP) devido à operação da Hidrelétrica Cachoeira Caldeirão”

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Paralisação na demarcação de terras contribuiu com alta violência contra indígenas em 2023

Luis Ventura, do Cimi, comenta dados do relatório sobre violações em territórios originários, divulgado nesta semana

Kaique Santos, Brasil de Fato

Os novos dados do relatório sobre violência contra os povos indígenas, divulgado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), na última segunda-feira (22), revelam que as ações do governo para proteção e assistência às comunidades foram insuficientes no ano passado. Continue lendo “Paralisação na demarcação de terras contribuiu com alta violência contra indígenas em 2023”

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Atingidos cobram participação na reconstrução do Vale do Taquari (RS)

Atingidos reivindicam participação no processo de implementação de um plano de prevenção a eventos climáticos no território

por Jenifer Tainá / MAB

Cerca de 1.000 famílias organizadas pelo Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) no Vale do Taquari (RS) pedem por mais participação nos espaços que debatem sobre a crise climática na região. Um ambiente a ser considerado é a mesa de discussão aberta recentemente pelo Ministério Público Federal (MPF) para tratar da implementação de um plano de prevenção a eventos climáticos. Por isso, o MPF entrou com uma ação civil pública estrutural contra a União, o Estado e mais de nove municípios do Vale do Taquari. Continue lendo “Atingidos cobram participação na reconstrução do Vale do Taquari (RS)”

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Com PEC da Segurança Pública, Lula tem oportunidade para resgatar Brasil das PMs. Por Almir Felitte

Em vez da tática temerosa de “anabolizar” a Polícia Rodoviária Federal (PRF), governo poderia investir na desconcentração do poder de policiamento ostensivo e transformar as guardas em polícias municipais

na Ponte

Nos últimos meses, ganhou força o debate acerca de uma PEC da segurança pública do governo Lula através do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. Não oficializada até agora em qualquer documento, não temos muito mais informações sobre ela. Para falarmos aqui, nos baseamos, portanto, em entrevistas do ministro que explicitam algumas de suas diretrizes, bem resumidas em um artigo que ele publicou no Conjur. Continue lendo “Com PEC da Segurança Pública, Lula tem oportunidade para resgatar Brasil das PMs. Por Almir Felitte”

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Agonia. Por Jacques Gruman

Palavra boa/Não de fazer literatura, palavra/Mas de habitar/Fundo/O coração do pensamento, palavra (Chico Buarque)

em A voz da esquerda judaica

Lá se vai mais uma. Seguindo a trajetória de extermínio sistemático das livrarias do Rio, está fechando as portas a Malasartes, pioneira em literatura infanto-juvenil no Brasil. Criada há quase meio século, ajudou a formar gerações de leitores, que lá apareciam latejando curiosidades e buscando letras, imagens e sobretudo afeto e acolhimento. Dona Yaci Mattos de Moraes sabia disso e foi uma espécie de mestre de cerimônia que abriu portas para a literatura. Continue lendo “Agonia. Por Jacques Gruman”

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SP: Como redesenhar a participação social

Apenas três dentre as 32 subprefeituras paulistanas elegeram todos os seus conselheiros. Quadro amotivacional é grave, comprometendo a democracia cidadã. Ir além do voto é crucial. “Paineis populares” e novas formas de representatividade podem ser um caminho

por Felix Ruiz Sanchez e André Leirner, em Outras Palavras

Participação social por canais não eleitorais no município de São Paulo1

A Constituição Federal de 1988 alterou a arquitetura da administração pública e municipalizou serviços de saúde, educação, assistência social, transporte, habitação e planejamento urbano. Foi nesse cenário que Luiza Erundina, eleita prefeita de São Paulo (1989-1992), promulgou a Lei Orgânica do Município e a organização territorial que definiu 96 Distritos Administrativos (Lei 11.220/1992). O governo Marta Suplicy (2001-2005), dez anos depois, ofereceu novos avanços à pauta da descentralização e participação. Nele, foram aprovadas as leis nº 13.399/2002 e nº 13.881/2004. A primeira conferia a subprefeitura a coordenação técnica, política e administrativa de cada localidade, observadas as prioridades e diretrizes estabelecidas pelo Governo Municipal, e a segunda, criaria o Conselho de Representantes das Subprefeituras em articulação com o poder executivo central. Ainda nesse governo, o Orçamento Participativo – OP foi implementado pela primeira vez na cidade. Apesar ter envolvido diferentes atores sociais e retomado a participação popular e social2 e mesmo após a criação do Conselho Municipal do Orçamento Participativo3, a iniciativa não se consolidou como órgão de atendimento às demandas e expectativas locais na peça orçamentária municipal, gerando frustrações e desgaste político. Em que pese esse esforço de descentralização, os recursos permaneceram alocados junto às secretarias, fruto da necessidade de formação de coalização política para manutenção de governabilidade (GRIN, 2015). Continue lendo “SP: Como redesenhar a participação social”

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Agro, boi e barragens: entenda as causas da seca e dos incêndios que assolam o Pantanal

Bioma conhecido por suas áreas alagadas sofre com falta d’água e queimadas recordes

Por Vinicius Konchinski, no Brasil de Fato

O Pantanal atravessa uma crise sem precedentes em 2024. O bioma, conhecido por suas áreas alagadas por até seis meses ao ano, enfrenta uma seca histórica, a qual contribui com a proliferação de incêndios. Continue lendo “Agro, boi e barragens: entenda as causas da seca e dos incêndios que assolam o Pantanal”

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Jornada de Lutas do MST cobra Reforma Agrária para produção de alimentos saudáveis

Mobilizações em todo o país acontecem entre os dias 23 e 27 de julho, na semana do trabalhador e da trabalhadora rural

Da Página do MST

Com o lema “Para o Brasil alimentar, Reforma Agrária Popular”, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realiza nesta semana, entre os dias 23 e 27 de julho, um conjunto de ações na Jornada Nacional por Alimento Saudável e Reforma Agrária. A iniciativa acontece no marco do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora Rural e Dia Internacional da Agricultura Familiar, ambos comemorados na próxima quarta-feira (25/7). Continue lendo “Jornada de Lutas do MST cobra Reforma Agrária para produção de alimentos saudáveis”

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Ameaças mantêm retomada indígena sob tensão no MS: ‘estamos nos organizando para o grande conflito’, diz fazendeiro

Desde que Guarani Kaiowá retomaram área em 13 de julho, fazendeiros balearam um indígena e acamparam metros à frente

por Gabriela Moncau, em Brasil de Fato

Na noite desta segunda-feira (22), indígenas Guarani Kaiowá viveram mais uma cena de terror em Douradina (MS). Dezenas de caminhonetes com cerca de 100 fazendeiros acenderam os faróis em direção à retomada de uma área ancestral da Terra Indígena (TI) Panambi-Lagoa Rica, ameaçando um ataque. Os indígenas retomaram o território, sobreposto pela fazenda de Cleto Spessatto, no último 13 de julho. A TI já foi reconhecida e delimitada, mas está com o processo demarcatório estagnado desde 2011. Continue lendo “Ameaças mantêm retomada indígena sob tensão no MS: ‘estamos nos organizando para o grande conflito’, diz fazendeiro”

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Criação de Grupo de Trabalho entre diversos atores visa resolução de conflitos fundiários no Oeste do Paraná

Equipe do governo federal busca caminhos para solucionar situação em dois municípios do estado

No MPI

Com o objetivo de resolver o conflito que se originou no oeste do Paraná ao longo de julho, entre os Avá Guarani e ruralistas, um Grupo de Trabalho (GT) será criado nesta segunda-feira (22) para que os atores envolvidos na disputa pensem juntos uma maneira de promover a regularização fundiária na região. Como principal foco, será discutida a participação direta da Usina Hidrelétrica Itaipu na aquisição de terrenos como forma de reparação histórica ao povo indígena. Continue lendo “Criação de Grupo de Trabalho entre diversos atores visa resolução de conflitos fundiários no Oeste do Paraná”

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