Rosa Weber dá 24 horas para Câmara explicar votação da PEC dos Precatórios

Deputados entraram com ação no STF pedindo anulação da votação da PEC, aprovada em 1º turno na Câmara após manobras do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).

Por Márcio Falcão e Marcela Mattos, TV Globo e g1

A ministra Rosa Weber, relatora no Supremo Tribunal Federal (STF) da ação que pede a anulação da votação da PEC dos Precatórios, estabeleceu prazo de 24 horas para a Câmara dos Deputados prestar informações sobre a aprovação do texto.

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STF rejeita embargos declaratórios de fazendeiro e assegura o direito originário à terra aos indígenas da TI Arroio Korá

A Corte entendeu que é incabível mandado de segurança para verificar a posse indígena em processo de demarcação de terras; a decisão é desta quarta-feira, 3

No Cimi

À meia noite desta quarta-feira, 3 de novembro, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu o julgamento dos embargos declaratórios no Mandado de Segurança (MS) 28541, apresentado por Maxionílio Machado Dias e Hayde Castelani Dias. Os dois são os supostos proprietários de uma área da Terra Indígena (TI) Arroio Korá, em Paranhos, no Mato Grosso do Sul, e pretendiam manter a suspensão da demarcação da TI. A Suprema Corte rejeitou os embargos declaratórios e assegura aos Guarani Kaiowá e Guarani Ñandeva a permanência no território de ocupação tradicional, na fronteira do Brasil com o Paraguai.

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MPF pede que Tesouro Nacional devolva R$ 3,2 bilhões retirados de fundo de direitos coletivos

Governo federal agiu ilegalmente ao remanejar recursos para pagamento da dívida pública

O Ministério Público Federal (MPF) quer que o secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, restitua ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) quase R$ 3,2 bilhões remanejados para o pagamento da dívida pública. O fundo destina-se à reparação de prejuízos coletivos, como a degradação do meio ambiente e danos a consumidores, mas há anos vem sendo alvo de contingenciamentos para mascarar o saldo das contas públicas. A situação piorou nos últimos meses, após o governo federal redirecionar o equivalente a 82% dos recursos disponíveis com base em uma interpretação equivocada da Emenda Constitucional nº 109/2021.

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Davi e Dario Kopenawa: “O homem branco gosta de matar índio no Brasil”

Davi e Dario Kopenawa Yanomami denunciam na Sorbonne as invasões de terra e assassinatos de indígenas e dizem que o dinheiro destrói o pulmão da terra

Por Leneide Duarte-Plon , na Carta Maior

Enquanto o mundo debate em Glasgow o futuro da vida no planeta azul, nesta quarta-feira 3 de novembro, em Paris, Davi e Dario Kopenawa Yanomami brilharam pela sobriedade e força do depoimento sobre as recorrentes invasões das terras indígenas, assassinatos de líderes e até mesmo de crianças.

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Ministra Rosa Weber suspende execução de ‘orçamento paralelo’: “incompatível com a forma republicana e o regime democrático”

A liminar que suspendeu a execução das emendas do relator no orçamento deste ano será submetida a referendo do Plenário em sessão extraordinária marcada para a próxima semana.

STF

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão integral e imediata da execução dos recursos oriundos das chamadas “emendas do relator” relativas ao orçamento deste ano, até que seja julgado o mérito das ações que questionam a prática no Congresso Nacional. A relatora determinou, ainda, que sejam tornados públicos os documentos que embasaram a distribuição de recursos provenientes dessas emendas (identificadas pela rubrica RP 9) nos orçamentos de 2020 e deste ano.

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Indígenas entram com nova ação na Justiça Federal para afastar presidente da Funai

Da Época, no Yahoo Notícias

RIO — O Parlaíndio Brasil entrou nesta sexta-feira com uma ação popular que solicita a exoneração do presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva. O instrumento jurídico foi protocolado na Justiça Federal do Distrito Federal com o argumento de que Xavier conduz o órgão de maneira que não cumpre a missão institucional de proteger e promover os direitos dos povos indígenas do país.

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Decisão do STF de equiparar injúria e racismo ainda vai demorar a fazer efeito, avaliam juristas

Corte definiu que crimes de injúria racial não irão mais prescrever. Especialistas ouvidos pela Ponte lembram que viés da polícia e juízes brancos são empecilhos para lei valer: “não podemos ser ingênuos”, diz colunista

Por Gil Luiz Mendes, na Ponte

Crimes de injúria racial não serão mais prescritos. O Supremo Tribunal Federal decidiu que delitos deste tipo passarão a se enquadrar como racismo, que de acordo com a Constituição Federal não tem prazo para deixar de valer. Dos nove ministros que julgaram a questão, apenas Nunes Marques votou contrário à mudança no crime racial.

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