‘Ser mulher é uma construção cultural perfeitamente habitável’, diz Laerte Coutinho

Em entrevista a Breno Altman, cartunista falou sobre questões de gênero, as dificuldades de fazer humor durante a pandemia e Bolsonaro

Por Camila Alvarenga, no Opera Mundi

No programa 20Minutos desta sexta-feira (12/03), o jornalista Breno Altman entrevistou a cartunista Laerte Coutinho, que falou sobre a transgeneridade no país, tema que vem conquistando espaço nas discussões sobre gênero e sexualidade. Para a artista, há uma percepção com “limitação” no que se refere aos gêneros, prevalecendo uma “ideia binária” do que é ser homem ou mulher, como se fossem as “únicas duas possibilidades” que existem dentro da sociedade.

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“Minorias tudo bem mas quietas e caladinhas”

por Fernanda Câncio, no Buala

É uma felicidade que na mesma semana se tenham cruzado o caso Caupers e o de Mamadou Ba: são da mesma família, sim. Mas exatamente ao  contrário.

“Uma coisa é a tolerância para com as minorias e outra, bem diferente, a promoção das respetivas ideias: os judeus não são nenhuma vanguarda iluminada, nenhuma elite. Não estão destinados a crescer e expandir-se até os não judeus serem, eles próprios, uma minoria. E nas sociedades democráticas são as minorias que são toleradas pela maioria – não o contrário. (…) A verdade – que o chamado lobby judeu gosta de ignorar – é que os judeus não passam de uma inexpressiva minoria, cuja voz é enorme e despropositadamente ampliada pelos media.”

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“Sua raça é resistente à dor”: mulheres relatam racismo em atendimentos médicos

Ofensas explícitas, diagnósticos imprecisos e procedimentos desnecessários fazem pacientes negras e indígenas evitarem consultas e tratamentos

Por Marília Moreira, em AzMina

“Agora eu uso a desculpa da pandemia, mas na verdade o buraco é bem mais embaixo”. É desse modo que a estudante universitária Jé Hámãgãy, 23 anos, justifica o fato de estar evitando ir a médicos desde que o seu filho nasceu, há pouco mais de seis meses. 

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Presidente da CDHM solicita ao governo e justiça gaúchos providências para apurar ameaças a vereador de Porto Alegre

Por Pedro Calvi / CDHM

No dia 1º de janeiro, durante a posse dos vereadores em Porto Alegre (RS), Matheus Pereira Gomes (PSOL), negro, vereador eleito, permaneceu sentado durante a execução do hino do Rio Grande do Sul, em forma de protesto. Para o parlamentar, a letra do hino contém trechos racistas, como: “Mas não basta ser livre/ ser forte, aguerrido e bravo/ povo que não tem virtude/ acaba por ser escravo”.

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PROIBIDO USAR BRANCO

No Rio, pais e mães de santo vivem terror em região dominada por traficantes que se dizem evangélicos

Por Amanda Pinheiro, no TAB/Uol

Na manhã de um sábado de janeiro de 2017, dois jovens em uma moto bateram no portão do babalorixá Wagner Júnior, o Waguinho D’Ogun. O barracão funcionava havia 12 anos em Parada de Lucas, zona norte do Rio.

Eram traficantes da região e vinham com um recado claro.

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MG: Justiça manda Facebook excluir vídeo que imputa ‘ostentação’ a líder indígena

De Estadão Conteúdo, no Diário do Sudeste

A Justiça de Minas Gerais determinou que o Facebook tire do ar uma publicação ofensiva à uma liderança indígena de Manga, cidade localizada no Vale do São Francisco, a 574 km de Belo Horizonte. É que a página “Missões em Foco”, que não divulga quem são seus administradores, postou um vídeo que acusa a mulher de usar de sua posição no movimento social para custear “sua vida de ostentação”. A publicação foi feita em outubro do ano passado.

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Gabarito do Enem foi mudado porque tinha erro, não por questão de racismo, alega presidente do Inep

Resposta divulgada inicialmente afirmava que não aceitar alisamento de cabelo era ‘postura de imaturidade’. Inep mudou alternativa correta para ‘atitude de resistência’.

Por Shin Suzuki, G1

O presidente do Inep, que organiza o Enem, disse que a resposta do gabarito a uma pergunta que cita o livro “Americanah”, da nigeriana Chimamanda Ngozi Adichi, foi alterada porque tinha um erro, não por haver “questão de racismo”.

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