Arildo Valadão, cujo corpo não foi encontrado, foi decapitado ainda com vida, segundo a denúncia do MPF
Por Roberto Junquilho, no Século Diário
Nove anos depois de iniciadas as investigações da Força-Tarefa Araguaia, volta à tona o assassinato do estudante capixaba Arildo Aírton Valadão, ocorrido no Pará, durante a repressão que ficou conhecida como massacre à Guerrilha do Araguaia, em um dos períodos mais sangrentos da ditadura militar instalada no país em 1964. Ari, como era conhecido, foi decapitado ainda com vida, segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), encaminhada neste mês ao Judiciário, como parte da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) contra o Estado brasileiro.
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