Se superar ameaça golpista, Brasil será visto como esperança de resistência. Por Jamil Chade

No Uol

Em meu retorno nesta semana aos escritórios da ONU, em Genebra, esbarrei com um velho conhecido. Um daqueles diplomatas estrangeiros que acompanhou negociações de paz que entraram para a história e que faz parte de um grupo seleto de embaixadores que são verdadeiros acervos vivos dos nossos tempos.

Ao me avistar, ele abriu um sorriso e brincou sobre o calor que abala a Europa: “e você que pensava que vinha de um país tropical…”

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Claudio Fonteles: STF tem que inovar diante da omissão da PGR

Para o professor e ex-PGR, o Supremo não pode compactuar com o arquivamento das investigações contra Bolsonaro relacionadas à CPI da Pandemia. Assista na TV 247

Por Marcelo Auler, no 247

Com sua experiência de mais de 40 anos como professor de Direito e 35 anos de carreira no Ministério Público Federal onde exerceu o cargo de procurador-geral da República (2003/2005), Claudio Fonteles defende que o Supremo Tribunal Federal, em uma inovação, rejeite o pedido de arquivamento da representação que senadores da CPI da Pandemia apresentaram contra o presidente da República Jair Bolsonaro. O arquivamento foi proposto pela subprocuradora-geral da República Lindôra Araujo.

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No terceiro dia do X Fospa, lideranças indígenas da Amazônia denunciam os constantes ataques sofridos dentro dos territórios

No último dia de atividades organizadas pelo Cimi no Fospa, lideranças de diferentes regiões falaram sobre o enfrentamento à política anti-indígena e aos invasores dos territórios indígenas

Lideranças do Tocantins, do Pará e de Mato Grosso do Sul denunciam atual contexto de violência nos territórios durante mesa no Tapiri Ecumênico III, no Fospa 2022. Foto: Marina Oliveira/Cimi

POR MARINA OLIVEIRA, DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO CIMI*

O terceiro dia do X Fórum Social Pan-Amazônico – o Fospa 2022 – amanheceu com a resistência e partilha dos povos indígenas de diferentes regiões do país. Reunidos na mesa “Povos indígenas e mobilização por seus territórios, diálogo com a ecologia integral e o sínodo da Amazônia”, no Tapiri Ecumênico III, na Universidade Federal do Pará (UFPA), as lideranças falaram sobre o enfrentamento à política anti-indígena e aos invasores dos territórios indígenas.

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‘Filhos do MST’ encampam bandeiras de agroecologia, reforma agrária e inclusão

Geração que nasceu ou cresceu em assentamentos tem mais acesso à universidade que seus pais e mira futuro na política

Por Douglas Gavras, da Folha, no MST

A infância de Camilo Ramalho Santana, 24, foi diferente da que a maior parte dos brasileiros teve. Mineiro de Contagem, ele cresceu em um acampamento em Ariquemes, Rondônia, e lembra com nostalgia de seus primeiros anos como militante do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).

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Uma revolução pacífica. Por Luiz Marques

A expressão marcante da campanha de Lula é “democracia participativa”

No A Terra é Redonda

Eleições tendem a amestrar as insatisfações e impor uma linguagem asséptica aos candidatos indicados às instâncias executivas e às representações senatoriais. A urgência em pescar votos em todas as classes sociais força a pasteurização do vocabulário e a desideologização das mensagens. Coitados dos eleitores, que têm de apreender o conteúdo de palavras que se repetem em discursos de sinais antagônicos no espectro eleitoral: Estado de Direito, democracia, mercado, liberdade, sustentabilidade, políticas públicas, incentivo à produção, reforma tributária, participação, etc.

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O fim da mamata dos super-ricos. Por Jean Marc von der Weid

Reconstrução nacional só acontecerá retomando a capacidade de ação do Estado, mas… o orçamento está amarrado. Além de derrubar o teto de gastos e arrancar o osso da boca do Centrão, Lula terá de taxar fortunas e cobrar o IR progressivo

No Outras Palavras

O Poder Executivo vem sofrendo uma forte redução da sua capacidade de atuação como promotor do processo de desenvolvimento econômico do país. Desde a Constituinte muitos dos poderes quase imperiais dos tempos do presidencialismo militarizado foram derrubados por uma forte preocupação de se reequilibrar a correlação de forças com o Legislativo e o Judiciário. O sentido era o de se aumentar a margem de participação democrática no país, entendida como um aumento do poder dos partidos políticos.

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