Milagro Sala: “Los delitos los cometen ellos”

“Agradezco lo que hicieron para que pudiese tener la domiciliaria”, dice Milagro Sala, pero reconoce que “hay una parte de bronca por lo que siguen haciendo”. “Pasé de una cárcel a otra”, afirma y habla también de la desaparición de Santiago Maldonado.

Por Alejandra DandanPágina/12

Milagro Sala acaba de llegar a la casa de La Ciénega, el confín del mundo trasformado en una nueva cárcel al que el gobierno nacional busca desterrarla mientras en todo el país se preparan las marchas por la desaparición forzada de Santiago Maldonado. “Creo que esto es para entretener a los argentinos”, dice a PáginaI12. “Pero los argentinos están muy consternados por lo que pasó con Santiago y también están organizados. Nada es causal. Las marchas de los compañeros estatales, de las madres o sectores de las organizaciones sociales demuestran que estamos organizados y que se ha tomado conciencia que al país tenemos que defenderlo entre todos. Que el país está en crisis. Y que esta fiesta que esta haciendo (Mauricio) Macri es para que el que tiene menos tenga todavía menos”. (mais…)

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“Dano existencial coletivo às comunidades tradicional com ênfase nas comunidades indígenas e quilombolas” (para baixar)

Por Roberto Antonio Liebgott, no IPDMS

Rodrigo de Medeiros Silva aborda, neste livro, um tema extremamente relevante para os povos, comunidades e populações tradicionais: trata-se do dano existencial coletivo e da consequente possibilidade de reparação quando este dano atinge não apenas o indivíduo, como também as coletividades. É preciso reconhecer que esta discussão encontra-se marginalizada tanto no âmbito do direito, quanto nas instâncias do debate acadêmico. (mais…)

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Vladimir Safatle: Não haverá 2018

Na Folha

No Brasil, toda a reflexão e ação política parece atualmente ter os olhos única e exclusivamente voltados para o ano de 2018.

Como se o país pudesse voltar a uma normalidade mínima depois de ficar dois anos nas mãos de um ocupante do lugar de presidente da República com perfil mais adaptado a trabalhar em filmes de aprendiz de gângsteres e com aceitação popular zero, de um Congresso Nacional composto de indiciados e oligarcas e de um Poder Judiciário exímio em operar com decisões completamente contraditórias de acordo com os interesses imediatos do juiz que julga. (mais…)

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Conselho de Gestão Ka’apor: “Nosso Plano de Vida e nossa força é maior que as mentiras e ameaças do governo e madeireiros”

No dia 2 de agosto, este blog recebeu uma “Nota de Associação Kaapor Tá Hury do Rio Gurupi”, acompanhada de um pedido de divulgação que acolhemos. O documento abaixo é a resposta do Conselho de Gestão Ka’apor à nota em questão. (TP)

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Nosso Plano de Vida e nossa força é maior que as mentiras e ameaças do governo e madeireiros

Nos do Conselho de Gestao Ka’apor queremos esclarecer pra vocês que nossa organização é do nosso povo. Surgiu da nossa cultura, representa nossos antigos Tuxa. Nós temos uma historia que fala da origem dos Tuxa, do nosso Conselho de Gestao Ka’apor. (mais…)

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A liberdade em tempos sombrios

Por Márcio Sotelo Felippe , no Justificando

Em um artigo publicado em 1944, A república do silêncio, Sartre escreveu que os franceses nunca foram tão livres quanto no tempo da ocupação alemã. Um chocante e brilhante paradoxo que só a grande Filosofia, como exercício de pensar fora do senso comum, é capaz de produzir. Por que os franceses eram livres se todos os direitos haviam sido aniquilados pelos alemães e não havia qualquer liberdade de expressão? Como se podia ser livre sob a cerrada opressão do invasor que fiscalizava os gestos mais triviais do cotidiano? Porque, dizia Sartre, cada gesto era um compromisso. A resistência significava uma escolha e, pois, um exercício de liberdade. Significava não renunciar à construção de sua própria existência quando os invasores queriam moldá-la, reduzindo-a a objeto passivo e sem forma. (mais…)

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TRF5 mantém decisão do júri popular no caso Manoel Mattos

Por unanimidade, a Terceira Turma negou provimento às apelações das defesas dos réus e do Ministério Público Federal para anular a sentença da 36ª Vara Federal de Pernambuco

TRF5

Por unanimidade, a Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 negou provimento, nesta quinta-feira (10/08), às apelações do Ministério Público Federal (MPF) e da defesa dos acusados pelo assassinato do advogado e ativista dos direitos humanos Manoel Mattos. A vítima foi executada em janeiro de 2009, na praia de Pitimbu/PB. As partes apelaram contra sentença da 36ª Vara Federal de Pernambuco, após Júri Popular realizado no Recife/PE, em 2015, que condenou José da Silva Martins e Flávio Inácio Pereira pelo crime, e absolveu outros três réus. (mais…)

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Quase 15 anos de autogoverno Zapatista: Em Chiapas, a revolução continua

No início dos anos 1990, o levante zapatista encarnou uma opção estratégica: mudar o mundo sem tomar o poder. A chegada ao governo de forças de esquerda na América Latina, alguns anos depois, parecia tirar-lhes a razão. Mas, da Venezuela ao Brasil, as dificuldades das administrações progressistas levantam uma questão: como está Chiapas?

Por François Cusset, no Le Monde Diplomatique Brasil (mais…)

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A coroa de lata e o rei do Amazonas, por José Ribamar Bessa Freire

No Taqui Pra Ti

De longe, eu te avistei, meu maninho, meu irmão, assistindo o debate na quinta-feira (3) na Rede Amazônica, entre os oito candidatos a governador na eleição de domingo (6). O primeiro a falar foi Amazonino: “Eu acumulei experiência” – ele disse, sem especificar, mas nós sabemos qual a experiência que ele entesourou. “Dá para você pelo menos ter de volta o que já teve” – prometeu. Anunciava assim devolução do que foi subtraído ao povo? Foi ai, meu maninho, meu irmão, que você, empanturrado com tanto blá-blá-blá, desligou a TV e eu me lembrei da eleição para prefeito de Manaus em 2004. (mais…)

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Aula Magna e Ato em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas e Quilombolas: contra o marco temporal, na UnB, 11/08

No Índio é Nós

No dia 16 de agosto, é possível que o Supremo Tribunal Federal julgue três ações sobre o chamado marco temporal, tese anti-indígena que tem a finalidade de limitar as demarcações de terras no Brasil. Tanto os povos originários quanto os quilombolas, que também estão sob a ameaça de aplicação dessa tese inconstitucional, vêm se mobilizando contra esse marco, que pretende negar as territorialidades históricas desses povos, bem como legitimar o genocídio que eles sofreram e a usurpação de suas terras por invasores e grileiros. (mais…)

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