Glifosato, ligado ao câncer, é encontrado em biscoito maisena, presunto e bolo

Estudo do Instituto de Defesa de Consumidores encontrou veneno em metade dos 24 alimentos ultraprocessados produzidos no Brasil, com apelo ao público infantil. Ranking do agrotóxico inclui marcas muito consumidas no país

Por Plinio Teodoro, na Revista Fórum / MST

O terceiro volume da pesquisa “Tem Veneno Nesse Pacote”, realizada pelo Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), voltou a apontar inúmeros agrotóxicos em alimentos ultraprocessados, em especial àqueles mais consumidos, especialmente por crianças. Continue lendo “Glifosato, ligado ao câncer, é encontrado em biscoito maisena, presunto e bolo”

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Organizações da sociedade civil paraense constroem diagnóstico sobre o Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos – PPDDH do Estado do Pará

Diagnóstico apresenta as principais problemáticas do programa estadual e recomenda caminhos para reestruturação

Do Comitê Paraense de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CPDDH), na CPT

A atuação dos Defensores de Direitos Humanos é de suma importância para a garantia de muitos direitos para a sociedade, que por vezes são negligenciados por quem deveria garantir sua própria execução: o Estado. Com o objetivo de contribuir com as reflexões a respeito da proteção de pessoas que defendem os direitos humanos no Pará, um grupo de organizações sociais realizou estudo sobre a atuação do estado por meio da política pública de proteção. Apresentado no final de 2023 na Assembleia Legislativa do estado, o diagnóstico está agora disponibilizado online no site das organizações (baixe gratuitamente aqui). Continue lendo “Organizações da sociedade civil paraense constroem diagnóstico sobre o Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos – PPDDH do Estado do Pará”

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Advogados populares se reúnem com movimentos regionais no Rio Doce e assinam compromisso

Evento da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares – RENAP / MG discutiu desafios da advocacia popular e luta por direitos no Vale do Rio Doce

por Lucas Ragazzi / O Fator, no MAB

O Assentamento Oziel Alves Pereira, em Governador Valadares (MG), foi palco do Encontro Regional da Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares de Minas Gerais (RENAP MG), entre os dias 28 e 30 de junho de 2024. O evento reuniu cerca de 45 profissionais e estudantes de direito, que reafirmaram seu compromisso com a luta dos movimentos sociais e o fortalecimento da assessoria jurídica popular. Continue lendo “Advogados populares se reúnem com movimentos regionais no Rio Doce e assinam compromisso”

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“O Pantanal que eu conheci não existe mais”, diz jornalista Cláudia Gaigher

Gaigher explica que soja, gado e outras atividades econômicas, junto com mudanças climáticas, estão secando o bioma

Por Andrea DiP, Clarissa Levy, Ricardo Terto, Stela Diogo | Colaboração: Ana Alice de Lima, Agência Pública

Neste ano, o Pantanal ardeu como nunca: a quantidade de focos de calor no primeiro semestre bateu todos os recordes desde 1988, quando começou a série histórica de medições do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Mas o que explica todo esse fogo? Continue lendo ““O Pantanal que eu conheci não existe mais”, diz jornalista Cláudia Gaigher”

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Migrantes e trabalhadores relatam violência, crime e medo na Operação Acolhida em Roraima

Venezuelanos, ex-trabalhadores e pesquisadores denunciam que insegurança nos abrigos é abafada pela organização

Por Rafael Custódio | Edição: Bruno Fonseca, Agência Pública

Crime organizado, violência sexual e de gênero e medo constante: os muros que cercam os abrigos onde vivem venezuelanos que se refugiaram para o Brasil guardam também a insegurança pela qual passa essa população. Na primeira reportagem da série Segredos da Operação Acolhida, a Agência Pública traz denúncias de migrantes e trabalhadores humanitários que levam famílias inteiras a preferir viver nas ruas de Boa Vista a dentro dos espaços de acolhimento. A reportagem esteve no estado e visitou os espaços da operação em junho deste ano. Continue lendo “Migrantes e trabalhadores relatam violência, crime e medo na Operação Acolhida em Roraima”

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Moradia e sono: a quem é permitido dormir melhor

Estudo recém-publicado revela: cidadãos de bairros segregados têm piores indicadores de sono, essencial para uma saúde digna. Medo da violência, falta de estrutura pública e de locais de convivência estão entre os motivos que fazem os mais pobres dormirem pior

por Gabriela Leite, Outra Saúde

A falta de capacidade de dormir bem, sonhar, lembrar e compartilhar está na origem de nossa crise socioambiental, defende o professor e neurocientista Sidarta Ribeiro. E embora o sono esteja escasso para pessoas de todas as origens, também há desigualdade no dormir. É o que mostra um estudo encabeçado por pesquisadores ligados ao Laboratório de Educação em Ambiente e Saúde da Fiocruz. Eles buscaram descobrir se o local de moradia influencia na qualidade do sono da população. Suas análises e conclusões foram publicadas na edição mais recente da Cadernos de Saúde Pública, revista ligada à ENSP/Fiocruz, parceira editorial de Outra Saúde. Continue lendo “Moradia e sono: a quem é permitido dormir melhor”

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Organizações da sociedade civil pedem revogação de norma que permite mineração em áreas de assentamentos

Normativa criada pelo governo Bolsonaro regula a realização de grandes empreendimentos em assentamentos rurais

Leonardo Fernandes, Brasil de Fato

Um conjunto de organizações da sociedade civil e movimentos populares lança nesta segunda-feira (22), em Brasília, uma nota técnica que recomenda a suspensão de uma norma do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), criada pelo governo de Jair Bolsonaro (PL), que regula a realização de grandes empreendimentos relacionados a atividades de mineração, energia e infraestrutura em áreas de assentamentos rurais. Continue lendo “Organizações da sociedade civil pedem revogação de norma que permite mineração em áreas de assentamentos”

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Quando a esquerda não ousa governar

No Brasil, em nome dos “mercados”, Haddad anuncia cortes que apequenam Lula-3. Na França, a Frente Popular pode desperdiçar a vitória que as urnas lhe deram, por desconfiar de si mesma. O que há em comum entre estes dramas?

por Antonio Martins, em Outras Palavras

Por que não se contingenciam os juros?, poderia ter perguntado ao ministro Fernando Haddad um dos jornalistas presentes ao anúncio, nesta quinta-feira (18/7), do corte de R$ 15 bilhões no Orçamento de 2024. Aplicados sobre um gasto público já comprimido, o bloqueio de R$ 11,2 bi e o contingenciamento de R$ 3,8 bi significam que o SUS continuará muito distante de seu projeto original; que o governo manterá o flerte com com o “novo ensino médio” e a educação segregada; que nas cidades o próprio Minha Casa, Minha Vida patinará; que quase nada se fará em relação à reforma agrária (como constatou há semanas João Pedro Stédile); que, enfim, Lula 3 permanecerá, por enquanto, apequenado. Continue lendo “Quando a esquerda não ousa governar”

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Seguem os ataques: criminosos cercam, atiram e provocam incêndios em retomadas Ava Guarani, Guarani Kaiowá e Kaingang

No Mato Grosso do Sul, o cerco segue durante este sábado (20) e os Guarani Kaiowá temem por despejos ilegais; no Paraná, novos incêndios nas retomadas Ava Guarani

Retomadas e aldeias dos povos Ava Guarani, Guarani Kaiowá e Kaingang sofreram uma sequência de ataques entre o final desta sexta-feira (19), a madrugada e o decorrer deste sábado (20). Indígenas foram baleados, outros ficaram por horas desaparecidos e mesmo com a presença de autoridades federais, os criminosos não se intimidaram e deram continuidade a uma ofensiva violenta contra as comunidades iniciada há pelo menos uma semana. Continue lendo “Seguem os ataques: criminosos cercam, atiram e provocam incêndios em retomadas Ava Guarani, Guarani Kaiowá e Kaingang”

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“Não cabe conciliação quanto a direitos fundamentais”, diz Cimi ao STF sobre marco temporal em semana violenta

Lei 14.701 é inconstitucional e proposta de conciliação sobre direitos fundamentais e indisponíveis não tem viabilidade jurídica, avalia o Cimi em nota técnica

Em nota técnica juntada aos processos que tratam da Lei 14.701/2023, envolvidos em procedimento de conciliação sobre demarcação de terras indígenas, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) afirma ao Supremo Tribunal Federal (STF) que “não cabe conciliação sobre o marco temporal” por se tratar de direitos indisponíveis e fundamentais. Continue lendo ““Não cabe conciliação quanto a direitos fundamentais”, diz Cimi ao STF sobre marco temporal em semana violenta”

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