Livro digital sobre memória dos saberes tradicionais em território Guarani-Kaiowá será lançado, em 23/7

Por Verônica Almeida, no Informe Ensp

O ObservaPICS lança, dia 23 de julho, o livro digital Pohã Ñana (Plantas Medicinais): fortalecimento, território e memória Guarani e Kaiowá, mais um produto da pesquisa Práticas tradicionais de cura e plantas medicinais mais prevalentes entre os indígenas da etnia Guarani-Kaiowá,  na região Centro-Oeste coordenada pelos pesquisadores Paulo Basta, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp-RJ), e Islândia Carvalho (Fiocruz Pernambuco), coordenadora do observatório. Além dos dois, são organizadores da publicação Aparecida Benites (Kuñatãi mbo`y arandu) e Ananda Meinberg Bevacqua (Kunãtai tucamby).

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Aílton Krenak e a busca da totalidade cósmica

Em Ideias para adiar o fim do mundo, ele argumenta: Ocidente gerou uma sociedade de ausências. Desconectou-nos da memória ancestral, da Natureza e das experiências em comunidade. Evitar catástrofes requer descolonizar a vida

por Alex Hotz*, em Outras Palavras

Não é de hoje que as reflexões de Ailton Krenak provocam intensas discussões e provocações aos pensadores convencionais. Líder indígena, pensador herdeiro dos saberes tradicionais e defensor dos direitos de seu povo, Ailton fala de um lugar onde os saberes ainda não foram colonizados e nem se renderam a materialidade eurocêntrica. Seu discurso transcrito carrega os potenciais da oralidade e estimula a reflexão para além das regras formais da escrita convencional e acadêmica. Tudo isso encontramos em seu pequeno e profundo livro intitulado As ideias para adiar o fim do mundo (2019) e na mais recente publicação intitulada O amanhã não está à venda (2020), ambos pela editora Companhia das Letras.

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Estudantes da UFPE, em Caruaru, adaptam enredo do ‘Auto da Compadecida’ para o período de pandemia do coronavírus

Projeto é uma adaptação livre da obra de Ariano Suassuna. Lançado em podcast, o trabalho traz o cangaceiro Severino de Aracaju como o Capitão Covid, que é alérgico a sabão.

Por Joalline Nascimento, G1 Caruaru

A ideia de transformar o cangaceiro Severino de Aracaju, da obra “Auto da Compadecida”, no Capitão Covid bem que poderia ter sido de João Grilo, mas não foi. A proposta surgiu em um projeto de extensão do curso de comunicação social da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Caruaru, no Agreste. Sob a orientação de duas professoras, os estudantes desenvolveram o “Auto da Compadecida em tempos de pandemia” – um podcast em formato de radionovela.

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MPF pede para Ibama descumprir despacho do Ministério do Meio Ambiente que anistia invasores da Mata Atlântica em SP

Despacho do ministro Ricardo Salles pode levar ao cancelamento indevido de multas por infração ambiental no estado, segundo Ministério Público Federal.

Por Sabina Simonato, SP1, no G1

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo pediu ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que descumpra o decreto do Ministério do Meio Ambiente que praticamente “anistia” proprietários rurais que invadiram a Mata Atlântica no estado.

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Carta aberta pela preservação e recuperação da Aldeia de São Fidélis, Valença

Valença, 24 de Abril de 2020 – Dia de São Fidélis

Mais um monumento em Valença poderá cair. Não estamos falando dos casarões da Praça da República, do Teatro Municipal, da Câmara, da Cadeia (embora estes requeiram também atenção urgente). Trata-se da Igreja de São Fidélis, cujos festejos (outrora comemorados com uma cavalgada) esse ano passaram despercebidos. Documentos mostram que é ela, talvez, uma das construções mais antigas ainda em pé, já que sua existência remonta ao período em que se iniciou a construção da Igreja do Amparo, em 1757.

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A fábrica da desunião. Por Rubens R.R. Casara

Na Revista Cult

Geração ofendida

Para muitos, a sensação é de termos sido lançados em um pesadelo. Diante dos absurdos que se repetem, há uma pergunta que ainda não recebeu uma resposta adequada: como permitimos essa longa noite que parece não ter fim?

Por um lado, a visão de mundo hegemônica parece indicar que os “outros” devem ser percebidos como ameaças, concorrentes e, não raro, inimigos que devem ser destruídos. O egoísmo tornou-se virtude em um mundo em que o objetivo principal é a acumulação de capital.

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