Escola cívico-militar em RO afasta professores que queriam ir a reunião do sindicato

Paulo Saldaña e Bruno Boghossian, Folhapress/GaúchaZH

Uma escola cívico-militar em Rondônia, gerenciada pela PM (Polícia Militar), mas com professores da rede estadual de educação, determinou a dispensa de dez professores por eles terem indicado interesse em participar de assembleia do sindicato da categoria.

O caso ocorreu no colégio Tiradentes da PM, em Porto Velho, na última quinta-feira (19). A direção da unidade argumentou que, por terem se organizado para a atividade, os docentes não teriam perfil para a escola. Há docentes no grupo que atuavam na unidade havia mais de 20 anos. Segundo eles, o episódio é inédito. 

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‘Minha identidade negra está ferida’, relata adolescente agredido por PM

Mãe do jovem diz que ele ‘dorme e acorda assustado’ após abordagem truculenta

Por Bruno Wendel e Hilza Cordeiro, no Correio*

O símbolo de resistência não suportou a truculência da Polícia Militar baiana. “Estou com medo até de sair de casa, tenho receio que algo aconteça comigo e com a minha família”, declarou o adolescente 16 anos que levou murros, chutes e insultos racistas por parte de um policial militar durante uma abordagem. Até então, ele mantinha o penteado black power como forma de autoafirmação. “É mais que moda, é a minha identidade negra que agora está ferida”, complementou o jovem que disse querer cortar o cabelo. 

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SP: Vídeo flagra agressão de PM com barra de concreto em motoqueiro que passava

Homem, atingido na noite de Natal (25/12), permaneceu internado por quatro dias e recebeu dezenas de pontos na cabeça

Por Arthur Stabile, na Ponte

Um PM pega uma barra de concreto, anda alguns metros, se prepara. Logo na sequência, ele dá um golpe certeiro na cabeça de um motoqueiro que passava pela rua, sem nem sequer abordá-lo antes disso. O caso aconteceu no Jardim Jaqueline, zona oeste da cidade de São Paulo, na noite de Natal (25/12) e foi flagrado por câmeras de segurança.

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Artista faz ativismo poético em Paraisópolis para marcar assassinato de jovens em baile funk

Frases como “o seu voto cheira a sangue” e “não acredite em contos de fardas” foram escritas pela artista Ana Letícia Penedo como forma de marcar uma semana do massacre na comunidade

Por Luisa Fragão, na Fórum

A comunidade de Paraisópolis amanheceu neste domingo (8) com diversas intervenções artísticas em seus becos e vielas. Frases como “o seu voto cheira a sangue” e “não acredite em contos de fardas” foram escritas pela artista Ana Letícia Penedo como forma de marcar uma semana do assassinato de nove jovens pela Polícia Militar de João Doria em baile funk no último domingo (1).

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PM em Paraisópolis: chacina, limpeza urbana ou modus operandi militarizado? Por Paulo Mariante*

O noticiário do final de semana nos destacou a tragédia ocorrida em Paraisópolis, município de São Paulo, SP, na qual nove pessoas morreram como resultado de uma operação da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Ainda há muito a ser apurado mas algumas questões já podem ser observadas, e impõem a todes nós, além da reflexão, uma ação urgente.

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Nota do Transforma MP contra tentativa de censura do Conselho Nacional dos Procuradores Gerais de Justiça contra debate sobre Desmilitarização

Em Nota, o Transforma MP alerta que o Conselho Nacional dos Procuradores Gerais de Justiça não pode ser o único órgão apto a manifestar-se em nome do Ministério Público Nacional

COLETIVO POR UM MINISTÉRIO PÚBLICO TRANSFORMADOR – TRANSFORMA MP, entidade associativa formada por membros do Ministério Público brasileiro (da União e dos Estados), sem fins lucrativos ou corporativos, na defesa intransigente da CONSTITUIÇÃO e do REGIME DEMOCRÁTICO, vem a público expressar consternação em face da “manifestação” do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça (CNPG) a respeito do debate “Desmilitarizar a polícia: segurança pública e direitos humanos”, realizado pela Câmara de Controle Externo da Atividade Policial e Sistema Prisional do Ministério Público Federal (7CCR/MPF) em parceria com a ONG Justiça Global.

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A Baixada Fluminense e a Necropolítica de Wilson Witzel: Parte 2

Esta é a segunda matéria, de uma série de duas partes, que traz análises de representantes e moradores da Baixada Fluminense sobre as políticas do governador eleito Wilson Witzel. Confira a primeira aqui.

Dando prosseguimento sobre como representantes da Baixada Fluminense e do município do Rio de Janeiro analisam as políticas de segurança pública do governador eleito Wilson Witzel, sob a perspectiva da necropolítica do filósofo camaronês Aquile Mbembe, iniciamos a segunda matéria da série.

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