Defensores e servidores veem indícios de fraude na eleição para Ouvidor da Defensoria de SP

Por Brenno Tardelli, no Justificando

Após alterações em seu processo eleitoral para afastar movimentos sociais das eleições, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo se vê em meio a acusação de fraude na última eleição para o cargo de Ouvidor Geral da entidade ocorrida no final de semana passado. Defensores e servidores apontam que teria havido “compra de votos” pelo candidato Washington Carlos de Almeida, professor na Faculdade Carlos Drummond de Andrade e na Universidade Presbiteriana Mackenzie, que teria prometido nota e horas complementares na grade para os alunos que comparecessem na eleição para votar nele. O caso, montado exclusivamente em face de alunos da Faculdade Drummond, chegou ao Conselho Superior da instituição para tomar providências. (mais…)

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História dos Tapayunas será tema de evento na Justiça Federal em Mato Grosso

Antropóloga Daniela Lima, que trabalha junto a etnia, fará palestra após exibição de documentário

Ministério Público Federal 

A história do povo indígena Tapayuna e seu contato com a sociedade brasileira será tema do evento a ser realizado na próxima segunda-feira (23), em alusão ao movimento #ABRILindígena, promovido pelo Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF/MT), Justiça Federal no Estado e ONG Operação Amazônia Nativa. O evento é aberto ao público e terá início às 18 horas, no auditório da Justiça Federal em Cuiabá. (mais…)

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Resistir e lutar: a vida de uma líder indígena em São Paulo

Por Rosana Pinheiro /Agência Plano, no Yahoo Notícias

Patrícia Gabriel Soares tem só 28 anos e há três lidera o núcleo Tekoa Pyau, na aldeia do Pico do Jaraguá, zona oeste de São Paulo, onde moram aproximadamente 135 famílias da etnia guarani mbya. “Primeiramente meu nome é Patrícia, Jaxuka em Guarani”, fala devagar. “Aqui eu ajudo na organização, participo de reuniões e dou conselhos. A minha maior preocupação é ajudar o meu povo. Que a gente consiga melhorar a vida de todos e, principalmente, resistir”. (mais…)

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Série M: A morte de Marielle nos editoriais dos grandes jornais

Por Juliana Gagliardi e João Feres Júnior, no Manchetômetro

As menções ao assassinato da vereadora Marielle Franco (Partido Socialismo e Liberdade – PSOL), no último dia 14 de março, no Rio de Janeiro, não se dissociaram da discussão sobre a intervenção federal em curso no estado de mesmo nome. Isso se deve não apenas ao fato de se tratar de mais uma morte violenta a compor as altas taxas de homicídio, mas ao fato de Marielle ser a vereadora mais votada de seu partido e praticar uma agenda ativa na defesa dos direitos humanos. Mais do que isso, a vereadora do PSOL era relatora de comissão para acompanhar a intervenção, recentemente criada na Câmara dos Vereadores. (mais…)

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Ex-pajé e a teimosia da pajelança

Intolerância religiosa, etnocídio e conversão forçada são retratados com beleza plástica no filme Ex-Pajé, que estreia no festival É Tudo Verdade

por Felipe Milanez, Carta Capital

O tema da intolerância religiosa, do etnocídio, e da conversão forçada de povos indígenas é retratado com beleza plástica e cuidado no filme Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi, que estreia na quarta-feira 18 no festival É Tudo Verdade, no Rio e em São Paulo. E irá passar no Acampamento Terra Livre, organizado pela articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), em Brasília, na noite do dia 26 de abril. O filme estreia no final do mês em salas de cinema por todo o Brasil. (mais…)

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Câmara aprova inclusão da líder sindical Margarida Alves no Livro dos Heróis da Pátria

Paula Bittar, Agência Câmara Notícias

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta terça-feira (17) o Projeto de Lei 4288/16, da deputada Maria do Rosário (PT-RS), que inscreve o nome de Margarida Alves no Livro dos Heróis da Pátria. O livro está depositado no Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília, e traz os nomes de Tiradentes, Zumbi dos Palmares e Santos Dumont, entre outros personagens históricos. (mais…)

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No abril indígena, três líderes falam de resistência

Sônia Guajajara, Raoni, o líder Kaypó, e David Kopenawa falam sobre os desafios da questão indígena no Brasil

Marina Amaral, Sofia Amaral, A Pública

O mais famoso deles talvez seja Raoni, o líder Kayapó com seu impressionante adorno no lábio inferior – o labret –, sinal de compromisso do guerreiro com a terra em que nasceu. Discursando em sua língua nativa, apesar do português aprendido com os irmãos Villas-Bôas, há 40 anos empreende uma cruzada pelos direitos, não apenas de seu povo, mas de todos os parentes – como os indígenas se referem aos que pertencem a outras etnias. Desde 1989, quando deixou o Brasil pela primeira vez para um tour em 17 países com o apoio de Sting, o vocalista do Police, não parou de correr o mundo em defesa da floresta amazônica, do Xingu, dos indígenas brasileiros. (mais…)

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Luis Felipe Miguel: Por um lulismo virado à esquerda 

No Justificando

A prisão de Lula representou o epílogo do projeto lulista. Não pela destruição do ex-presidente – ele mostrou, no ato de São Bernardo do Campo, que continua em forma e sua importância política certamente resiste ao encarceramento. O que não tem futuro é o projeto de acomodação de interesses que permitiu que políticas de combate à miséria e de abertura de possibilidades de mobilidade social aos mais pobres se combinassem com a manutenção quase intocada das vantagens dos grupos dominantes. Seu esgotamento foi demonstrado pelo golpe de 2016 e pela acelerada política de destruição de direitos implementada pelo governo Temer. Ao longo de todo o processo, Lula não se cansou de acenar com a possibilidade de uma recomposição do pacto, mas, como resposta, recebeu a continuidade da perseguição contra ele e, agora, a prisão. O recado é ainda mais claro quando se põem na conta todas as ilegalidades cometidas para chegar a esse resultado. (mais…)

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