A história de João Victor Teodoro, que via FIES cursa Relações Internacionais para entender e ajudar o mundo

João Victor Teodoro, morador do Pavão-Pavãozinho, tem trabalhado ativamente em sua comunidade, para tornar o mundo um pouco melhor. Através do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) ele ingressou no Curso de Relações Internacionais na Faculdade Estácio, o que veio a ampliar cada vez mais seu horizonte de ação. Conheça neste perfil um pouco da história de João Victor

por Mareen Butter, em RioOnWatch

O jovem de 26 anos nasceu no Pavão-Pavãozinho, na Zona Sul do Rio, mas aos dois anos sua família se mudou para Botafogo, bairro de classe média. Filho de líder comunitário, João decidiu voltar a morar no morro aos 20 anos, quando saiu de casa devido a conflitos com familiares. O pai de João já havia falecido, mas ainda era muito querido no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, por ter tentando unir a favela durante seus anos na frente da Associação de Moradores.

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Defensoria Pública obtém liminar para implementação de educação diferenciada na comunidade quilombola de Bombas, no Vale do Ribeira

Na DPESP

A Defensoria Pública de SP obteve uma decisão liminar favorável a uma ação civil pública em face do Estado de São Paulo, em favor da comunidade quilombola de Bombas, no município de Iporanga (a 360 km da Capital), localizado no Vale do Ribeira, com o objetivo de que o poder público preste serviço educacional gratuito e diferenciado, na própria comunidade. (mais…)

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Ocupação Krepym e Krenyê à Unidade Regional de Educação: Governo do Maranhão segue sem ouvir os povos

Por Rosimeire Diniz, Cimi Regional Maranhão

Um grupo de indígenas dos povos Krepym Katejê e Krenyê ocupam a Unidade Regional de Educação (URE), em Barra do Corda (MA), desde o último dia 9. Seguem sob as mesmas condições desumanas impostas a eles, como o corte da água ocorrido nos primeiros dias de protesto. A mobilização foi mais uma tentativa de fazer com que a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) atenda a pauta sobre a Educação Escolar Indígena Diferenciada no território Geralda Toco Preto. Esses e outros povos estão alijados dessa política pública, no Maranhão. Do início da ocupação até o momento, a pauta ainda não foi totalmente atendida. (mais…)

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Sem passagens, indígenas convidados para evento em Manaus ficam em Porto Velho

Por Vitor Gavirati, na A Crítica

Quarenta e uma lideranças indígenas dos municípios de Humaitá, Lábrea, Manicoré e Canutama que deveriam participar da 2ª Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena, que está sendo realizada em Manaus, estão há dois dias em Porto Velho (RO) porque não receberam  passagens para vir até a capital. Segundo as lideranças, a responsabilidade pela compra dos bilhetes é da Secretaria de Estado de Educação do Amazonas (Seduc). (mais…)

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Nota do Povo Ka’apor: “A luta dos parente Krepym Kateje por respeito e educação digna é nossa Luta!”

“Nós povo Ka’apor estamos acompanhando a luta de vocês parentes Krepym. Estamos revoltados com o descaso, autoritarismo e incompetência como a seduc do maranhão vem tratando a educação dos povos indígenas.

A luta de vocês é justa e necessária. Eles falam em democracia e que escuta a gente, mas quando a gente faz movimento pra cobrar nossos direitos, só mentem, fazem promessas, boicotam, perseguem e criminalizam as nossas lideranças e apoiadores. Eles nunca tiveram pessoas capacitadas para trabalhar com educação escolar indígena, nunca cumpriram os TACs, nunca tiveram um plano estadual de educação escolar indígena construído com os diferentes povos do nosso Estado. (mais…)

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A Escola Yanomami: levando e trazendo histórias, por José Ribamar Bessa Freire

No Taqui Pra Ti

De Roraima – A fugaz convivência com mais de cem índios Yanomami e Ye’kuana, nessa semana, de repente me proporciona a doce sensação de que estou aqui no lago Caracaranã, para cumprir, embora sem igual competência, missão similar à do contador de histórias na sociedade Matziguenga. A existência dele não foi registrada pela literatura etnográfica, mas o viajante francês Paul Marcoy jurou tê-lo ouvido, em 1846. A controvertida figura do kenkitsatatsiriras, ou seja, “aquele que conta histórias”, foi recriada ficcionalmente por Vargas Lllosa no romance “El hablador”. (mais…)

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Foirn e parceiros mobilizam municípios do Rio Negro para avaliar a educação escolar indígena no âmbito do TEERN, em Santa Isabel do Rio Negro

O I Encontro de Educação Escolar Indígena no Rio Negro, será realizado nos dias 25 a 27 de outubro, em Santa Isabel do Rio Negro. O evento irá reunir mais de 200 participantes, vindos dos três municípios que compõem o TEERN (Território Etnoeducacional Rio Negro), entre estes, lideranças indígenas, professores, estudantes, gestores municipais, vereadores e representantes dos órgãos responsáveis pela educação escolar indígena (SEMECs, SEDUC e MEC). (mais…)

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Defensoria Pública de SP ajuíza ação para implementação de educação diferenciada na comunidade quilombola de Bombas, no Vale do Ribeira

Uma nota importante: a Ação proposta por Andrew Toshio Hayama é exemplar, como todas as que ele vem apresentando na defesa dos direitos das comunidades tradicionais do Vale do Ribeira, muitas das quais noticiadas detalhadamente neste blog. É possível lê-la na íntegra aqui. (Tania Pacheco). 

Na DPESP

A Defensoria Pública de SP no Vale do Ribeira ajuizou, em 25/8, uma ação civil pública em face do Estado de São Paulo, em favor da comunidade quilombola de Bombas, no município de Iporanga (360 km da Capital), com o objetivo de que o poder público preste serviço educacional gratuito e diferenciado, na própria comunidade. (mais…)

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Turma com 41 indígenas de cinco povos se forma na Universidade Federal do Amapá

Curso completou 10 anos de existência no Campus Binacional da Unifap, em Oiapoque. 41 índios do Norte do estado se formaram em Licenciatura Intercultural Indígena

Por Carlos Alberto Jr, G1 AP, Macapá

O curso de Licenciatura Intercultural Indígena, da Universidade Federal do Amapá (Unifap), concedeu diploma de ensino superior a 41 índios de cinco tribos de Oiapoque, município a 590 quilômetros de Macapá. Os graduandos agora poderão lecionar sobre as características dos próprios povos e a relação com as transformações do ambiente.

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Movimento indígena questiona eficácia das cotas étnico-raciais da USP

Crítica aponta que avaliação para ingresso na Universidade não contempla educação básica dos povos originários

Por José Eduardo Bernardes, no Brasil de Fato

As cotas étnicos-raciais aprovadas pelo Conselho Universitário da USP (Universidade de São Paulo) na última terça-feira (4) contemplaram uma reivindicação histórica do movimento indígena. A partir de 2018, todos os cursos e unidades da Universidade serão obrigados a dedicar, de maneira gradativa até 2021, 50% das vagas de ingresso pelo vestibular da Fuvest para indígenas e também para pretos e pardos (PPI).  (mais…)

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