Ministra suspende processos na Justiça Federal que investigam extração ilegal de madeira no PA e no AM

Fatos investigados nas varas federais do Pará e do Amazonas são conexos aos apurados no STF em inquérito contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

STF

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão de todos os processos em trâmite na Justiça Federal do Pará e do Amazonas relativos à Operação Handroanthus, que investiga a comercialização de madeira extraída ilegalmente na Amazônia. A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito (INQ) 4871, que tem como alvo de investigação o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e o presidente afastado do Ibama, Eduardo Bim, pelo suposto cometimento dos crimes de obstrução à fiscalização ambiental, embaraço das investigações e advocacia administrativa.

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Impunidade: governo revê infrações ambientais e beneficia acusados

ClimaInfo

O desmonte ambiental não se resume apenas aos sucateamento e estrangulamento fiscal dos órgãos ambientais. Ele se apresenta também nos diversos procedimentos administrativos do processo de autuação ambiental, com a interferência explícita das instâncias superiores do ministério do meio ambiente e de suas autarquias em favor de acusados de crimes ambientais. O Fantástico (TV Globo) mostrou dados de um estudo recente da Universidade Federal de Minas Gerais mostrando como a redução na aplicação de multas e a leniência na tramitação desses processos dentro do próprio governo ampliaram a impunidade.

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Gado de fazendas ligadas a “narcopecuarista” foi vendido à JBS e Frigol

Conflitos por terra, trabalho escravo, desmatamento ilegal e homicídio envolvem o nome de João Soares Rocha, que usou a pecuária para lavar dinheiro do tráfico, segundo a PF

Por Anna Beatriz Anjos, Bruno Fonseca, Clarissa Levy, Rafael Oliveira, Thiago Domenici, em Agência Pública

Uma organização criminosa que transportou 8 toneladas de cocaína entre 2017 e 2018 para o exterior e recebeu como pagamento pelo menos US$ 3,4 milhões em dinheiro vivo. Quem liderava esse grupo? Segundo as investigações que serviram de base à Operação Flak, da Polícia Federal do Tocantins (PF-TO), era João Soares Rocha, de 64 anos.

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Grupo de trumpista faz parceria com clube de tiro e companhia de segurança no Brasil

Vigilância em aeroporto é alvo de operação da Polícia Federal; representante de empresa de blindagem, que tem contratos milionários com governo, se reuniu com Eduardo Bolsonaro

Por Alice Maciel, Bruno Fonseca, Clarissa Levy, Ethel Rudnitzki, na Agência Pública

O empresário norte-americano Daniel Beck — conhecido militante apoiador do ex-presidente dos EUA Donald Trump, que participou das manifestações que culminaram na invasão do Congresso americano em janeiro —, desembarcou no Rio de Janeiro, no dia 14 de maio, para participar do lançamento de nova parceria da Combat Armor Defense: um clube de tiro. Acompanhia, que firmou contratos milionários com a venda de carros blindados para o poder público, e teve um crescimento exponencial desde sua fundação, em 2019, “está se tornando um grande conglomerado de empresas na área de segurança”, anunciou Beck em entrevista exclusiva à Agência Pública. “Cada empresa tem seu papel, sua área de atuação. O American Shooting Club [o clube de tiro] é uma delas”, acrescentou. 

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Operação Akuanduba: PF suspeita que escritório de Salles era fachada para pagamentos ilegais

ClimaInfo

Novidades na Operação Akuanduba, que investiga o envolvimento de Ricardo Salles e de auxiliares dele no ministério do meio ambiente com um esquema de contrabando de madeira ilegal da Amazônia. Para os investigadores da Polícia Federal envolvidos no inquérito, o escritório de advocacia mantido pelo ministro é uma empresa de fachada para facilitar o recebimento de pagamentos indevidos. Segundo informou Bela Megale n’O Globo, os agentes da PF que cumpriram mandado de busca e apreensão em endereços da Carvalho de Aquino e Salles Advocacia, em São Paulo, não encontraram um escritório em funcionamento. Um dos endereços é o da mãe de Salles, Diva Carvalho de Aquino, que também é sócia na empresa; em outro, os policiais não conseguiram identificar uma sala comercial vinculada ao ministro.

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Governo teme prisão de Ricardo Salles pelo STF

ClimaInfo

A situação jurídica de Ricardo Salles não é animadora para o Palácio do Planalto. Segundo Josias de Souza, no UOL, o entorno de Bolsonaro enxerga o risco de que o Supremo Tribunal Federal (STF) possa decidir pela prisão preventiva de Salles, acusado de obstrução de justiça por não ter entregue seu aparelho celular à Polícia Federal, conforme determinado pelo ministro Alexandre de Moraes no âmbito da Operação Akuanduba.

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“Negativa da vacina foi motivada por dinheiro, por corrupção”, afirma Randolfe Rodrigues

Em entrevista à Revista Brasil TVT deste domingo (6) parlamentar detalha as razões para as negativas de aquisição de vacinas pelo governo Bolsonaro e não deixa dúvidas sobre as motivações para o lobby pela cloroquina.

por Rede Brasil Atual – RBA / IHU On-Line

Em entrevista ao programa Revista Brasil TVT desde domingo (6), o senador e vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou objetivamente que o interesse do governo Bolsonaro em promover o uso maciço da cloroquina no tratamento de pacientes de covid-19 foi motivado “por dinheiro”. “Esse negócio que a hidroxicloroquina era isso, era aquilo (sobre eficácia contra a covid), negativo! Era dinheiro (…) Vou ser mais claro: corrupção… passando a mão… esquema! (Foi utilizada) Advocacia administrativa. Nós temos provas disso na CPI.”, afirma, logo no início de sua participação.

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As boiadas, o projeto de lei do (contra) o licenciamento ambiental e nossa luta para fechar a porteira do descalabro e da destruição. Por João Alfredo Telles Melo

No Brasil Popular

É óbvio, porque público e notório o fato, que a alusão à boiada no título deste artigo se refere à infame frase do (anti)ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na não menos infame reunião ministerial do dia 22 de abril do ano passado. Ali, de forma cínica, ao alertar, para os integrantes do (des)governo federal, que a imprensa estava voltada para cobrir a tragédia da COVID, defendia que era uma oportunidade de se aprovar uma série de medidas administrativas para “flexibilizar” o controle ambiental, usando outra expressão que ficou célebre: “parecer, caneta”, confessando que arrimava suas medidas antiambientais em pareceres jurídicos, contornando, assim, a necessidade de se submeter ao processo legislativo[2].

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Ministra Cármen Lúcia autoriza instauração de inquérito contra ministro do Meio Ambiente

Ricardo Salles é investigado pela suposta prática do delito de advocacia administrativa e por dificultar fiscalização ambiental.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a instauração de inquérito contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Sales, pela suposta prática dos delitos de advocacia administrativa, obstar ou dificultar a fiscalização ambiental e impedir ou embaraçar a investigação de infração penal que envolva organização criminosa. A ministra atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) formulado na Petição (PET) 9595.

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PGR pede ao Supremo abertura de inquérito para investigar ministro Ricardo Salles

Procuradores analisaram notícia-crime da PF segundo a qual há suspeita de que Salles teria tentado atrapalhar investigação. Assessoria do ministro disse que irá ‘esclarecer todos os fatos’.

Por Vladimir Netto e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília

A Procuradoria Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de abertura de inquérito para investigar o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A relatora do caso será a ministra Cármen Lúcia.

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