Denúncia do MPF traz à tona assassinato de capixaba na Guerrilha do Araguaia

Arildo Valadão, cujo corpo não foi encontrado, foi decapitado ainda com vida, segundo a denúncia do MPF

Por Roberto Junquilho, no Século Diário

Nove anos depois de iniciadas as investigações da Força-Tarefa Araguaia, volta à tona o assassinato do estudante capixaba Arildo Aírton Valadão, ocorrido no Pará, durante a repressão que ficou conhecida como massacre à Guerrilha do Araguaia, em um dos períodos mais sangrentos da ditadura militar instalada no país em 1964. Ari, como era conhecido, foi decapitado ainda com vida, segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), encaminhada neste mês ao Judiciário, como parte da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) contra o Estado brasileiro.

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MPF acusa 8 militares e um médico por crimes cometidos pela ditadura no Araguaia

Denúncias foram entregues ao Judiciário depois de 9 anos de investigação por ordem da Corte Interamericana de Direitos Humanos

Por Vasconcelo Quadros, Agência Pública

Em dez denúncias encaminhadas ao Judiciário cumprindo parte da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) contra o Estado brasileiro, o Ministério Público Federal resgatou a pauta mais incômoda para as Forças Armadas e o governo do presidente Jair Bolsonaro: a acusação de que, longe da versão de uma guerra na selva difundida pelos militares, o que ocorreu na Amazônia entre outubro de 1973 e final de 1974, na operação conhecida como Marajoara, foram assassinatos a sangue frio, com a ocultação e destruição planejadas dos corpos de oponentes. Oito oficiais e um médico foram identificados e responsabilizados pela execução e ocultação dos corpos de 17 guerrilheiros do PCdoB. As investigações também confirmam que, entre os 68 desaparecidos, 41 foram executados, 32 deles depois de passarem por prisões nas bases militares no circuito da guerrilha. 

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MPF oferece a décima denúncia por crimes de militares na repressão à guerrilha do Araguaia: sétima contra Curió

Major Curió é acusado pelo homicídio qualificado e ocultação do cadáver de Pedro Carretel

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o coronel da reserva do Exército Sebastião Curió Rodrigues de Moura, conhecido como major Curió, pelo homicídio qualificado e ocultação do cadáver do camponês Pedro Pereira de Souza, conhecido como Pedro Carretel, integrante da guerrilha do Araguaia, movimento de resistência armada à ditadura militar brasileira.

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Ex-agentes da ditadura argentina são condenados por estupro de prisioneiras

Após anular medidas de anistia em 2005, Justiça argentina sentenciou mais de 1.000 pessoas por crimes cometidos durante a brutal ditadura que vigorou no país entre 1976 e 1983.

Na DW

A justiça argentina sentenciou nesta sexta-feira (13/08) a mais de 20 anos de prisão dois ex-militares que aturaram na repressão da ditadura do país entre 1976 e 1983. Eles foram acusados por crimes sexuais cometidos contra presas políticas em um centro de tortura que funcionou em Buenos Aires.

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MPF e OAB encaminham carta ao governo de Sergipe pela criação e garantia de autonomia de órgãos de combate à tortura

Documento foi aprovado durante a Audiência Pública realizada pelo MPF e OAB, em parceria com DPU, DPE, MP/SE, MPT, UFS, Seias e MNDH/SE

Ministério Público Federal em Sergipe

O Ministério Público Federal (MPF) e a Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe encaminharam nesta terça (20), ao governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, a Carta de 14 de Julho, para que sejam adotadas providências que garantam a implantação do Comitê e do Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura em Sergipe.

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Inferno no meio-oeste

Agentes prisionais são acusados de tortura e de exigir favores sexuais de ao menos 27 detentas em troca de regalias em presídio de Santa Catarina

Por Lúcio Lambranho, Agência Pública

Elas estavam presas. Tinham companheiros e parentes presos ou trabalhavam como vigilantes na mesma prisão. Dizem ter sido coagidas a fazer sexo ou sofrido tentativas de abuso sexual depois de reiteradas ameaças. Em comum, todas as vítimas relatam que eram dominadas pelo medo. Medo de serem transferidas para prisões longe das famílias ou sofrerem castigos. De verem os companheiros passando por um “inferno” quando não cediam aos “impulsos sexuais” de funcionários do estado que comandavam a cadeia. Ou a perda do emprego para aquelas que trabalhavam na segurança da mesma unidade prisional.

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Implantação do Mecanismo de Combate à Tortura: conheça as palestrantes da audiência pública

O evento vai ocorrer na quarta-feira, 14 de julho, por meio do aplicativo Zoom

MPF

Nesta quarta-feira, 14 de julho, o Ministério Público Federal e a Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Sergipe, vão realizar audiência pública sobre a importância da implementação do Comitê e do Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura. As dificuldades observadas para a efetiva implantação dos órgãos também estão na pauta da audiência.

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