O mórbido assassinato / suicídio de Goebbels e seus filhos após a morte de Hitler

As crianças foram mantidas no Vorbunker junto de seus pais em 1945 por conta da provável derrota dos nazistas

Por Isabela Barreiros, em Aventuras na História

Helga, Hilde, Helmut, Holde, Hedda e Heide foram os seis filhos de Joseph e Magda Goebbels, o Ministro da Propaganda de Hitler e sua esposa, também filiada ao partido nazista. Eles eram figuras importantes no governo da Alemanha Nazista, e permaneceram com seu Führer até o fim de suas vidas.

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Alvim não fez nada diferente do que Bolsonaro prega

Mesmo quando Bolsonaro era um inexpressivo deputado do baixo clero, sempre foi nítida a natureza racista e fascista de seus posicionamentos

Por Gustavo Freire Barbosa, na Carta Capital

Somos julgados não só pelo que falamos, mas também pelo que deixamos de falar – ou pela edição interna que fazemos no sentido de selecionar os assuntos que achamos que merecem nossa indignação.

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A legislação brasileira criminaliza a incitação ao nazismo. Por Roberto Tardelli

Na condição de secretário especial da Cultura, Roberto Alvim produziu um discurso e estética nazista para um número incontável de pessoas

Na Carta Capital

Vamos falar sobre o medo. Não há ser vivo na face da Terra que não sinta medo, que eu despretensiosamente diria ser decorrente de uma certeza de morte. A caça foge de medo de seu predador, esteja ou não ele faminto, porque sabe, nesses saberes pré-constituídos, que pode morrer, por ele atacada. Temos medo da polícia porque sabemos tratar-se de uma força estatal, superiormente armada. Temos medo. Temos medo de altura, temos medo de situações desconhecidas, temos medo que nos trazem nossos repertórios de vivências pessoas ou coletivas.

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Demissão é pouco, apologia ao nazismo é intolerável

O Pacto pela Democracia repudia com veemência o pronunciamento do Secretário Especial da Cultura Roberto Alvim, que divulgou ontem (16) vídeo institucional parafraseando trechos do discurso de Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda de Hitler.

Para defender um projeto de cultura ultranacionalista, Alvim toma como inspiração expressões e estética usadas por um dos idealizadores do nazismo e figura reconhecidamente antissemita. Seu discurso é ultrajante à memória de milhões de vítimas que foram perseguidas e exterminadas pelo nazismo. Nenhum regime democrático deve admitir referências e apologias a um dos períodos mais sombrios da história.

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Roberto Alvim é demitido da Secretaria de Cultura após copiar discurso nazista

Ao se defender, ele disse que não conhecia o discurso e colocou a culpa em assessores; Bolsonaro lamentou

Erick Gimenes, Brasil de Fato

Roberto Alvim não é mais secretário da Cultura do governo Bolsonaro. Ele foi desligado do cargo nesta sexta-feira (17), um dia após copiar o discurso do ministro nazista Joseph Goebbels em um vídeo oficial (leia a comparação entre as falas mais abaixo).

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Secretário da Cultura copia discurso de ministro de Hitler e gera polêmica

Roberto Alvim parafraseia trecho de discurso de Joseph Goebbels para divulgar novo Prêmio Nacional das Artes e é criticado nas redes sociais. Rodrigo Maia e Confederação Israelita pedem afastamento de secretário.

DW

O governo do presidente Jair Bolsonaro se viu nesta sexta-feira (17/01) envolvido em mais uma polêmica associada ao nazismo, depois de o secretário especial da Cultura, Roberto Alvim, ter copiado um trecho de um discurso do líder nazista Joseph Goebbels, que foi ministro da Propaganda de Adolf Hitler.

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Inspirações para Bolsonaro. Por Janio de Freitas

Criação de escolas militarizadas foi decisiva para infiltração do nazismo

Na Folha

O governo Bolsonaro não tem a direcioná-lo uma doutrina, nem de arremedo, que lhe dê fisionomia como razão de ser e de propósito. O nível médio de ignorância entre os que o habitam não permitiria lidar com ideias, rasas que fossem, nem com noções de ordem cultural, simplistas embora.

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Jeremy Dronfield: “Las atrocidades ocurren cuando la gente deshumaniza lo que teme”

Por Victoria R. Ramos, no Zenda

Historiador, biógrafo, asesor literario y, sobre todo, escritor, Jeremy Dronfield (Reino Unido, 1965) es un autor con amplia experiencia a la hora de investigar y reconstruir hechos ocurridos durante la Segunda Guerra Mundial. En El chico que siguió a su padre hasta Auschwitz (Planeta) narra en forma de no ficción novelada las vivencias de una familia de judíos vieneses —incluyendo las de aquellos que lograron escapar a otros países— reconstruidas a partir del diario del cabeza de familia, el tapicero Gustav Kleinmann, que logró resistir junto a su hijo Fritz durante seis años en cinco de los peores campos de exterminio nazi.

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Ameaça de alunos nazistas assusta professores de escola para surdos no Rio

Ameaças fizeram Ines (Instituto Nacional de Educação de Surdos) suspender aulas na semana passada e acionar Polícia Federal; aluno teria ameaçado com um ‘Dia D’

Por Leonardo Coelho, especial para Ponte

Servidores do Ines (Instituto Nacional de Educação de Surdos) denunciam a existência de um grupo de alunos que se declaram nazistas e teriam ameaçado funcionários e outros alunos do espaço, localizado na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. As ameaças fizeram a direção do Instituto, referência no ensino aos surdos, suspender as aulas na última sexta-feira (5/4) e enviar um comunicado interno informando que havia denunciado o caso às Polícias Federal, Civil e Militar e reforçado a segurança do prédio.

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