Escritora inglesa, autora de ‘A cidade solitária: Aventuras na arte de estar sozinho’, fala sobre as diferentes formas de solidão. “É diferente estar só e sentir-se só”. Aproximou-se de bêbados infames como Hemingway e Fitzgerald, e problemáticos solitários como Henry Darger e Edward Hopper. Em livros indaga sobre a relação entre a arte e a dor. Transformada em uma das vozes mais interessantes do panorama literário anglo-saxão, reivindica um novo espaço para a empatia.
Por Andrea Aguilar, no El País
