ONU pede que Brasil suspenda despejos durante pandemia

Nesta quinta-feira (9), o especialista da ONU em direitos à moradia adequada pediu que o Brasil suspenda todos os tipos de despejo enquanto durar a pandemia. Segundo Balakrishnan Rajagopal, cerca de 2 mil famílias já foram obrigadas a sair de casa e outros milhares correm risco de despejo no país. O comunicado à imprensa foi publicado na página da ONU. A presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) também tem realizado ações para coibir despejos.

por Pedro Calvi / CDHM

“O Brasil tem o dever de proteger urgentemente todas as pessoas da ameaça da COVID-19, especialmente as comunidades em risco. A pandemia já afetou mais de um milhão e meio de pessoas no país e matou mais de 65 mil”, disse Rajagopal, o relator especial da ONU. “Os despejos forçados de pessoas nessa situação, independentemente do status legal de posse, é uma violação de direitos humanos”.

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Discurso de Bolsonaro foi o “mais desastroso” do Brasil na ONU, diz ex-ministro Rubens Ricupero

Ao O Estado de S.Paulo, Rubens Ricupero afirmou que apresentação brasileira “foi como lavar roupa suja fora de casa”.

por Brasil de Fato / IHU On-Line

O ex-ministro do Meio Ambiente e da Fazenda de Itamar FrancoRubens Ricupero, afirmou que o discurso do presidente Jair Bolsonaro durante a 74º Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) foi o “mais desastroso” da história brasileira no órgão. A declaração foi feita ao jornal O Estado de S. Paulo e divulgada nesta quarta-feira (25). Embaixador com longa carreira diplomática, Ricupero também foi subsecretário da ONU entre 1995 e 2004.

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‘Um dia de terror’: A reação de povos indígenas ao discurso de Bolsonaro na ONU

Representantes indígenas reagem a ataques de Bolsonaro ao Cacique Raoni e comparam discurso com retórica usada na ditadura.

por Debora Alves, em HuffPost / IHU On-Line

O presidente Jair Bolsonaro optou por reverberar a retórica que utiliza no Brasil ao tratar da temática indígena e ambiental no maior palco do mundo nesta terça-feira (24), quando discursou na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). Os ataques que dirigiu ao Cacique Raoni, conhecido internacionalmente pela atuação em defesa dos povos originários, bem como as afirmações sobre queimadas e desmatamento na Amazônia não ficaram sem resposta.

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Davi Kopenawa divide Nobel Alternativo com Greta Thunberg

Brasileiro ameaçado de morte é homenageado por sua luta contra o desmatamento da Amazônia e a pela proteção de povos indígenas. Além da ambientalista sueca, ativistas de Marrocos e China estão entre os ganhadores

DW

O indígena Davi Kopenawa está entre quatro ativistas internacionais ganhadores do Right Livelihood Award de 2019, também conhecido como o “Prêmio Nobel Alternativo”. O brasileiro é homenageado juntamente com a ambientalista sueca Greta Thunberg, ícone da luta contra as mudanças climáticas; a ativista marroquina Aminatou Haidar; e a advogada chinesa Guo Jianmei.

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Bolsonaro na ONU: retórica da Guerra Fria não ajuda a amenizar pressões

Para pesquisadora em Relações Internacionais, discurso do presidente se voltou ao eleitorado interno com nacionalismo abstrato

por Victor Ohana, em CartaCapital

Apesar da estratégia defensiva e enfática sobre a Amazônia, o discurso do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na abertura da 74ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) não deve amenizar as pressões internacionais em relação aos escândalos que envolvem a floresta. Esta é a análise da doutora em Relações Internacionais e professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Anna Saggioro Garcia.

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Na fala de Bolsonaro, um Mussolini de arrebalde

Na Assembleia da ONU, um provincianismo muito além do previsível. Nada sobre as crises globais – mas críticas ao petismo e elogios a Moro e às PMs… Arrogância de líder de direita e horizonte de síndico tacanho

por Gilberto Maringoni*, em Outras Palavras

Há que se reconhecer: Jair Bolsonaro foi ousado em seu discurso de abertura na Assembleia Geral da ONU. Numa sessão em que o presidente dos Estados Unidos evoca o termo “mundo livre”, jargão da Guerra Fria, o mandatário brasileiro mostrou suas garras, sem mediações ou elipses. Mostrou-se de corpo inteiro.

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ONU: Delegação Guarani da América do Sul reclama omissão dos Estados na garantia dos direitos tradicionais

Indígenas membros do Conselho Continental da Nação Guarani exigiram hoje, em evento paralelo a 42ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que Países cumpram tratados internacionais.

por Guilherme Cavalli, em Cimi

Na tarde desta terça-feira (17) em evento paralelo a 42ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, Suíça, grupo de indígenas Guarani relataram as violações de direitos sofridas pelo povo na América do Sul. A população Guarani abrange atualmente parte dos países da Argentina, da Bolívia, do Brasil e do Paraguai e reúne 280.000 pessoas, distribuídas em 1.416 comunidades, aldeias, bairros urbanos ou núcleos familiares, desde o litoral do Atlântico até a região pré-andina.

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