Por Bruno Antonio Barros Santos, no Justificando
Comemorar ou debochar da morte de Marielle Franco? Aplaudir a morte de policiais? Festejar a morte do neto de Lula, uma criança de 7 anos de idade? Culpabilizar as próprias vítimas no desabamento de um prédio em São Paulo, por, supostamente, pertencerem a movimentos sociais de luta pela moradia? Celebrar a facada de que Bolsonaro foi vítima antes das eleições de 2018? Comemorar a saída de Jean Wyllys, Debora Diniz e Marcia Tiburi, ou de quem quer seja, do próprio país, por ameaças sofridas? Ter indiferença ou repúdio às minorias e grupos vulneráveis? Celebrar a morte de “bandidos”? Praticar linchamentos virtuais por causa de uma saudável divergência ideológica? Divergente bom é divergente morto?
(mais…)
