Foirn e parceiros mobilizam municípios do Rio Negro para avaliar a educação escolar indígena no âmbito do TEERN, em Santa Isabel do Rio Negro

O I Encontro de Educação Escolar Indígena no Rio Negro, será realizado nos dias 25 a 27 de outubro, em Santa Isabel do Rio Negro. O evento irá reunir mais de 200 participantes, vindos dos três municípios que compõem o TEERN (Território Etnoeducacional Rio Negro), entre estes, lideranças indígenas, professores, estudantes, gestores municipais, vereadores e representantes dos órgãos responsáveis pela educação escolar indígena (SEMECs, SEDUC e MEC). (mais…)

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Defensoria Pública de SP ajuíza ação para implementação de educação diferenciada na comunidade quilombola de Bombas, no Vale do Ribeira

Uma nota importante: a Ação proposta por Andrew Toshio Hayama é exemplar, como todas as que ele vem apresentando na defesa dos direitos das comunidades tradicionais do Vale do Ribeira, muitas das quais noticiadas detalhadamente neste blog. É possível lê-la na íntegra aqui. (Tania Pacheco). 

Na DPESP

A Defensoria Pública de SP no Vale do Ribeira ajuizou, em 25/8, uma ação civil pública em face do Estado de São Paulo, em favor da comunidade quilombola de Bombas, no município de Iporanga (360 km da Capital), com o objetivo de que o poder público preste serviço educacional gratuito e diferenciado, na própria comunidade. (mais…)

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Turma com 41 indígenas de cinco povos se forma na Universidade Federal do Amapá

Curso completou 10 anos de existência no Campus Binacional da Unifap, em Oiapoque. 41 índios do Norte do estado se formaram em Licenciatura Intercultural Indígena

Por Carlos Alberto Jr, G1 AP, Macapá

O curso de Licenciatura Intercultural Indígena, da Universidade Federal do Amapá (Unifap), concedeu diploma de ensino superior a 41 índios de cinco tribos de Oiapoque, município a 590 quilômetros de Macapá. Os graduandos agora poderão lecionar sobre as características dos próprios povos e a relação com as transformações do ambiente.

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Movimento indígena questiona eficácia das cotas étnico-raciais da USP

Crítica aponta que avaliação para ingresso na Universidade não contempla educação básica dos povos originários

Por José Eduardo Bernardes, no Brasil de Fato

As cotas étnicos-raciais aprovadas pelo Conselho Universitário da USP (Universidade de São Paulo) na última terça-feira (4) contemplaram uma reivindicação histórica do movimento indígena. A partir de 2018, todos os cursos e unidades da Universidade serão obrigados a dedicar, de maneira gradativa até 2021, 50% das vagas de ingresso pelo vestibular da Fuvest para indígenas e também para pretos e pardos (PPI).  (mais…)

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Recomendação do MPF pede que estado priorize contratação de professores indígenas em escolas indígenas

Por Fernanda Canofre, no Sul21

Uma recomendação do Ministério Público Federal (MPF) de Passo Fundo, na região norte do Rio Grande do Sul, expedida no dia 16 de junho, pede que a Secretaria Estadual de Educação contrate professores indígenas ou candidatos indígenas aprovados em concursos, para lecionar nas escolas indígenas, ao invés de ampliar a carga horária de outros docentes. O documento é endereçado diretamente às 7ª e à 39ª Coordenadorias Regionais de Educação, responsáveis por escolas da região, incluindo a Escola Estadual Indígena de Ensino Médio Fág Kavá, localizada dentro da Terra Indígena de Serrinha, no município de Ronda Alta. (mais…)

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Comunidades do Xingu receberão escolas idealizadas por indígenas da região

Por André Garcia Santana, no Olhar Direito

Respeitando padrões internacionais de sustentabilidade e em consonância com a cultura e tradição das etnias locais, comunidades do Xingu passarão em breve pela implantação de escolas estaduais indígenas. A expectativa pela concretização do “Escola Sonhada”, como os indígenas batizaram o projeto que eles mesmos conceberam, teve, enfim, uma resposta após a reunião ocorrida na terça-feira (6). O encontro contou com representantes do Governo do Estado, lideranças do Xingu, Ministério Público Estadual (MPE) e associações parceiras. (mais…)

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MPF/MS: Prefeitura recebe R$ 3,9 milhões para educação e deixa indígenas sem escola

Ação do MPF contra o município de Porto Murtinho pede estrutura mínima para alunos de aldeia. Crianças de 3 a 14 anos estudam todas juntas em sala do posto de saúde local.

MPF/MS

O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF/MS) ajuizou uma ação contra a União, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e a Prefeitura de Porto Murtinho para garantir a construção de uma escola na Aldeia Campina, comunidade localizada na Terra Indígena Kadiwéu. O objetivo da ação é promover, em caráter de urgência, uma estrutura mínima para a educação das crianças da aldeia: uma sala de aula, uma dispensa para os alimentos e dois banheiros, além da contratação de um professor e uma merendeira. (mais…)

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MPF/AM firma termo de compromisso para construção de 50 escolas indígenas

Acordo vai beneficiar comunidades indígenas dos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos, na região do Alto Rio Negro

MPF/AM

Negociação com participação do Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) resultou na celebração de acordo para a construção, funcionamento, manutenção e gerenciamento de 50 escolas indígenas nos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos, localizados no território do médio e alto Rio Negro, interior do Estado, além de outros compromissos. (mais…)

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Cerimônia de formatura reúne 43 índios de 32 etnias de MT

Eles se graduaram no curso de pedagogia intercultural da Faculdade Indígena Intercultural da Unemat

Por Asdrúbal Figueiró, no Midia News

“Quando cheguei aqui a primeira vez, não me comportei bem. A gente não conversava. A gente só ficava olhando um para o outro. Depois fui conhecendo as pessoas e fazendo amizades.”

O relato é de Nawaki Ikpeng, da etnia ikpeng, e se refere aos primeiros contatos dele com seus colegas de outras etnias no curso de pedagogia intercultural da Faculdade Indígena Intercultural da Unemat (Universidade do Estado do Mato Grosso). Ele e mais 42 colegas no final de novembro. (mais…)

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‘Quero socializar ao máximo o meu conhecimento’, diz indígena formado em medicina

Em entrevista ao ‘Nexo’, Vazigton Guedes Oliveira diz que ajudará a sanar o problema da alta rotatividade de médicos e irá melhorar o acesso à saúde em sua comunidade

Por André Cabette Fábio, no Nexo

Além de vestidos, camisas e gravatas, a cerimônia de formatura de 2016 em dezembro dos estudantes de medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) teve cocares.

Amaynara Silva Souza e Vazigton Guedes Oliveira, conhecido como Zig, alunos da etnia Pataxó, fizeram questão de usar o adereço. Eles estão entre os primeiros beneficiados de um programa que destina vagas especificamente para indígenas no Brasil — antes deles, um outro indígena já havia se formado em julho pelo mesmo programa. (mais…)

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