Garimpo segue assolando outras áreas indígenas além da Terra Yanomami

ClimaInfo

A Terra Yanomami é uma das mais afetadas pelo garimpo no Brasil, mas está muito longe de ser a única. Outros territórios também sofrem com a presença desses invasores, como as Terras Kayapó e Munduruku, ambas no Pará, e a Sararé, no Mato Grosso. Continue lendo “Garimpo segue assolando outras áreas indígenas além da Terra Yanomami”

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Grupo criminoso é alvo da PF por contrabando bilionário de ouro Yanomami para o exterior

ClimaInfo

A Polícia Federal realizou mais uma operação de combate a grupos criminosos envolvidos com o garimpo ilegal em Áreas Protegidas na Amazônia. Os policiais executaram 3 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão na manhã de ontem (15/2) em 7 estados e no Distrito Federal, no âmbito da Operação Sisaque. Continue lendo “Grupo criminoso é alvo da PF por contrabando bilionário de ouro Yanomami para o exterior”

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Novas doações e retomada de comitês marcam renascimento do Fundo Amazônia

ClimaInfo

Mais de quatro anos após sua última reunião, finalmente o Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA) foi restabelecido, com encontro realizado nesta 4ª feira (15/2) na sede do BNDES, no Rio de Janeiro. O colegiado, responsável pela gestão dos recursos do Fundo Amazônia, foi extinto em abril de 2019 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e somente foi restabelecido pelo sucessor dele, Lula, no 1º dia de seu mandato, em janeiro passado. Continue lendo “Novas doações e retomada de comitês marcam renascimento do Fundo Amazônia”

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MPF denuncia homem por incitar genocídio por meio das redes sociais

Segundo o órgão, o acusado assumiu um discurso de ódio contra muçulmanos, judeus, negros, mulheres e homossexuais

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu à Justiça Federal no Rio Grande do Norte denúncia contra um homem acusado de promover incitação ao genocídio por meio da internet. As investigações constataram a existência de pelo menos dois perfis do mesmo homem, utilizados para a disseminação de discurso de ódio na rede social. Continue lendo “MPF denuncia homem por incitar genocídio por meio das redes sociais”

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O engodo da reforma tributária. Por Paulo Kliass

em Terapia Política

Ao que tudo indica, uma parcela das elites econômicas estão buscando um novo mote para desviar o foco das tarefas mais do que inadiáveis para que o Brasil consiga sair desse jogo de andar de lado e para trás. Lula tem afirmado, um dia sim e no outro também, que o país tem urgência em promover as mudanças necessárias na economia, sempre com o objetivo de promover melhorias na vida da grande maioria da população no curto prazo. Para tanto, é necessário que sejam criadas as condições para uma retomada sustentável do crescimento das atividades econômicas de forma generalizada, com criação de empregos e aumento da renda. Continue lendo “O engodo da reforma tributária. Por Paulo Kliass”

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Quo vadis, povos indígenas do Brasil?

Crise dos yanomami evidencia descaso em relação aos indígenas e seu modo de vida e levanta a questão de que lugar terão esses povos numa sociedade guiada pela ideia de “progresso”.

por Thomas Milz, em DW

As cenas de crianças yanomami desnutridas e doentes são chocantes. Assim como as imagens aéreas que mostram a destruição causada pelos garimpeiros na Terra Indígena (TI) Yanomami, no extremo norte do Brasil, na fronteira com a Venezuela. São feridas humanas e ambientais que vão levar tempo para sarar. Continue lendo “Quo vadis, povos indígenas do Brasil?”

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Por que os juros brasileiros não podem baixar. Por Ladislau Dowbor

Cada pessoa transfere aos bancos, em média, R$ 7 mil ao ano. 79% das famílias afundam-se em dívidas. Serviços públicos estão sucateados. Para que os super-ricos daqui ombreiem os mais ricos do mundo, o Banco Central não brinca em serviço

em Outras Palavras

“Nosso sistema financeiro é gigante e disfuncional, pois não atua como criador de crédito e de financiamento do investimento e do consumo do setor privado; mas como corretor dos rentistas que vivem às custas do financiamento da dívida pública.”

Bresser Pereira e outros, 20221

O básico é o seguinte: quando rende mais o rentismo financeiro, ou seja, a aplicação em títulos e diversos “produtos” financeiros, do que abrir uma empresa e realizar um investimento produtivo, o dinheiro flui para onde rende mais: para ganhos improdutivos. Um exemplo: quando o governo eleva a taxa básica de juros (Selic) para 13,75%, este valor será pago pelo governo, aos detentores privados dos títulos da dívida pública, basicamente os 10% mais ricos da sociedade, usando os impostos que pagamos. Ou seja, esses impostos, em vez de financiarem educação, saúde ou infraestruturas, vão para os grandes grupos financeiros, que aqui chamamos de “mercados”. O Estado não se endividou para construir escolas, por exemplo, ou no Bolsa Família: 82% do aumento da dívida pública resultam de juros acumulados. Sem nenhuma contribuição produtiva, esses grupos drenam anualmente, só nesta modalidade, cerca de 600 bilhões de reais, ou seja, o equivalente a cerca de 6% do PIB. Esses 6% do PIB podiam se transformar em investimentos produtivos, mas para que um dono de fortuna vai arriscar no mercado real, se pode ganhar 13,75% sem risco e sem esforço? Continue lendo “Por que os juros brasileiros não podem baixar. Por Ladislau Dowbor”

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Não é pelos vinte pontos-base

Vale examinar a ata do encontro em que o Banco Central manteve a taxa de juros. Além de desastrosa para as finanças públicas, a população e a maior parte das empresas,, decisão expõe tentativa evidente de sabotar o programa de Lula

Por André Doneux, em Outras Palavras

Bob Fields III e seu petit comité

Aqui e ali aparecem na mídia relatos das atitudes dos ministros do governo Lula para tentar apaziguar o conflito que emergiu com a última decisão de política monetária dos membros do Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil (BCB), órgão responsável pela definição da taxa básica de juros da economia brasileira. Tais animosidades, até o momento, estão concentradas na figura do presidente da autarquia, o Neto do conhecido articulador do golpe e ministro do regime ditatorial instaurado em 1º de abril de 1964, Roberto Campos (o Bob Fields original). Tão notória ascendência, contudo, é o que menos desqualifica Roberto Campos Neto à permanência no cargo de Presidente do Banco Central do Brasil. Continue lendo “Não é pelos vinte pontos-base”

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Como o CFM age para naturalizar crimes da pandemia

Conselho Federal de Medicina emitiu nota criticando o uso de máscaras para proteção contra a covid. Fato parece mostrar que o bolsonarismo está unido para tentar desvirtuar debate público – além de aliviar os crimes cometidos pelo ex-presidente

por Gabriel Brito, em Outra Saúde

Às vésperas do carnaval e imediatamente após o Brasil registrar oficialmente seu primeiro dia sem mortes por covid desde que a pandemia começou a matar no país, o Conselho Federal de Medicina desenterrou uma velha polêmica para gerar ruído: criticou o uso de máscaras em aviões e aeroportos. Ignorando seu uso já pacificado em outros países em contextos bem menos graves, além de todo um manancial de estudos, o órgão publicou nota na qual afirmava não haver motivos para o uso “indiscriminado” da medida. Continue lendo “Como o CFM age para naturalizar crimes da pandemia”

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MPF e MPRJ recorrem de decisão que negou pedido de assistência imediata a indígenas da Casa do Índio da Ilha do Governador

Espaço, que abriga atualmente sete indígenas, sofre com a falta de condições estruturais e assistenciais

Procuradoria da República no Rio de Janeiro*

Em atuação conjunta, o Ministério Público Federal (MPF), a 1ª Promotoria de Justiça Cível e de Família da Ilha do Governador e a Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Pessoa com Deficiência da Capital ingressaram, no final de dezembro, com um agravo de instrumento no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) contra a decisão da 20a Vara Federal de não acatar o pedido de tutela de urgência na ação civil pública ajuizada para que a União, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Município do Rio de Janeiro adotem medidas imediatas para cessar a contínua violação de direitos humanos que ocorre atualmente na Casa do Índio da Ilha do Governador. No local, que fazia parte da estrutura da Funai e sofre com a falta de condições estruturais e assistenciais, residem atualmente seis indígenas adultos e um idoso. Continue lendo “MPF e MPRJ recorrem de decisão que negou pedido de assistência imediata a indígenas da Casa do Índio da Ilha do Governador”

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