Para o morador do sertão, o filme não mostra o futuro, mas um presente cruel. Há selvageria, mas também insubmissão. Nas entrelinhas, uma mensagem ao Nordeste: há força possível a ser levantada de um povo abandonado a si mesmo
por Renan Porto*, em Outras Palavras
Que Bacurau seja uma crítica ao governo Bolsonaro e ao imperialismo americano é a interpretação mais rasa possível do filme.
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