Eles trabalham para a destruição total

Economia está desmoronando. Inexiste plano para conter pandemia e a crise ameaça tombar governo. Mas Guedes e Bolsonaro tentam disfarçar incompetência com barbárie – um, de olho em 2022; outro em privatizar o que sobrar do Estado

por Paulo Kliass*, em Outras Palavras

A cada novo dia que passa amplia-se a percepção em nossa sociedade a respeito do tremendo equívoco que representou a eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência da República em outubro de 2018. Percebe-se uma generalização do movimento contra esse governo, inclusive da parte de setores que o haviam apoiado no segundo turno contra a candidatura de Fernando Haddad.

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O Brasil rumo à estagnação completa

Breve, completaresmos quatro décadas de estagnação. Retrocessos contrastam com a modernização do pós-guerra – contraditória, porém notável. Capitalismo financeirizado nos destroçou. Não haverá saída sem acertar as contas com ele

Por Eleutério F. S. Prado*, em Outras Palavras

Dois fatos futuros já são sabidos nesse momento de velório nacional por causa de uma “gripezinha” que se mostra, dia após dia, hora após hora, minuto após minuto, como uma doença genocida: a) os governantes da pátria amada e idolatrada, considerando-se o conjunto das nações de rendas médias e altas, serão considerados como os mais desastrados no enfrentamento da difusão da pandemia do novo coronavírus na sociedade; b) os danos na malha produtiva produzidos pela atual crise da economia capitalista no Brasil, como consequência dessa má gestão, mas também da política econômica dos últimos trinta anos e, em particular, aquela imediatamente pregressa, serão os maiores dentre todas essas mesmas nações.

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Decreto de Bolsonaro permite privatização da EBC; servidores repudiam medida

Para a Frente em Defesa da EBC, ação é inconstitucional e tem por base discurso mentiroso que associa a empresa ao PT

Redação Brasil de Fato

Logo após a publicação do decreto presidencial que permite a privatização da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), no Diário Oficial da União (DOU), desta quinta-feira (21), a “Frente em Defesa da EBC e da Comunicação Pública” soltou uma nota em repúdio à decisão de Jair Bolsonaro (sem partido).

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Na surdina, querem privatizar as águas…

Ministro Paulo Guedes aproveita-se de crise sanitária para devastar o saneamento brasileiro. Tenta emplacar projeto que estrangula financiamento e sucateia companhias públicas de água e esgotos, entregando-as ao setor privado

por Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento

O 22 de março, quando se comemora o Dia Mundial da Água em todo o planeta, ocorrereu em um momento em que o mundo vive a pandemia da Covid-19, declarada em 11 de março último pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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Quatro anos de golpe: um primeiro balanço

Em 13 pontos, o retrato de um Brasil submisso: economia em frangalhos, R$ 19 bi a menos em Saúde, privatizações e desemprego massivo. Bolsonaro é continuação desse projeto — e superá-lo exigirá mais que surpresa a cada novo ataque…

Por José Álvaro de Lima Cardoso*, em Outras Palavras

“O Brasil não é um terreno aberto onde nós iremos construir coisas para o povo. Nós temos que desconstruir muita coisa” (Jair Bolsonaro, em 18/03/2019, na sede da Agência Central de Inteligência norte-americana – CIA, em Washington)

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Eles não querem acabar com a corrupção

Por que, enquanto o Brasil regride, espalham-se pelo mundo revoltas que miram o neoliberalismo: mercantilização da vida, destruição de serviços públicos, privatizações, “empregos lixo”? Análise dos novos movimentos que mídia esconde

Por Serge Halimi, no Le Monde Diplomatique Brasil

A de Argélia, B de Bolívia, C de Chile, E de Equador, F de França… Às vezes, um mês depois que as manifestações começaram, seu motivo inicial já não tem muita importância, e atender às reivindicações originais dos manifestantes também já não adianta muito. Mesmo cancelando o aumento de 4% no preço das passagens de metrô, Sebastián Piñera não conseguiu liberar as ruas de Santiago, assim como o governo de Hong Kong não foi capaz de acalmar seus oponentes retirando o projeto de lei sobre extradição. Uma vez iniciado o movimento, é preciso ceder mais. Se necessário, enviar a polícia, o Exército. No Iraque, no Chile, na Argélia, prometer mudar a Constituição.

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