Em nome do “equilíbrio fiscal”, economistas de direita propõem limitar o salário mínimo e os benefícios sociais – e governo os satisfaz em parte. É tolice e interesse. Ganhos do trabalhador retornam à economia e ao Estado. Mas os rentistas querem o controle total do Tesouro
Por Ion de Andrade, em Outras Palavras
Há alguns meses, Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil, propôs o congelamento do salário-mínimo por seis anos como fórmula para melhorar as contas da Previdência Social. Na última semana do ano, o jornal O Estado de São Paulo defendeu a mesma ideia. Entendimento, com tintas mais fortes ou mais fracas, é, infelizmente, bastante consensual nos governos que se sucedem. (mais…)
