Ventos de Profecia na Amazônia, os 50 anos da Prelazia de São Félix do Araguaia

Lançamento do livro será no próximo dia 12 de agosto, às 20:30 em São Félix do Araguaia

CPT

Na próxima quinta-feira, 12 de agosto, em São Félix do Araguaia – MT, um ano após o bispo Pedro Casaldáliga ter sido plantado à sombra de um pequizeiro, à beira do Araguaia, no cemitério dos Karajá, os primeiros moradores da díade, está para ser lançado o livro VENTOS DE PROFECIA NA AMAZÔNIA – os 50 anos da Prelazia de São Félix do Araguaia.

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Ellen Oléria narra vídeo-manifesto para celebração do Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922


Gravado no Theatro Municipal, vídeo reforça valorização periférica na programação da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo

São Paulo, julho de 2021 — O vídeo-manifesto de lançamento do projeto Modernismo 22+100, o Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 organizado pela Prefeitura de São Paulo, reforça a valorização da cultura periférica no eixo central das reflexões e celebrações. Gravado no Theatro Municipal, o vídeo produzido pela produtora paulistana Lady Bird retrata uma performance protagonizada pelos artistas Hebert Gonçalves e Moara Sacchi. Além dos protagonistas negros, o vídeo é narrado pela premiada cantora Ellen Oléria.

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Manifesto dos trabalhadores da Cinemateca Brasileira sobre o incêndio na unidade da Vila Leopoldina

O incêndio que acometeu o edifício da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina na noite de 29 de julho de 2021 foi um crime anunciado, que culminou na perda irreparável de inúmeras obras e documentos da história do cinema brasileiro. Essas instalações são parte fundamental e complementar em relação ao espaço da Vila Clementino, onde se encontra armazenada a maior parte do acervo da Cinemateca Brasileira.

Recentemente, em fevereiro de 2020, uma enchente já havia afetado grande parte do acervo documental e audiovisual lá depositado.

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Bolognesi: “Incêndio na Cinemateca não é acidente”

Após repetidos alertas sobre risco de fogo, cineasta Luiz Bolognesi pede responsabilização das autoridades e diz que comunidade artística internacional está chocada. “Cinematecas guardam o acervo audiovisual de um povo.”

Por Bruno Lupion, do DW

Para o cineasta Luiz Bolognesi, o fogo que atingiu parte do acervo da Cinemateca Brasileira na quinta-feira (29/07) não se trata de um acidente – diante dos avisos repetidos e insistentes de que a entidade estava abandonada e que havia risco de incêndio – mas de um crime administrativo, pelo qual as autoridades competentes precisam ser responsabilizadas.

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Funarte cita Deus para reprovar apoio da Lei Rouanet a festival de jazz na Bahia

Órgão do governo do presidente Jair Bolsonaro também mencionou postagem feita pela organização do Festival do Capão nas redes sociais, em junho do ano passado, quando se posicionou como ‘festival antifascista e pela democracia’

Por G1 BA

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) citou Deus em um parecer técnico para reprovar o pedido de apoio do Festival de Jazz do Capão, realizado na região da Chapada Diamantina, na Bahia, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Além disso, o documento da Funarte também menciona uma publicação em rede social em que o evento se posiciona como “um festival antifascista e pela democracia”, para embasar o parecer de indeferimento do pedido.

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Fundação Palmares tem gestão voltada para o desmonte, afirmam ex-presidentes

Ex-dirigentes da Fundação Palmares lamentam ofensiva contra livros e apontam tentativa de esvaziamento da entidade em suas funções

Por Vitor Nuzzi, da RBA

Excluídos do acervo por “teor marxista”, “perversão” e outras inadequações apontadas pela atual gestão, livros da Fundação Palmares são mais um capítulo no processo de descaracterização da entidade, segundo dois de seus ex-presidentes. Para eles, além de certo obscurantismo, a medida ajuda a desviar a atenção para um incessante processo de “desmonte” da instituição, criada em 1988 (Lei 7.668).

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Historiadora Lilia Schwarcz traça paralelo entre a gripe espanhola e a pandemia de Covid-19 em evento do STF

Para a professora, a história guarda lições para que a sociedade atual aprenda com os erros e acertos do passado

STF

A antropóloga e historiadora Lilia Schwarcz participou, nesta sexta-feira (11), do evento virtual “Registros históricos em períodos de pandemia: um olhar para a Covid-19”, promovido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A professora da Universidade de São Paulo (USP) e de Princeton, nos Estados Unidos, traçou um paralelo entre a gripe espanhola de 1918 e a atual pandemia da Covid-19 e destacou as lições que a sociedade deve apreender com a crise.

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