Projeto Brasil Sem Veneno ouviu pesquisadores e assentados, que apontam caminhos para produzir em larga escala de forma agroecológica; crescimento depende de incentivos públicos para adaptar maquinário, fortalecer circuitos locais e garantir a oferta de insumos
Por Raquel Torres, especial para O Joio e O Trigo e De Olho nos Ruralistas
A Segunda Guerra Mundial estava no fim, em 1944, quando Norman Borlaug chegou ao México para chefiar um programa de melhoramento genético do trigo, financiado pelo governo mexicano e pela Fundação Rockefeller. O cientista estadunidense, que até então trabalhava na empresa química DuPont, tinha a missão de aumentar a produção do grão no país. Continue lendo “A agroecologia pode alimentar o mundo, mas falta investimento”