Senado barra bolsonaristas no comando da Comissão de Meio Ambiente

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O Senado Federal fechou na última 4ª feira (8/3) o comando da maior parte de suas comissões temáticas, entre elas a de Meio Ambiente (CMA). O colegiado será encabeçado nos próximos dois anos pela senadora Leila Barros (PSB-DF), com Fabiano Contarato (PT-ES) na vice-presidência. Continue lendo “Senado barra bolsonaristas no comando da Comissão de Meio Ambiente”

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Senador estima que 19 mil garimpeiros deixaram Terra Yanomami

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Depois da novela em torno de sua composição, a comissão temporária do Senado Federal para acompanhar a crise humanitária na Terra Yanomami, em Roraima, aprovou na última 4ª feira (8/3) seu plano de trabalho. Os senadores programaram duas visitas de campo para ouvir a população e as autoridades do estado. Continue lendo “Senador estima que 19 mil garimpeiros deixaram Terra Yanomami”

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Agência de mineração adia polêmica oferta de áreas para garimpo

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A Agência Nacional de Mineração (ANM) decidiu adiar a oficialização de uma oferta de áreas para novos garimpos aberta no final do ano passado, sob o governo Bolsonaro. O edital lançado pela ANM na época oferecia nada menos que 420 áreas – a maior parte delas na região amazônica – para garimpeiros e cooperativas de garimpeiros. A oferta recebeu muitas críticas, especialmente após a crise na Terra Yanomami, onde o impacto dos garimpos ilegais provocou uma tragédia humanitária. Continue lendo “Agência de mineração adia polêmica oferta de áreas para garimpo”

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Amazônia perdeu área de floresta maior que o Espírito Santo em cinco anos

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A bacia amazônica perdeu mais de 5 milhões de hectares de floresta entre janeiro de 2017 e novembro de 2021, de acordo com dados do projeto Sentinel-1 Science Amazonas. É uma área maior que o Espírito Santo. No período observado, o pico ocorreu em 2021 – informação que bate com o Sistema PRODES, do INPE, que mediu mais de 1,3 milhão de ha desmatados só na Amazônia brasileira. Continue lendo “Amazônia perdeu área de floresta maior que o Espírito Santo em cinco anos”

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De onde vem a riqueza de tão poucos. Por Ladislau Dowbor

Em obra político-didática essencial, Michael Hudson descreve as engrenagens do rentismo capitalista pós-moderno. Livro alerta: ao parasitar o trabalho produtivo, Ocidente autocondena-se a estagnação econômica, regressão social e fascismo

Por Ladislau Dowbor, em Outras Palavras

Michael Hudson escreveu o que me parece ser a melhor e mais clara explanação sobre como a economia financeirizada transforma a sociedade moderna. Não estou exagerando nos qualificativos, trata-se de um trabalho realmente excepcional, e que permite que qualquer pessoa com um nível razoável de cultura possa entender os principais dilemas de como nos organizamos como sociedade. O livro resulta de um curso para a universidade chinesa Global University for Sustainability, transcrito pelos chineses, revisado pelo autor, e transformado numa prosa onde a oralidade e os exemplos asseguram a compreensão das principais dinâmicas do capitalismo atual. O livro explica, não complica. Continue lendo “De onde vem a riqueza de tão poucos. Por Ladislau Dowbor”

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Nota sobre a reunião de mediação de conflitos com a Suzano Papel e Celulose

Reunião de mediação entre o Governo Federal, a empresa Suzano Papel e Celulose e o MST aconteceu neste 8 de março

Da Página do MST

Neste dia 08 de março de 2023, ocorreu uma reunião de mediação entre o Governo Federal, a empresa Suzano Papel e Celulose e o MST. A mesa foi formada em virtude das ocupações de famílias Sem Terra no Extremo Sul da Bahia em áreas da empresa de eucalipto, ocorridas no início de março. Continue lendo “Nota sobre a reunião de mediação de conflitos com a Suzano Papel e Celulose”

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‘No momento que cortaram ao meio o Xingu e o sangraram, também fomos sangrados’

Pescador-escritor, o ribeirinho escreve para liberar os sentimentos represados pela dor de testemunhar o impacto de Belo Monte no rio que é sua vida

por RAIMUNDO DA CRUZ E SILVA, VOLTA GRANDE DO XINGU/PARÁ, em Sumaúma

Essa narrativa que eu vou fazer agora e vou apresentar para vocês fala da visão de um ribeirinho, de dentro do rio, da Volta Grande do Xingu e do TVR [Trecho de Vazão Reduzida]. Como era antes nosso rio e como está agora. Então, vamos lá. O colapso de um rio e a visão de um ribeirinho. A esperança e o colapso do nosso rio. A omissão de um empreendimento e a exclusão de um povo. Isso é de que nós vamos falar. Então, vamos lá. Continue lendo “‘No momento que cortaram ao meio o Xingu e o sangraram, também fomos sangrados’”

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‘O peixe ficou analfabeto de rio’

Desde que a Norte Energia, a dona de Belo Monte, fez do Xingu sua caixa-d’água particular, o rio se tornou imprevisível, com grande impacto no cotidiano dos moradores humanos e não humanos. Indígenas, pescadores e ribeirinhos passaram então a monitorar o comportamento do Xingu todos os dias para ajudar o Ibama a tomar a melhor decisão sobre a renovação da licença de operação da hidrelétrica

por HELENA PALMQUIST, ALTAMIRA/PARÁ, em Sumaúma

O caminho até a piracema é longo e tortuoso. A mata de igapó não está alagada, mas muito úmida. O solo, recoberto por folhas, fica escorregadio e é preciso atenção para subir e descer os pequenos barrancos onde as águas do rio Xingu recortam o terreno em dezenas de pequenos córregos, que na Amazônia são chamados de igarapés. Raimundo da Cruz e Silva, de 47 anos, faz esse percurso todos os dias para verificar se a água subiu ou desceu e se os peixes estão se reproduzindo. Ele confere a altura das águas em réguas instaladas no perímetro, faz fotos e grava vídeos e áudios daquela que chama de “minha piracema”. Raimundo é um dos 12 pesquisadores ribeirinhos e indígenas que monitoram os impactos da hidrelétrica de Belo Monte sobre os ecossistemas do rio. Ao lado de pesquisadores acadêmicos de várias universidades brasileiras, eles integram o Observatório da Volta Grande do Xingu, um trabalho independente que tem produzido a análise ambiental mais acurada dos impactos da usina sobre a vida no rio. Continue lendo “‘O peixe ficou analfabeto de rio’”

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Violência contra povo Kinikinau é reflexo da morosidade do Estado em demarcar território

Desde 2014, povo Kinikinau reivindica um GT à Funai para a identificação da TI Agachi; enquanto isso, seguem expostos a todo tipo de violência

POR MARINA OLIVEIRA, DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO CIMI

“Quantos governos terão, nas mãos, sangue Kinikinau até que o seu território seja garantido?”. Matias Benno, coordenador do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) – Regional Mato Grosso do Sul, lamenta a morosidade do Estado brasileiro em demarcar a Terra Indígena (TI) Agachi, do povo Kinikinau – expulso há quase cem anos de seu território ancestral pelo Serviço de Proteção ao Índio (SPI). Continue lendo “Violência contra povo Kinikinau é reflexo da morosidade do Estado em demarcar território”

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‘Quando falta o ar’ retrata a luta desigual dos trabalhadores no sistema público de saúde contra um inimigo letal

Documentário que entra em circuito comercial nesta quinta-feira ressalta o valor do SUS. Equipe e profissionais da saúde foram recebidos por Lula

Por Vitor Nuzzi, da RBA

São Paulo – Quando falta o ar traz o relato de um drama que parece ter se passado há muito tempo, mas é história ainda presente com suas marcas no país e em milhões de brasileiros. O documentário, que entra em circuito comercial nesta quinta-feira (9), mostra a história de trabalhadores do sistema público de saúde no combate a uma doença desconhecida e de grande letalidade, a covid-19. Anteontem (8), equipe e atores do filme se encontraram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto. Também participaram a ministra da Saúde, Nísia Trindade, e o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta. Continue lendo “‘Quando falta o ar’ retrata a luta desigual dos trabalhadores no sistema público de saúde contra um inimigo letal”

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