Como bem definiu a Paula Vermeersch, não é que Jair Bolsonaro apenas tenha feito referência a uma tortura pretérita ao pedir o raio x de um crime: ele está torturando. E não apenas tripudiando. Ele está a torturar Dilma Rousseff. Assim, no tempo presente.
Da mesma forma que ele torturou Dilma Rousseff no dia 17 de abril de 2016, em meio àquele festival de violências verbais e institucionais na Câmara. Ele se uniu à memória de Ustra para torturar a presidente — enquanto centenas de cúmplices riam.
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