O que chamamos de natureza é, com frequência, apenas o reflexo distorcido de nossa própria ideologia, um espelho que devolve a imagem do capital
1.
Quando você olha para uma árvore, o que vê?
A pergunta, embora soe brincalhona, carrega uma gravidade de todo tamanho. Eu a formulo a propósito da COP30, que se aproxima da agenda global na forma de um rio intermitente, de águas débeis e incertas. Às vezes, esse rio figurado parece fluir: o número de países com presenças confirmadas na Conferência já teria alcançado o quórum exigido pela ONU. (mais…)
